Quando um homem tem problemas de ereção, mas não de libido, ele sai em busca de ajuda para resolver seu problema. Mas quando o problema é o desejo diminuído, o mais provável é que ele culpe o excesso de trabalho, o estresse e a falta de sono. Ou que procure algum médico menos informado que, ao constatar uma queda no nível de testosterona pelo exame de sangue, logo prescreva a reposição hormonal sem investigar melhor a origem da alteração.
O aumento da prolactina, hormônio produzido por uma glândula na base do crânio que se chama hipófise e que faz a mulher amamentar, pode ser a causa da perda de libido em mulheres e homens. Pouco frequente - afeta cerca de 400 a cada 100 mil pessoas, o problema nem sempre é considerado pelos profissionais que recebem queixas de diminuição do desejo sexual.
"Para a mulher, o aumento da prolactina leva à interrupção da menstruação, então é mais fácil suspeitar", explica a endocrinologista Nina Musolino, médica-supervisora do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). Já nos homens, o problema gera a redução na testosterona, levando a falta de desejo e ereção prejudicada, sintomas que são facilmente atribuídos ao estresse ou cansaço. A hiperprolactinemia também pode afetar a fertilidade - é a resposta para até 5% dos homens que não conseguem ter filhos.
Causas
Entre as causas mais comuns do excesso de prolactina está o uso de alguns medicamentos como antipsicóticos, antiácidos, antieméticos (remédios para enjoo) e anti-hipertensivos. Hipotireoidismo e insuficiência renal e hepática, além de lesões traumáticas na região mamária e tumores na região da hipófise também podem ter como efeito a elevação do hormônio. Entre estes, os mais comuns são os prolactinomas, tumores benignos na glândula que produzem hormônio.
O tratamento do prolactinoma é com remédios, que também reequilibram a produção de testosterona. Já em outros tipos de tumor na hipófise, pode haver necessidade de cirurgia. "Às vezes esses tumores só são diagnosticados quando crescem e comprimem o nervo óptico, afetando a visão", explica Musolino. Por isso, investigar melhor uma queda nos níveis de testosterona é importante, sugere a médica.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2014/02/03/problema-em-glandula-pode-ser-causa-de-perda-de-libido.htm
domingo, 9 de fevereiro de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Você sabia? Conheça curiosidades sobre o sexo através dos tempos
O sexo sempre existiu, isso não é novidade, mas algumas coisas sobre ele você nem imagina. Certas práticas e acessórios a gente tende a acreditar que são novidade, que nossos tataravós nem imaginavam que aquilo pudesse existir, mas a verdade é que foram os antepassados deles que deram as ideias para o que temos hoje na nossa vida sexual.
Veja algumas curiosidades que vão mudar sua maneira de encarar a vida sexual.
1- Rolam 114 milhões de relações sexuais pelo mundo todos os dias, de acordo com o International Planned Parenthood Federation. Por hora são 4,75 milhões de casais transando. Por minuto, 79.166 relações. Pois é, agora mesmo você está de fora dessa festa!
2 – Um dos primeiros artigos elétricos criados foi o vibrador – antes do aspirador de pó ou do ferro de passar roupa. No século 19 era um tratamento para a histeria, que funcionava a vapor. Antes disso, na Grécia antiga, já havia sido criado um pênis de madeira revestido de couro, chamado olisbos. Ele era usado para diminuir a sensação de isolamento das mulheres.
3 – A primeira foto que mostra pelos pubianos em mulheres foi publicada em 1970 e mostrou uma quebra de tabu. A informação de que mulheres têm pelos assusta as pessoas até hoje.
4 – Pênis grandes eram algo negativo na Grécia antiga. Eles eram tidos como feios e menos férteis do que os pequenos. Mas nem tudo o que veio de lá se manteve forte até hoje, não é mesmo?
5 – Televisão no quarto atrapalha a vida sexual. Um estudo realizado em 2006, pela sexóloga italiana Serenella Salomoni, diz que os casais sem televisão próxima à cama transam duas vezes mais.
6 – Um orgasmo feminino dura de cinco a dez segundo mais do que o masculino. Durante esse tempo, as paredes da vagina soltam uma descarga de 244 minivolts. Cinco mulheres tendo orgasmo juntas poderiam acender uma pequena lâmpada. Poderosa essa brincadeira, não?
Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/voc%C3%AA-sabia-conhe%C3%A7a-curiosidades-sobre-o-sexo-atrav%C3%A9s-121057379.html#more-id
Veja algumas curiosidades que vão mudar sua maneira de encarar a vida sexual.
1- Rolam 114 milhões de relações sexuais pelo mundo todos os dias, de acordo com o International Planned Parenthood Federation. Por hora são 4,75 milhões de casais transando. Por minuto, 79.166 relações. Pois é, agora mesmo você está de fora dessa festa!
2 – Um dos primeiros artigos elétricos criados foi o vibrador – antes do aspirador de pó ou do ferro de passar roupa. No século 19 era um tratamento para a histeria, que funcionava a vapor. Antes disso, na Grécia antiga, já havia sido criado um pênis de madeira revestido de couro, chamado olisbos. Ele era usado para diminuir a sensação de isolamento das mulheres.
3 – A primeira foto que mostra pelos pubianos em mulheres foi publicada em 1970 e mostrou uma quebra de tabu. A informação de que mulheres têm pelos assusta as pessoas até hoje.
4 – Pênis grandes eram algo negativo na Grécia antiga. Eles eram tidos como feios e menos férteis do que os pequenos. Mas nem tudo o que veio de lá se manteve forte até hoje, não é mesmo?
5 – Televisão no quarto atrapalha a vida sexual. Um estudo realizado em 2006, pela sexóloga italiana Serenella Salomoni, diz que os casais sem televisão próxima à cama transam duas vezes mais.
6 – Um orgasmo feminino dura de cinco a dez segundo mais do que o masculino. Durante esse tempo, as paredes da vagina soltam uma descarga de 244 minivolts. Cinco mulheres tendo orgasmo juntas poderiam acender uma pequena lâmpada. Poderosa essa brincadeira, não?
Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/voc%C3%AA-sabia-conhe%C3%A7a-curiosidades-sobre-o-sexo-atrav%C3%A9s-121057379.html#more-id
Fernanda Lima conta que já fez sexo de salto alto
Depois de fazer sucesso e gerar burburinho com seus vestidos usados nos eventos da Fifa, Fernanda Lima, 36, agora chamou a atenção pelo lançamento de uma coleção de sapatos.
Durante a coletiva de imprensa da marca, a apresentadora confessou que já fez sexo de salto alto. "Sim, já fiz algumas vezes. Eu acho sexy! Dá uma loucura, dá um encaixe. De uns tempos pra cá, tenho notado o poder do salto sobre os homens", contou.
Alguém já tentou fazer?...rs
Fonte: http://br.celebridades.yahoo.com/blogs/notas-omg/fernanda-lima-conta-fez-sexo-salto-alto-144747570.html
Durante a coletiva de imprensa da marca, a apresentadora confessou que já fez sexo de salto alto. "Sim, já fiz algumas vezes. Eu acho sexy! Dá uma loucura, dá um encaixe. De uns tempos pra cá, tenho notado o poder do salto sobre os homens", contou.
Alguém já tentou fazer?...rs
Fonte: http://br.celebridades.yahoo.com/blogs/notas-omg/fernanda-lima-conta-fez-sexo-salto-alto-144747570.html
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
CASAMENTO NÃO QUER DIZER QUE DOIS SE TORNAM UM
Muitas mulheres passam a vida sonhando com o casamento. Quando encontram um grande amor, ficam dois, três ou até mais anos planejando cada detalhe do tão sonhado dia do casório. Realmente, é um momento único, especial. Mas é só o começo de uma nova fase. Como passam tanto tempo fazendo planos da festa, algumas garotas acabam nem pensando no depois.
E quando se deparam com a vida a dois, surge um turbilhão de dúvidas, erros. Sem mencionar aquele velho ensinamento de que o casal é a laranja e cada um é uma metade que se completa. Não é bem assim. No início do casamento, ambos estão se acostumando a viver debaixo do mesmo teto, acertando uns pontos, corrigindo outros. Nesse momento, é fundamental haver respeito, amor, diálogo – e haja conversa para conciliar tantas vontades.
Há quem pense que confiança é passar a senha do Facebook. Que como já que se casou, só pode sair com o cônjuge. Que tudo o que fizer tem que contar e o outro sempre deve falar também. Isso é jogar sua individualidade no lixo, é deixar sua identidade de lado.
Casar, seja no papel ou não, é unir-se a uma pessoa em prol da felicidade mútua. A personalidade de cada um não precisa mudar, nem deve. Claro que certas coisas mudam, naturalmente, com o tempo. É importante ceder, em prol do bem comum. O que não quer dizer se anular, nem violar sua privacidade. Afinal, o casal é formado por duas pessoas inteiras, que apesar de terem um passado e sonhos, decidem se unir e se complementam.
Intimidade não é contar tudo pro outro como se ele fosse um diário, usar o banheiro de porta aberta. Não mesmo. É perceber que o outro não está bem só ao ver seu olhar. É compreender seus problemas. É contar com seu par para desabafar e em todos os momentos mais difíceis. Conhecer detalhes de suas particularidades mais bobas. Ficar feliz só de ver a sua felicidade.
Mesmo ao juntar as escovas de dentes, com um compromisso para a vida toda, as pessoas continuam sendo elas mesmas. Guardam suas qualidades, defeitos, anseios. É importante preservar também o individualismo de cada um – aquilo que os faz únicos. Tanta gente deixa de lado aquilo que se é para fazer somente a vontade do cônjuge. E depois acabam perdendo sua essência, seu brilho. Cuidado. Se não fizer bem aos dois, o casamento pode ruir.
Namoro é fundamental para conhecer seu parceiro e conquistar intimidade. Uma viagem a dois podem ser linda, mágica. Mas o dia a dia sob o mesmo teto é um desafio. Para que a relação não se desgaste e não caia na rotina, é preciso criatividade, diálogo, confiança e intimidade. Algumas divergências vão surgir, claro. O melhor é sempre tentar contornar com amor, respeito e compreensão. Vez ou outra, um dos dois terá que ceder. Isso é normal. Faz parte da vida a dois.
É preciso compreender que estar casado não é controlar, impor o que você quer ao outro. Prova de amor não é receber a senha do email. É continuar vendo no carinho do outro o mesmo cuidado e amor do início da relação. Esquecer seus gostos e características “em prol do outro” só trará frustrações, pois assim, você se dá demais, consequentemente espera demais e esse retorno não virá. Respeitar seus limites é necessário para que o espaço individual seja mantido mesmo após o casamento. É importante que haja um equilíbrio entre suas vontades, as do parceiro e o que ambos desejam.
*Laura Rezende está sempre com um bom livro na bolsa. É viciada em escrever. Fala de sexo e relacionamento sem frescuras. Gosta de provocar reflexões; ainda que vez ou outra, gere polêmicas. Acredita no amor e na existência de príncipes encantados (apesar de estarem em extinção), pois tem um representante dessa espécie em casa. Mantém o blog Safadices. Outros artigos de Laura.
Fonte: http://lasciva.blog.br/atitude/casamento-nao-quer-dizer-que-dois-se-tornam-um/
E quando se deparam com a vida a dois, surge um turbilhão de dúvidas, erros. Sem mencionar aquele velho ensinamento de que o casal é a laranja e cada um é uma metade que se completa. Não é bem assim. No início do casamento, ambos estão se acostumando a viver debaixo do mesmo teto, acertando uns pontos, corrigindo outros. Nesse momento, é fundamental haver respeito, amor, diálogo – e haja conversa para conciliar tantas vontades.
Há quem pense que confiança é passar a senha do Facebook. Que como já que se casou, só pode sair com o cônjuge. Que tudo o que fizer tem que contar e o outro sempre deve falar também. Isso é jogar sua individualidade no lixo, é deixar sua identidade de lado.
Casar, seja no papel ou não, é unir-se a uma pessoa em prol da felicidade mútua. A personalidade de cada um não precisa mudar, nem deve. Claro que certas coisas mudam, naturalmente, com o tempo. É importante ceder, em prol do bem comum. O que não quer dizer se anular, nem violar sua privacidade. Afinal, o casal é formado por duas pessoas inteiras, que apesar de terem um passado e sonhos, decidem se unir e se complementam.
Intimidade não é contar tudo pro outro como se ele fosse um diário, usar o banheiro de porta aberta. Não mesmo. É perceber que o outro não está bem só ao ver seu olhar. É compreender seus problemas. É contar com seu par para desabafar e em todos os momentos mais difíceis. Conhecer detalhes de suas particularidades mais bobas. Ficar feliz só de ver a sua felicidade.
Mesmo ao juntar as escovas de dentes, com um compromisso para a vida toda, as pessoas continuam sendo elas mesmas. Guardam suas qualidades, defeitos, anseios. É importante preservar também o individualismo de cada um – aquilo que os faz únicos. Tanta gente deixa de lado aquilo que se é para fazer somente a vontade do cônjuge. E depois acabam perdendo sua essência, seu brilho. Cuidado. Se não fizer bem aos dois, o casamento pode ruir.
Namoro é fundamental para conhecer seu parceiro e conquistar intimidade. Uma viagem a dois podem ser linda, mágica. Mas o dia a dia sob o mesmo teto é um desafio. Para que a relação não se desgaste e não caia na rotina, é preciso criatividade, diálogo, confiança e intimidade. Algumas divergências vão surgir, claro. O melhor é sempre tentar contornar com amor, respeito e compreensão. Vez ou outra, um dos dois terá que ceder. Isso é normal. Faz parte da vida a dois.
É preciso compreender que estar casado não é controlar, impor o que você quer ao outro. Prova de amor não é receber a senha do email. É continuar vendo no carinho do outro o mesmo cuidado e amor do início da relação. Esquecer seus gostos e características “em prol do outro” só trará frustrações, pois assim, você se dá demais, consequentemente espera demais e esse retorno não virá. Respeitar seus limites é necessário para que o espaço individual seja mantido mesmo após o casamento. É importante que haja um equilíbrio entre suas vontades, as do parceiro e o que ambos desejam.
*Laura Rezende está sempre com um bom livro na bolsa. É viciada em escrever. Fala de sexo e relacionamento sem frescuras. Gosta de provocar reflexões; ainda que vez ou outra, gere polêmicas. Acredita no amor e na existência de príncipes encantados (apesar de estarem em extinção), pois tem um representante dessa espécie em casa. Mantém o blog Safadices. Outros artigos de Laura.
Fonte: http://lasciva.blog.br/atitude/casamento-nao-quer-dizer-que-dois-se-tornam-um/
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
DIA MUNDIAL DA MAMOGRAFIA
Foi ontem, mas vale a pena lembrar.
No dia 05 de fevereiro é comemorado o Dia Nacional da Mamografia com o intuito de sensibilizar as mulheres sobre a importância em realizar o exame. O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres e a mamografia é o método mais eficiente para detectar precocemente este câncer.
Mas, o que vem a ser a mamografia?
É uma radiografia das mamas realizada em um equipamento específico, o "mamógrafo", que permite detectar lesões ainda muito pequenas, na fase inicial do câncer, em que o tumor não é palpável. Por isso, todas as mulheres, sem nenhum histórico familiar de câncer de mama ou ovário, entre 40 e 49 anos de idade devem realizar anualmente o exame e, a partir dos 50 anos, ele deve ser realizado a cada 2 anos. Já as mulheres com mãe, irmã ou filha que desenvolveram um desses cânceres antes dos 50 anos de idade, devem realizar esse exame a partir dos 35 anos de idade, 1 vez por ano.
No mamógrafo, a mama é comprimida para se obter imagens que permitam a detecção do câncer. Durante o exame, há provocação de um leve desconforto devido à compressão. Para minimizar esse desconforto você pode agendar, quando possível, o exame após o período menstrual, entre o 5° e 10° dia do ciclo.
É importante lembrar que o autoexame das mamas é realizado pela própria mulher, apalpando os seios e ajudando no conhecimento do corpo e na identificação de tumores maiores. Porém, isso não substitui o exame clínico realizado por profissional da saúde treinado e a mamografia. Mesmo quando a mulher não perceber nenhuma alteração durante o autoexame das mamas, é importante um profissional da saúde examiná-las anualmente.
Aproveite essa data para colocar em dia a sua mamografia. Procure seu médico e peça a ele que solicite o seu exame! Essa é uma atitude que faz bem para a sua saúde!
Mas, o que vem a ser a mamografia?
É uma radiografia das mamas realizada em um equipamento específico, o "mamógrafo", que permite detectar lesões ainda muito pequenas, na fase inicial do câncer, em que o tumor não é palpável. Por isso, todas as mulheres, sem nenhum histórico familiar de câncer de mama ou ovário, entre 40 e 49 anos de idade devem realizar anualmente o exame e, a partir dos 50 anos, ele deve ser realizado a cada 2 anos. Já as mulheres com mãe, irmã ou filha que desenvolveram um desses cânceres antes dos 50 anos de idade, devem realizar esse exame a partir dos 35 anos de idade, 1 vez por ano.
No mamógrafo, a mama é comprimida para se obter imagens que permitam a detecção do câncer. Durante o exame, há provocação de um leve desconforto devido à compressão. Para minimizar esse desconforto você pode agendar, quando possível, o exame após o período menstrual, entre o 5° e 10° dia do ciclo.
É importante lembrar que o autoexame das mamas é realizado pela própria mulher, apalpando os seios e ajudando no conhecimento do corpo e na identificação de tumores maiores. Porém, isso não substitui o exame clínico realizado por profissional da saúde treinado e a mamografia. Mesmo quando a mulher não perceber nenhuma alteração durante o autoexame das mamas, é importante um profissional da saúde examiná-las anualmente.
Aproveite essa data para colocar em dia a sua mamografia. Procure seu médico e peça a ele que solicite o seu exame! Essa é uma atitude que faz bem para a sua saúde!
Fonte: http://atituderimacomsaude.com.br/pagina/268/-modelo---pt--interna---sua-saude.aspx
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Onde você sente o amor? Mapas corporais mostram os efeitos das emoções
Suor nas palmas das mãos ou aquele friozinho na barriga quando estamos nervosos. A sensação de calor nas bochechas quando estamos constrangidos ou envergonhados. Ou aquele calor no corpo inteiro quando estamos apaixonados. Nossas emoções produzem reações muito fortes em nossos corpos, e uma equipe de pesquisadores finlandesas produziu um conjunto de “mapas corporais” que demonstram os efeitos que essas diferentes demoções exercem sobre nós.
Todos nós já sabemos que as emoções causam mudanças no corpo. De acordo com os pesquisadores, o que ainda não está tão claro é o quão subjetivas são essas mudanças, e se há distinção entre as mudanças causadas por cada emoção.
Para investigar essas questões, os pesquisadores conduziram cinco experimentos diferentes, expondo mais de 700 participantes a conjuntos de palavras, estórias, filmes ou expressões faciais. Juntamente com cada estímulo, os participantes receberam dois “mapas corporais”: um para indicarem a região em que sentiam mais atividade, tanto positiva quanto negativa, e outro para indicarem onde sentiam menos atividade. Assim, por exemplo, se uma pessoa sentisse tristeza, essa emoção era registrada mais no peito, pescoço, e rosto (talvez mágoa, nó na garganta e talvez até algumas lágrimas derramadas), mas não sentia nada em suas extremidades. Isso está refletido no mapa, com as cores mais quentes demonstrando maior “topografia emocional” e as mais frias demonstrando menor “topografia emocional”.
No geral, eles reuniram informações sobre um total de 13 emoções diferentes, sendo seis delas emoções básicas (raiva, medo, nojo, felicidade, tristeza e surpresa) e sete emoções complexas (ansiedade, amor, depressão, desprezo, orgulho, vergonha e inveja). Ao combinarem os resultados de todos os participantes juntos, eles compuseram uma espécie de “atlas corporal”, demonstrando como essas diferentes emoções afetam o corpo.
Já que os participantes relataram como e onde sentiam diversas sensações em vez de realizarem um acompanhamento de fatores biológicos específicos, há definitivamente um aspecto subjetivo sobre essas descobertas. Entretanto, os mapas mostram as tendências gerais de todos os participantes juntos, e mesmo com participantes finlandeses, suecos e taiwaneses, representando três grupos de línguas diferentes (urálica, germânica e chinesa), e os diferentes históricos culturais envolvidos, os resultados foram bem consistentes.
Os pesquisadores esperam que suas descobertas possam formar a base de novos estudos sobre emoções, e possivelmente até nos ajudar a obter mais conhecimento sobre distúrbios emocionais como a depressão e a ansiedade.
O estudo foi publicado no Proceedings of the National Academies of Sciences e está disponível na web para leitura. Esta é uma ferramenta interessante para descobrir como as diferentes emoções nos afetam fisicamente.
Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/onde-voc%C3%AA-sente-o-amor-mapas-corporais-mostram-os-efeitos-das-emo%C3%A7%C3%B5es-213012788.html
Todos nós já sabemos que as emoções causam mudanças no corpo. De acordo com os pesquisadores, o que ainda não está tão claro é o quão subjetivas são essas mudanças, e se há distinção entre as mudanças causadas por cada emoção.
Para investigar essas questões, os pesquisadores conduziram cinco experimentos diferentes, expondo mais de 700 participantes a conjuntos de palavras, estórias, filmes ou expressões faciais. Juntamente com cada estímulo, os participantes receberam dois “mapas corporais”: um para indicarem a região em que sentiam mais atividade, tanto positiva quanto negativa, e outro para indicarem onde sentiam menos atividade. Assim, por exemplo, se uma pessoa sentisse tristeza, essa emoção era registrada mais no peito, pescoço, e rosto (talvez mágoa, nó na garganta e talvez até algumas lágrimas derramadas), mas não sentia nada em suas extremidades. Isso está refletido no mapa, com as cores mais quentes demonstrando maior “topografia emocional” e as mais frias demonstrando menor “topografia emocional”.
No geral, eles reuniram informações sobre um total de 13 emoções diferentes, sendo seis delas emoções básicas (raiva, medo, nojo, felicidade, tristeza e surpresa) e sete emoções complexas (ansiedade, amor, depressão, desprezo, orgulho, vergonha e inveja). Ao combinarem os resultados de todos os participantes juntos, eles compuseram uma espécie de “atlas corporal”, demonstrando como essas diferentes emoções afetam o corpo.
Já que os participantes relataram como e onde sentiam diversas sensações em vez de realizarem um acompanhamento de fatores biológicos específicos, há definitivamente um aspecto subjetivo sobre essas descobertas. Entretanto, os mapas mostram as tendências gerais de todos os participantes juntos, e mesmo com participantes finlandeses, suecos e taiwaneses, representando três grupos de línguas diferentes (urálica, germânica e chinesa), e os diferentes históricos culturais envolvidos, os resultados foram bem consistentes.
Os pesquisadores esperam que suas descobertas possam formar a base de novos estudos sobre emoções, e possivelmente até nos ajudar a obter mais conhecimento sobre distúrbios emocionais como a depressão e a ansiedade.
O estudo foi publicado no Proceedings of the National Academies of Sciences e está disponível na web para leitura. Esta é uma ferramenta interessante para descobrir como as diferentes emoções nos afetam fisicamente.
Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/onde-voc%C3%AA-sente-o-amor-mapas-corporais-mostram-os-efeitos-das-emo%C3%A7%C3%B5es-213012788.html
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Japoneses inventam sutiã que abre sozinho em caso de urgência amorosa
Um sutiã inventado pela empresa japonesa Ravijour pisca e abre sozinho em caso de desejo sexual. A peça inteligente tem sensores para analisar o ritmo cardíaco da mulher, que o leva a deduzir seu estado de excitação e a abrir o fecho que se encontra entre seus seios.
Aparentemente trata-se de um objeto muito romântico, mas, na realidade, é um objeto principalmente tecnológico.
O sinal recebido pelos sensores é enviado a um telefone celular mediante a tecnologia de transmissão Bluetooth, para uma análise comparativa das batidas de seu coração e uma dedução através de um aplicativo especial. Se for registrada uma curva correspondente ao desejo sexual, o fecho pisca e se abre.
A marca de lingerie imaginou este sutiã para celebrar seu décimo aniversário. Trata-se de uma operação de comunicação e a peça não será vendida.
"Queríamos realizar uma campanha que não apenas incite as pessoas que usam nossos produtos, mas que também contribua para aquecer a atmosfera romântica entre os homens e as mulheres", disse Yuka Tamura, uma porta-voz desta empresa.
O sutiã inteligente pode ser visto no site oficial da marca.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/japoneses-inventam-suti%C3%A3-se-abre-sozinho-caso-urg%C3%AAncia-121059801--sector.html
Aparentemente trata-se de um objeto muito romântico, mas, na realidade, é um objeto principalmente tecnológico.
O sinal recebido pelos sensores é enviado a um telefone celular mediante a tecnologia de transmissão Bluetooth, para uma análise comparativa das batidas de seu coração e uma dedução através de um aplicativo especial. Se for registrada uma curva correspondente ao desejo sexual, o fecho pisca e se abre.
A marca de lingerie imaginou este sutiã para celebrar seu décimo aniversário. Trata-se de uma operação de comunicação e a peça não será vendida.
"Queríamos realizar uma campanha que não apenas incite as pessoas que usam nossos produtos, mas que também contribua para aquecer a atmosfera romântica entre os homens e as mulheres", disse Yuka Tamura, uma porta-voz desta empresa.
O sutiã inteligente pode ser visto no site oficial da marca.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/japoneses-inventam-suti%C3%A3-se-abre-sozinho-caso-urg%C3%AAncia-121059801--sector.html
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