sábado, 6 de setembro de 2014

Era só o que faltava...rs

Dizem por aí que o bom da vida está nas pequenas coisas. Pois é justamente um aparelho quase do tamanho de um absorvente comum que promete garantir momentos de prazer no seu dia a dia.

Criado pela empresa OhMiBod, o Bluemotion Nex é um pequeno vibrador feito para ser colocado dentro da calcinha e acionado via Wi-Fi ou bluetooth, a partir do seu smartphone.


Além de toda discrição, o comando de intensidade do aparelho fica a cargo da usuária. Depois de baixar o aplicativo, é possível selecionar o ritmo de vibração por diferentes músicas, comandos de voz ou até por movimentos com os dedos na tela.

Ainda sem data para chegar nas lojas brasileiras, o Bluemotion Nex pode ser comprado pelo site por 129 dólares.

Fonte: https://aoquadrado.catracalivre.com.br/2014/08/19/discreto-vibrador-portatil-pode-ser-controlado-por-smartphone/

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Por que casais de lésbicas se incomodam quando homens se oferecem para participar?

Por Carol Patrocínio

Ontem um amigo veio conversar comigo sobre um post no Secret – aquele aplicativo em que as pessoas contam segredos anonimamente. O post dizia: "Homem que se ofereces para um casal de lésbicas: se precisarem de um macho, tamos aí’. NÃO SEJAM ESSE CARA”. E ele não tinha entendido porque era tão ofensivo se oferecer para participar, já que existem casais que são bi ou casais que gostam de utilizar vibradores ou dildos em suas relações. Resolvi dividir a explicação por aqui.


Casais de lésbicas costumam ter que passar por situações bem estranhas. Uma delas são homens desconhecidos se oferecendo para participar da relação sexual entre elas porque, na cabeça deles, ali falta alguma coisa. Bom, se formos ser racionais, lésbicas não gostam de pênis, então essa oferta não faz sentido. Mas vamos pensar um pouquinho além.

Soma-se o fato de que elas preferem o sexo entre mulheres, a ideia de fetiche. Mulheres são objetificadas diariamente, mas lésbicas recebem isso em dobro. Ou mais. É como se elas só existissem para satisfazer as fantasias sexuais alheias. E isso, quando estão no padrão de beleza. As demais são ignoradas, como se não existissem e sua orientação sexual fosse uma aberração. Motivos suficientes para ficar brava com tal oferta?

Mas não para por aí. Existe algo chamado estupro corretivo. É uma das coisas mais horríveis e perversas de que já ouvi falar. São homens que acreditam estar fazendo um favor a lésbicas as estuprando. Para eles, tudo o que uma mulher lésbica precisa para “se endireitar”(virar hétero) é o pênis dele. Nem preciso dizer que não dá certo e só cria um ódio enorme por homens, né?

Mais uma coisa que parece que muita gente não pensa é que aquelas duas pessoas estão em um relacionamento. Alguma vez você já se ofereceu para transar com um casal hétero atraente que passou por você? Não. Então por que faria isso com duas mulheres, que historicamente já são assediadas o tempo inteiro?

Um homem não “se engraça” com mulheres comprometidas. Com outros homens. Mas acha que não tem problema desrespeitar o relacionamento de duas mulheres. Não tem algo errado aí? Relacionamentos não devem sempre ser respeitados?

As exceções

Há casais de lésbicas que gostam de diversificar e convidar homens para participar? Claro! Assim como há casais hétero que chamam um homem ou mulher para a hora H. Mas são exceções, não regra. É muito mais comum você encontrar casais de mulheres que gostam apenas de... mulheres.

Você sonha participar de um desses momentos entre duas mulheres? A gente entende. Não apoia, já que não é nada legal tornar um relacionamento cheio de carga emocional em uma extensão de um filme pornô, mas entende. Para isso, você vai precisar conversar com um casal de lésbicas com quem você tenha intimidade, com quem role um clima ou com quem você já tenha tido uma história desse tipo. Não conhece nenhum? Melhor deixar a ideia apenas no plano da fantasia.

Caras legais respeitam mulheres. Eles não se tornam inconvenientes porque sabem o quanto mulheres escutam de gracinhas todos os dias. Homens legais entendem que mulheres não são máquinas sexuais e não existem apenas para satisfazer desejos. O que se espera dos homens é que eles não ultrapassem a linha tênue do respeito.

A personificação do mal

Muitos desses assédios, quando são direcionados à lésbicas, são ainda mais agressivos. Alguns homens não as veem como pessoas, mas como brinquedos sexuais, o que torna tudo ainda mais tenso.

O que acontece quando uma pessoas todos os dias passa e chuta um cachorro? Ele passa a latir e tentar morder todas as pessoas. Com humanos funciona da mesma forma. Se diversos homens a tratam de uma maneira horrível, oferecendo-se para “resolver o seu problema” – que você sabe que não existe -, uma sensação de estar acuada começa a nascer. E o que você faz? Rebate e generaliza. Nesses momentos, todos os homens são perigo.

E é por isso que lésbicas ficam muito bravas quando você se oferece para “ajudar”. Elas não querem, não precisam e não gostam desse tipo de ajuda. Se elas, um dia, precisarem de um pênis para algo, elas podem arrumar sozinhas e fazer esse convite sem ninguém se oferecer a cada dia.

Fonte: https://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/por-que-casais-l%C3%A9sbicas-se-incomodam-quando-homens-095649789.html?page=all

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Homem passa 40 dias sem mentir, apanha e perde dinheiro.

O POST É ANTIGO (DE 2011), MAS É BOM....RSRSRS

Um alemão decidiu passar 40 dias falando apenas a verdade. Sua experiência levou ao questionamento: a verdade é sempre essencial? Já imaginou passar 40 dias sem fingir nada? Para a maioria das pessoas, ser totalmente sincero durante o dia a dia é uma experiência quase impossível: é comum mentir cerca de 200 vezes por dia, de acordo com o livro “Sincero” (editora Verus), do jornalista alemão Jürgen Schimieder. Nele, o autor relata sua experiência de ficar 40 dias sem mentir: colegas se afastaram, ele discutiu com a mulher, perdeu dinheiro e teve as costelas quebradas pelo melhor amigo. “Foi muito doloroso e me ensinou a não fazer isso de novo nunca mais: amigos são mais importantes do que ser sincero”.

As costelas quebradas se devem ao fato de Jürgen ter contato à namorada do melhor amigo que ela estava sendo traída – o amigo perdeu a namorada e respondeu com um soco quando soube que foi por causa da sinceridade de Jürgen. No trabalho, muitas pessoas se ofenderam com a experiência do jornalista. “Alguns colegas ainda não falam comigo porque eu disse que eles são maus funcionários e deveriam ser mandados embora”, conta Jürgen.

O banho de honestidade não tem só de maus momentos: numa partida de pôquer com os amigos, ele contou quais cartas estavam na sua mão e ninguém acreditou. “Foi muito divertido – e ganhei um monte de dinheiro. Recomendo ser sincero por uma noite com seus amigos, você vai se divertir muito”. Mas ele confessa que, no geral, se sentiu um idiota quase todos os dias do projeto. “Tive que dizer coisas que normalmente ninguém ousaria dizer. Fiquei constrangido o tempo todo.”

Descontados os exageros, ele aprovou a experiência. “Descobri o quanto a mentira realmente magoa as pessoas. Se todos fossem um pouquinho mais sinceros, o mundo seria melhor”, diz Jürgen. “Acredito que podemos parar de mentir pelo menos metade do tempo.”

Fonte: http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=106769

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Fotógrafa registra mulheres do mundo inteiro tendo orgasmos.

As norte-americanas Linda Troeller e Marion Schneider, fotógrafa e diretora de arte, respectivamente, decidiram colocar um ponto final ao tabu acerca do orgasmo feminino. Juntas, elas fotografaram e entrevistaram mulheres de idades, nacionalidades, origens e culturas diferentes, registrando assim, uma visão crua, sensual e multifacetada do que o prazer representa.

A dupla escreveu suas descobertas em um livro, apropriadamente chamado de “Orgasm” (Orgasmo, em português), trazendo questões privadas aos olhos do público, acabando com o estigma e a vergonha frequentemente associada ao assunto.

Linda e Marion exploraram uma variedade de cenários para compor o ensaio. Apesar do sexo ser claramente o centro das imagens, sua importância se estende para além do reino físico.

“Orgasm” será lançado no dia 5 de novembro deste ano. Para os interessados, é possível fazer reserva on-line.












Fonte: https://estilo.catracalivre.com.br/2014/08/fotografa-registra-mulheres-do-mundo-inteiro-tendo-orgasmos/#

terça-feira, 2 de setembro de 2014

O machismo também faz mal aos machos.

A cultura machista glorificou – e continua a glorificar - a figura de um homem que, em vários aspectos, não é aquele que somos.

Por Ricardo Coiro

Quantas vezes você já ouviu alguém falar – ou escrever – algo sobre as dores que o machismo causa nas mulheres? Muitas, certo? Eu também já ouvi – e li – inúmeras argumentações sobre as facadas (não apenas as que furam a pele, mas também aquelas que rasgam a alma) que a cultura machista desfere nas moças. Porém, infelizmente, pouco ouvi sobre os incontáveis males que o machismo gera aos machos; você já ouviu? Já leu algo sobre? Já refletiu a respeito? Não? Então acho que chegou a hora de escrever algo relacionado ao impacto negativo – e às vezes imperceptível - que o machismo tem na vida dos homens em contato com a cultura que hoje predomina em nossa sociedade, ou seja, quase todos.

E se você, irmão, está achando que eu precisarei forçar a barra e inventar exemplos irreais para provar que os homens, além de parcialmente responsáveis pela propagação e perpetuação do machismo, também sofrem com os efeitos danosos de tal cultura – ou doença -, prepare-se! Porque nas próximas linhas eu provarei que o machismo é o culpado (direto ou indireto) por muitas das dores que você sente, e que, até hoje, ninguém soube informar por qual motivo ocorrem.

Antes mesmo de tirar a cueca e colocar o pau para fora, meu caro, uma voz – geralmente em tom imperativo - começa a lhe dizer coisas como: “Você precisará ficar duro como uma rocha!”, “Você - para que ela não duvide do seu potencial - terá que dar duas sem tirar!”, “Se ela não gozar você será considerado um inútil!”. Estou certo? E sabe como eu sei das coisas que acontecem em sua mente, mesmo em um momento tão íntimo? Sei, pois já ouvi – e às vezes ainda ouço – as mesmas vozes que você! E não apenas as ouço, irmão, eu também me sinto pressionado por elas. E por que ouvimos essas vozes malditas? Ouvimos porque sofremos grande influência de uma cultura na qual os galãs dos filmes nunca broxam, os tios discursam como se nunca tivessem deixado uma mulher insatisfeita e os filmes pornôs nos fazem acreditar que o macho de verdade deve transformar o sexo em um esporte de resistência. Não é mesmo?

Ouvimos essas ordens interiores porque estamos imersos em uma cultura que não dá ao homem o direito de não querer transar, por exemplo. E mesmo que, às vezes, você queira trocar o sexo por um bom DVD, você se sentirá impelido a comparecer, endurecer e fazê-la gozar, e endurecer de novo, like a sex machine. Pois homem que é homem está sempre pronto pra guerra, ou melhor, pra foda. Não é isso que dizem por aí? Porém, nem sempre é isso que o nosso corpo quer. Mas o machismo está nem aí para o que o nosso corpo quer ou deixa de querer, pois homem que é homem, irmão, trepa até quando não quer, só para provar que é homem. Quanta besteira, né? Sexo não é obrigação, e, muito menos, é algo que devemos fazer para provar a nossa potência ou virilidade. Entretanto, é exatamente isso que o machismo nos faz achar. E é aí que começa um grande problema: logo percebemos que somos biologicamente incapazes de igualar as performances (dignas de bicho no cio ou máquina 4x4) que o machismo vive a dizer que PRECISAM ser realizadas por qualquer homem que deseja ser visto como homem. E, obviamente, nos sentimos frustrados ou menores. E pior: nos sentimos inferiores a maioria dos homens que, com medo de serem considerados menos homens, vivem a dizer (mentir) que dão três sem tirar, que nunca deixaram uma mulher insatisfeita e que não chegaram nem perto de broxar.

A cultura machista glorificou – e continua a glorificar - a figura de um homem que, em vários aspectos, não é aquele que somos, desejamos ou podemos ser, mesmo se quisermos. E hoje, em pleno século XXI, até no instante que precede a morte, nos forçamos a reter as lágrimas e os sentimentos, e a agir com a frieza dos mocinhos do faroeste. Porque chorar, de acordo com o machismo, não é coisa de homem. E assim, muitas vezes, em uma tentativa idiota de não mostrar aquilo que sentimos, nós, homens, implodimos. Ou bebemos para anestesiar a dor, porque é isso (beber até cair) que homem faz; não é? Mesmo que faça mal.

Nós, machos (como insistem em dizer que devemos ser), desde a escolinha, nos sentimos obrigados a esconder a dor de um joelho ralado e a calar as palavras que vêm do nosso coração. “Isso é coisa de menininha!”, costumamos pensar, antes de respirar fundo e de engolir, a seco, o que sentimos vontade de expressar. “Isso é coisa de macho!”, é o que se passa na cabeça do moleque que, mesmo com medo das consequências da briga, parte para a porrada - só para provar ao mundo que nada tem de covarde.

O mesmo machismo que não dá espaço às mulheres, meu caro, faz com que os homens se sintam obrigados a ocupar um espaço que, muitas vezes, não está nos planos nem nas vontades deles. O mesmo machismo que diz que a mulher, mesmo se quiser, não tem direito de transar com vários homens, também faz com que muitos homens, mesmo quando não querem, aceitem uma transa, com medo de serem vistos como os fracassados que negam fogo. O mesmo machismo que coloca a mulher em posições profissionais inferiores, irmão, também faz com que muitos homens se sintam mal por ganharem menos do que as esposas. Percebem o quanto o machismo também faz mal – e muito - aos machos?

Por isso, irmão, se você é do tipo egoísta – e idiota – que só muda quando algo afeta diretamente - e de maneira negativa - a SUA vida, agora você já tem um ótimo motivo para repensar nas suas atitudes e, finalmente, começar a ajudar na construção de um mundo no qual, independente das diferenças de gênero, todos poderão fazer, sem olhares feios e punições veladas, somente aquilo que querem.

Fonte: http://www.areah.com.br/vip/ignorancia/materia/87843/1/pagina_1/o-machismo-tambem-faz-mal-aos-machos.aspx

BATDOG & Robin, to the rescue!!

LIGUE O SOM....KKKKKKKKKKKKK

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Oito coisas que não são um problema quando o casal confia um no outro.

Por Danilo Barba

Confiança é uma parte importante em qualquer relacionamento, mas nem todos nós a temos — e embora muita gente ache que tem, na prática não tem. Aqui vão oito coisas que são totalmente aceitáveis num relacionamento amoroso, desde que ambos os parceiros confiem um no outro, segundo o Thought Catalog.

1) Ter amigos do sexo oposto (ou do mesmo sexo se você for bi ou homossexual)
Todo mundo tem amigos quando entra num relacionamento e ninguém deveria desistir de metade deles só porque são do sexo oposto. Afinal, você acredita mesmo naquela história de que homem não pode ser amigo de mulher e vice-versa? Podemos nos sentir atraídos por qualquer um que passa na rua, então por que culpar o amigo? Afinal, o que estamos tentando evitar? Um voto de confiança e respeito podem te ajudar nesse momento.

2) Viagens a sós
Viajar sozinho é uma experiência maravilhosa e algo que não deve acabar quando entramos num relacionamento. Se você confia inteiramente na outra pessoa e ela em você, ambos podem ter a liberdade de fazer viagens com os amigos e até mesmo sozinhos. Tirar essa liberdade de alguém nada mais é do que querer controlar a vida social dessa pessoa — o que no longo prazo pode acabar em término.

3) Ter hobbies que não envolvem a outra pessoa
Se vocês estão felizes com suas vidas pessoas, bem como com a vida de casal, a ideia de uma pessoa se divertir fazendo algo sozinha é superlegal. De fato, quanto mais as pessoas se sentem preenchidas como um indivíduo, melhor será o relacionamento. Nem todo mundo precisa fazer apenas atividades em casal.

4) Tempo sagrado com os amigos
Há poucas coisas piores que caras ou garotas que ficam extremamente enciumados (as) e bravos (as) quando o namorado ou a namorada sai com os amigos — mesmo que do mesmo sexo. Isso quando a pessoa não insiste em ir junto no rolê e acaba tornando um momento bom em algo completamente esquisito. Só porque seu parceiro está se divertindo com outra pessoa não significa que ele (a) se divirta menos com você.

5) Deixar o celular da outra pessoa em paz
Não importa se você é inocente em todos os sentidos, pois uma coisa é fato: ninguém gosta que alguém futrique nas suas coisas. Simplesmente não é confortável. Se você sente que precisa checar o que o outro está fazendo — lendo suas mensagens, conferindo o histórico da internet e das ligações — talvez você não devesse estar num relacionamento.

6) Discordar de escolhas pessoais de vida
Se você acha que o seu parceiro deveria fazer algo em relação ao trabalho ou amigos e ele escolhe fazer outra coisa diferente do aconselhado, você deveria compreender e confiar nas escolhas dele. Até porque bater de frente nesse momento é querer escolher o futuro do outro e, acredite: nem todos são tão maleáveis e bonzinhos assim. Aliás, a maioria não vai fazer o que você quer.

7) Olhar para outras pessoas
Muitas vezes até sabemos que nossa namorada (ou namorado) nos ama e quer ficar conosco, mas também sabemos que ele (a) é um ser humano que nota quando pessoas bonitas passam em sua frente (ou mesmo assiste pornô de vez em quando). Ficar bravo por isso não vai fazê-la (lo) parar, mas sim esconder isso de você. E vamos lá, isso é mais do que normal. Quando estamos felizes num relacionamento, esse comportamento é até saudável.

8) Um passado
O passado da outra pessoa nunca pode ser um problema para você. Até porque passado é passado e ela nem te conhecia e se é que te conhecia, provavelmente não sabia que no futuro viria a se relacionar com você. A partir do momento que um casal decide ficar junto, ambas as partes precisam aceitar e compreender que todos nós temos um passado — seja ele obscuro ou não. Afinal, qual o parâmetro pra julgar?

Fonte: https://br.mulher.yahoo.com/blogs/sexo-oposto/oito-coisas-que-n%C3%A3o-s%C3%A3o-um-problema-quando-064606158.html?page=all