sábado, 9 de janeiro de 2016

Tudo sobre o encontro do poliamor: mais de 150 “trisais” e simpatizantes marcam piquenique no Parque Ibirapuera.

O evento foi postado no Facebook na terça (5) e três dias depois já reunia mais de 160 confirmados. Em 23 de janeiro, um sábado, a partir das 11h, no portão 10 do Parque Ibirapuera, haverá um encontro de adeptos e simpatizantes do poliamor. Esse conceito de relacionamento é formado por três (raramente quatro ou mais) pessoas que vivem um vínculo amoroso estável. Eles formam um “trisal” ou “quadrisal”, como chamam esse plural de casal.

“Ao contrário do que muitos preconceituosos acham, não é ‘bagunça’, mas uma forma de amar”, explica a terapeuta holística Rigléia Moura, uma das organizadoras do encontro. Ela vai promover palestras, discussões em grupo, além de sorteios de brindes, como óleos de massagens.

À noite, o pessoal planeja uma esticadinha na NossaCasa Confraria das Ideias, na Vila Madalena. “Será um evento sério. Os curiosos ou quem acha que é suingue, certamente ficarão decepcionados”, diz a organizadora.

Não há estimativas oficiais sobre o número de pessoas que vive esse tipo de união em São Paulo. No Facebook, há um grupo fechado com quase 11 000 pessoas de todo o país. “Conheço dezenas de trisais na cidade. Eles dividem o mesmo teto, vão ao cinema, ao supermercado, enfim, fazem programas como um casal tradicional”, diz Rigléia.

Divorciada, Rigléia simpatiza com a causa e já estimulou casais a abrirem espaço para uma terceira pessoa. “Certa vez, atendi um homem que amava sua esposa, mas havia se apaixonado por um amigo e gostaria de incluí-lo na relação. Na terapia, a mulher revelou que sentia o mesmo desejo. Em 2016, os três completam vinte anos juntos.”

Apesar do engajamento, Rigléia é divorciada e não sabe se teria coragem de assumir um relacionamento nesses moldes. “Tenho dois filhos adolescentes e um deles é bem conservador, jamais admitiria. Eu mesma não sei se teria coragem ou sofreria crises de ciúme. Como a maioria de nós, tive uma educação monogâmica, daquelas bem tradicionais. Mas quem sabe um dia?”

(ESSA É UMA SITUAÇÃO COMPLICADA, EXIGE DESPREENDIMENTO, NÃO PODE TER ALGUÉM CIUMENTO NA RELAÇÃO, SENÃO COMPLICA.
ACHO QUE VOU LÁ VER COMO É....RS)

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/blogs/sexo-e-a-cidade/2016/01/08/tudo-sobre-o-encontro-do-poliamor-mais-de-150-trisais-e-simpatizantes-marcam-piquenique-no-parque-ibirapuera/?utm_source=redesabril_vejasp&utm_medium=facebook&utm_campaign=vejasp

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

50 fotos premiadas que provam que fotografar casamentos é uma arte.

Nesta segunda (4), o site especializado em casamentos Junebug Weddings elegeu as 50 melhores fotos de casamento do ano.

Fotógrafos de 45 países submeteram mais de 10 mil imagens ao concurso anual, chamado Best of The Best Wedding Photography Contest.

Fotógrafos reconhecidos internacionalmente como Fer Juaristi e Jose Villa foram alguns dos vencedores, mas há vários nomes iniciantes também.




"De fotos épicas de cair o queixo a registros intimistas e emocionantes, estas imagens te farão ter convicção de que a fotografia de casamento é pura arte", disse Carrie Crooks, diretora do site.

(AS FOTOS SÃO REALMENTE MUITO BONITAS, VALE A PENA CONFERIR AS OUTRAS NO LINK ABAIXO).

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2016/01/07/fotos-de-casamento-premiadas_n_8932016.html?utm_hp_ref=brazil

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Em experimento bizarro, lésbicas tocam pênis pela primeira vez.

Um vídeo nada usual está causando muita polêmica na web. Nele, mulheres lésbicas estão tendo contato com um pênis pela primeira vez e relatam suas impressões iniciais.

O experimento foi criado por Bria Kam, que também participa dele. Ao lado de duas amigas, ela apalpa e dá impressões sobre o pênis de Aleks Malczewski, que é homossexual e também amigo da criadora.

As reações de Bria e suas duas amigas são semelhantes. Ambas mostram certa surpresa com o toque, mas levam toda a experiência para um lado muito mais voltado à piada do que ao científico, se assim podemos dizer.

“Nossa, é muito, mas muito mais macio do que eu sempre imaginei na minha vida. Parece uma massinha, mas aquecida e isso é engraçado”, afirmou a organizadora do evento ao ter contato com o pênis de Aleks.

Publicado no final de dezembro, o vídeo veio à tona apenas com o ano novo. Com ele, mais de 5 milhões de visualizações e uma enxurrada de críticas que vão desde a falta da necessidade de tal experimento até críticas que chamam Bria de homofóbica.

Assista ao vídeo e opine:


Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/em-experimento-bizarro-l%C3%A9sbicas-tocam-p%C3%AAnis-pela-192307968.html

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Jaden Smith é escolhido para estrelar a nova campanha de coleção feminina da Louis Vuitton.

O ator e músico Jaden Smith, de 17 anos, filho do ator Will Smith, compra e usa roupas femininas sem nenhum pudor.

Ele já deixou bem claro que diferenciação de gênero quando o assunto são roupas é algo ultrapassado.

Por ter uma atitude ousada, em 2016, a Louis Vuitton, convidou Jaden para fazer parte da campanha de lançamento da coleção feminina Verão 2016 da marca (repetindo: feminina da marca).

A notícia foi dada por Nicolas Ghesquière, diretor criativo da Louis Vuitton, no Instagram:

“Estou muito feliz por apresentar Jaden Smith na nova campanha primavera/verão 2016, fotografado por Bruce Weber".

Em outra imagem da campanha publicada por Ghesquière, Jaden está ao lado de outras três modelos: Sarah Brannon, Rianne Van Rompaey, e Jean Campbell.

Em cenário voltado para o urbano e industrial, ele veste saia, blusa de crochê, jaqueta de couro e sapatos de verniz.



Parece que a Louis Vuitton está disposta a construir uma imagem alinhada com a diversidade de maneira ousada e inovadora, já que Jaden aposta nestes adjetivos também na hora de se vestir e faz disso um conceito, como disse ao The New York Times.

Ano passado, Jaden ganhou as redes sociais e chamou a atenção com duas atitudes. Na primeira, comprou um vestido na rede de fast-fashion Top Shop:

Em seguida, foi também de vestido a um baile de formatura

Sobre comprar roupas consideradas apenas para "meninas", ele disse:

"Aquele momento em que você está usando um vestido sem calça e você se desvia fortemente."

Boa, Jaden! :)

(ESSE GAROTO GOSTA DE UMA POLÊMICA, MAS NESSE CASO, A POLÊMICA DELE É EXTREMAMENTE VÁLIDA, QUESTIONAR ESSE TIPO DE COISA É IMPORTANTE. NÃO DEVERÍAMOS TER ROUPAS DEFINIDAS POR GÊNERO, CADA UM DEVIA VESTIR O QUE QUISESSE, DE UMA FORMA QUE SE SENTISSE BEM.
O QUE ELE FAZ HOJE É O MESMO QUE AS MULHERES DEVEM TER FEITO QUANDO COMEÇARAM A USAR CALÇAS COMPRIDAS, OU MAIÔ DE DUAS PEÇAS, ETC.
OU SEJA, QUEBRAR PARADIGMAS - ISSO É IMPORTANTE).

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2016/01/03/jaden-smith-louis-vuitton_n_8908064.html?utm_hp_ref=brazil

sábado, 2 de janeiro de 2016

8 mitos comuns sobre a masturbação.

Todo mundo se masturba. Ou quase todo mundo; de acordo com uma pesquisa nacional feita em 2009 nos Estados Unidos, cerca de 90% dos homens já havia se masturbado até os 30 anos de idade. Embora isso seja muito comum, ainda existem alguns mitos que pairam sobre o assunto. Com a ajuda de alguns profissionais de saúde, vamos desmascará-los aqui e agora.

Masturbação faz mal para o órgão sexual.

Embora seja vigorosa e um pouco violenta, a masturbação não causa nenhum dano real. Desde que a pessoa não tenha feito qualquer operação recente na região genital, como uma circuncisão, o Dr. Ira D. Sharlip, professor clínico de Urologia na UCSF, diz que é até possível (em teoria) fraturar o pênis durante a masturbação, mas que uma lesão deste tipo é muito rara.

Masturbação não afeta sua fertilidade

Homens não se tornam inférteis como resultado da masturbação, mas este ato pode reduzir temporariamente a fertilidade. “Normalmente, leva cerca de 12 a 24 horas para a contagem de esperma se normalizar após uma ejaculação anterior”, diz Sharlip. “Então, se um paciente se masturbar com muita frequência (várias vezes durante o dia), isso suprimirá temporariamente a fertilidade”. Este efeito é temporário e não implica em qualquer consequência definitiva.

Autoestimulação é altamente viciante.

É verdade que algumas pessoas se masturbam de maneira obsessiva, como as viciadas em compras ou em jogos de video game, mas isso é uma questão de saúde mental. Qualquer pessoa que se masturbe demais, permitindo que esta atividade interfira em sua rotina diária, deve procurar um profissional de saúde mental. Mesmo que a masturbação seja um problema para alguns, as pessoas não deveriam deixar de se masturbar por medo de se viciarem. Para a maioria esmagadora das pessoas, a atividade é saudável e prazerosa.
(ACHO QUE ISSO PODE ACONTECER, TEM GENTE QUE É VICIADA EM SEXO, PODE SE VICIAR TAMBÉM EM MASTURBAÇÃO. MAS COMO DIZ O DITADO, TUDO QUE É EXCESSO FAZ MAL).

Autoestimulação faz as pessoas enlouquecerem.(ESSA É ÓTIMA...RS)

Este mito se compara a outros que dizem que a masturbação deixa as pessoas cegas e faz crescer pelos nas mãos. Vale mencionar que muitos especialistas acreditam que a masturbação é benéfica para sua saúde mental. O Kinsey Institute observa que a autoestimulação pode ser relaxante, além de ajudar as pessoas a terem mais confiança em sua sexualidade.

A masturbação pode corrigir uma disfunção erétil

Os melhores tratamentos para disfunção erétil devem ser feitos por um profissional. Além disso, é improvável que a masturbação tenha algum papel na resolução deste problema. No entanto, ela pode ser usada como uma espécie de diagnóstico para conhecer a profundidade da situação do paciente. Se um homem for capaz de se manter ereto durante a masturbação, mas não conseguir fazer o mesmo em um ato sexual com outra pessoa, é provável que a disfunção erétil tenha uma causa mental e não física.

A masturbação é um bom tratamento para ejaculação precoce.

Em alguns casos, sobretudo entre os mais jovens, a masturbação antes do sexo pode ajudar um homem a durar mais tempo na cama. Isso ocorre porque quando um homem ejacula, ele geralmente leva tempo para fazê-lo novamente. Na experiência do Sharlip, no entanto, os homens que usam a ejaculação desta maneira geralmente fazem isso com sua parceira sexual, não sozinhos.

A masturbação evita câncer de próstata.

Dois estudos feitos em 2003 e 2004 trazem provas conclusivas de que homens que ejaculam mais, têm um risco menor de desenvolver câncer de próstata. Estes estudos mostraram que homens que ejaculam cerca de 20 vezes por mês tem um terço a menos de risco da doença com relação aos homens que ejaculam apenas 4 a 9 vezes por mês. Um estudo posterior, feito em 2008, adiciona uma ressalva: homens sexualmente ativos por volta dos 20 anos de idade têm um risco maior de terem câncer de próstata, particularmente se eles se masturbam muito.

O sexo fica sem graça.

Biologicamente falando, a masturbação pode levar a algo mais do que um orgasmo. "Acho que a ejaculação frequente por masturbação pode reduzir o prazer do sexo com parceiros”, diz Sharlip. Isso ocorre porque a intensidade de um segundo orgasmo é ligeiramente reduzida em relação ao primeiro, mas este cenário se aplica a qualquer tipo de ato sexual. A menos que você esteja se masturbando em excesso (sozinho ou acompanhado), é improvável que tenha problemas deste tipo.

Men’s Journal
Por Taylor Kubota

(NUNCA OUVI DIZER QUE MASTURBAÇÃO CURAVA DOENÇAS, NEM CAUSAVA, MAS QUANDO ERA CRIANÇA, OUVI DIZER QUE MASTURBAÇÃO AUMENTAVA O TAMANHO DO PENIS...RS... A GENTE IMAGINAVA QUE ERA TIPO UM EXERCÍCIO, QUANDO VOCE MALHA O MÚSCULO NÃO CRESCE? ENTÃO.... O RACIOCÍNIO É O MESMO...RS)

Fonte: https://br.vida-estilo.yahoo.com/post/136104195030/8-mitos-comuns-sobre-a-masturba%C3%A7%C3%A3o

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

12 respostas totalmente francas às suas dúvidas sobre o sexo lésbico.

Quando o assunto é sexo entre lésbicas, muitas pessoas têm perguntas de monte sobre o que de fato acontece debaixo das cobertas (ou em cima da mesa da cozinha ou no banco de trás de um carro).

Como qualquer tipo de sexo, não existe uma resposta “tamanho único” sobre o sexo entre lésbicas. Mas existem algumas coisas relacionadas ao sexo entre mulheres que parecem surgir e causar confusão com mais frequência que outras.

Na esperança de desmontar alguns mitos e proporcionar clareza, o HuffPost Gay Voices pediu a Alex Berg, produtora do HuffPost Live, à escritora Jenny Block, autora de “O Wow: Discovering Your Ultimate Orgasm” (Uau: descobrindo o seu orgasmo, em tradução livre), e a Arielle Scarcella, presença constante no YouTube, que respondessem a algumas das perguntas feitas com mais frequência sobre o sexo lésbico, para que você não precise fazê-las.

Observação: o termo “lésbica” é usado aqui em relação a atos e atividades. Não deve ser interpretado como algo que limita o possível envolvimento de alguém que pode se identificar como uma mulher que transa com mulheres mas que não se identifica especificamente como “lésbica”.

Além disso, embora as respostas sejam corretas em muitos casos, nem todas as homossexuais ou mulheres que transam com mulheres vão se identificar com todas as experiências ou situações mencionadas abaixo. Para concluir, este post contém linguagem explícita que pode não ser própria para ser vista em todos os ambientes.

O que é o sexo entre duas mulheres?

Qualquer coisa que queiramos que seja, para ser franca. O sexo lésbico tem a ver com intimidade e prazer, como deveria ser qualquer tipo de sexo. Como você quer se relacionar física/sexualmente com essa pessoa? O que é gostoso? O que lhe dá tesão? As respostas que lésbicas dão a essas perguntas são a resposta do que constitui sexo entre mulheres homossexuais. -- Jenny Block

Existem coisas específicas que as lésbicas fazem na cama?

O sexo lésbico não se limita à “tesoura”, “strap-ons” ou sexo oral. Há uma infinidade de maneiras que as mulheres lésbicas fazem sexo e uma infinidade de maneiras como elas definem o sexo. Na realidade, “sexo” pode ter um significado diferente de mulher para mulher. -- Alex Berg

Os casais de lésbicas transam de verdade?

Muitos filmes pornô parecem ter dado às pessoas a ideia de que nós, lésbicas, fazemos pouco mais que pentear os cabelos de nossas parceiras e trocar abraços com elas.

Mas lésbicas fazem sexo, sim. Fazemos aquele sexo quente, suado, safado, cheio de tesão, que não tem nada a ver com velas perfumadas e lençóis de cetim. Também fazemos amor. Mas não há nada de “menininha” no sexo entre lésbicas, a não ser o fato de nós duas sermos garotas. -- Jenny Block

Vocês não sentem falta do pênis?

Nem um pouco. Não precisamos de um pênis para termos orgasmo. Na realidade, algumas lésbicas nem precisam de penetração. A penetração é só um prazer a mais.

Os dedos são muito mais ágeis que um pênis, e há um milhão de brinquedos para ajudar. A gente se vira muito bem sem pênis! -- Jenny Block

Uma de vocês é o “homem” na cama?

Não. Não. Mil vezes não. A penetração não é a chave para o orgasmo feminino. É um dos componentes.

O sexo entre lésbicas não é uma imitação do sexo heterossexual, ainda bem, porque estudos mostram que as lésbicas têm mais orgasmos.

Por que? Porque temos os equipamentos, sabemos o que fazer com eles e não temos ideias preconcebidas de como o sexo precisa ser feito.

É isso que faz o sexo entre lésbicas ser tão maravilhoso. Eu queria que minhas amigas heterossexuais também pudessem curtir esse prazer. -- Jenny Block

Uma de vocês sempre é a agressora na cama?

Não necessariamente. Cada relacionamento é diferente e cada encontro é diferente, como é o caso com os héteros. O tipo de sexo entre lésbicas que eu curto mais é o que costumo chamar de “switch play”, ou troca de papéis.

Trocamos de papel, dependendo do astral e dos desejos de cada uma. -- Jenny Block

Lésbicas não gostam de fazer sexo oral com um dildo ou pênis, certo?

Nem todas as lésbicas querem fazer sexo com homens, mas isso não quer dizer que a gente não goste de dar ou receber sexo oral. Os “strap-ons” (cintaralhos) possibilitam jogos de poder excitantes entre mulheres e podem nos empoderar, permitindo que tomemos posse de atos sexuais héteros ou gays. -- Alex Berg

As lésbicas fazem ménages à trois?

Quando você ouve a expressão “ménage à trois”, geralmente não imagina isso envolvendo três mulheres. As lésbicas têm fama negativa de serem super-ciumentas e ansiosas, mas algumas de nós curtimos emoções mais intensas. Nesta casa não existe essa história de desinteresse sexual entre lésbicas. -- Arielle Scarcella

O sexo entre lésbicas é sexo seguro por natureza, certo?

A incidência de doenças sexualmente transmissíveis é mais baixa entre lésbicas, mas isso não quer dizer que sejamos totalmente livres de riscos.

Há muitas maneiras de fazer sexo mais seguro entre lésbicas, incluindo barreiras de látex para o sexo oral e luvas para a penetração com os dedos e o “fisting”, e não se esqueça de ferver aquele dildo antes de reutilizá-lo! Ou, se o estiver usando com várias parceiras ao mesmo tempo, coloque uma camisinha nele. -- Alex Berg

As lésbicas curtem sexo anal?

Os homens gays e os casais héteros não são os únicos a se divertir. Quer seja com um dildo, vibrador ou dedos, o sexo entre lésbicas também podem incluir a “porta dos fundos”. -- Alex Berg

As lésbicas realmente fazem fisting umas com as outras? Isso dói?

O fisting acontece de fato. Se vocês estiverem se comunicando bem e fazendo certo, não dói –é maravilhoso. -- Jincey Lumpkin

As lésbicas às vezes querem só sexo e nada mais?

Aquela velha piada segundo a qual as lésbicas vão morar juntas já no segundo encontro pode ter algum fundo de verdade, mas, como os homens gays e os héteros, há momentos em que queremos sexo e nada mais.

O sexo entre lésbicas pode ser só isso: sexo sem envolvimento emocional, porque é gostoso. -- Alex Berg

(ACREDITO QUE ESSAS DÚVIDAS ESTÃO MUITO RELACIONADAS AOS FETICHES MASCULINOS SOBRE DUAS MULHERES NA CAMA.
QUANTO A TER UMA FAZENDO O PAPEL DE HOMEM NA RELAÇÃO, EXISTEM MULHERES QUE DECIDIDAMENTE NASCERAM NO SEXO ERRADO, QUERIAM SER HOMENS, MAS NASCERAM MULHERES - A TAMMY GRETCHEN É UM EXEMPLO.
MAS TIRANDO ISSO, ACHO QUE NÃO É OBRIGATÓRIO UMA DAS DUAS ASSUMIR O PAPEL DO HOMEM, SE ELAS QUISESSEM QUE FOSSE ASSIM, ACHO QUE TRANSARIAM COM UM HOMEM....RS)

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2016/01/01/sexo-entre-lesbicas_n_8885470.html?utm_hp_ref=brazil