Uma experiencia interessante... 40 pessoas que nunca se viram antes, dão tapas na cara umas das outras....rsrs
terça-feira, 15 de julho de 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
5 coisas que os homens (e você) querem no sexo.
Por Carol Patrocínio
Essa coisa de agradar o outro na cama é meio furada. Porque aí você fica lá, pensando no que o outro iria gostar, em como você deveria agir e o que acontece? Esquece de você e, se você faz isso, adeus orgasmo. Adeus sexo bom.
Tem algumas coisas que os homens adoram na hora do sexo e que você também pode curtir tanto quanto o gato. A ideia é que seja bom para todo mundo, não é? Então inspire-se e liberte aquele lado que você deixa bem guardadinho.
1 – Dirty talk
Não precisa falar uns absurdos que vão te deixar constrangida. Qualquer coisa como “me faça gozar”, “mais forte” ou elogios sobre a performance dele já mudam o clima.
Só cuidado com aquela frase muito dita em filmes: “coloca tudo”. Pode ser que ele se ofenda por já estar todinho ali. ;)
2 - Inove
Saia da rotina! É claro que você pode terminar a brincadeira no bom e velho papai e mamãe – ele é um clássico por algum motivo -, mas se dê a chance de tentar algo novo. Faça uma busca na internet, encontre posições que ajudam você a ter orgasmos incríveis e leve para a cama. Ele vai se surpreender.
3 – Toque-se
Sim, homens têm esse fetiche. E, sim, vai ser in-crí-vel para você. Junte o útil ao agradável e divirta-se mais ainda na hora H. Você pode começar com seus próprios seios e quando se sentir mais a vontade, o clitóris a espera.
4 – Tome a iniciativa
As pessoas costumam ficar acomodadas em relacionamentos mais longos e acabam não sendo mais impulsivas como no começo – pelo menos não para o sexo. Mude isso! Mande uma mensagem no celular dizendo que essa noite quer ele todinho. Ou seduza-o assim que se encontrarem. Mas lembre-se: seja direta. Sutileza não funciona nesse momento.
5 – Fique por cima
Você é linda. E a coisa que ele mais quer é poder ver isso enquanto vocês transam. Fique por cima sem medo. Seus seios balançam? Isso é normal! Você tem barriga? Isso é normal! Você tem pouco peito? Isso também é normal. Pode ter certeza que ele vai ver tudo isso quando você estiver nua, não importa a posição. A diferença é a maneira que você lida com seu corpo. Ele é lindo, então exiba-se sem medo de ser feliz!
Fonte: https://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/5-coisas-que-os-homens-e-voc%C3%AA-querem-095229910.html
Essa coisa de agradar o outro na cama é meio furada. Porque aí você fica lá, pensando no que o outro iria gostar, em como você deveria agir e o que acontece? Esquece de você e, se você faz isso, adeus orgasmo. Adeus sexo bom.
Tem algumas coisas que os homens adoram na hora do sexo e que você também pode curtir tanto quanto o gato. A ideia é que seja bom para todo mundo, não é? Então inspire-se e liberte aquele lado que você deixa bem guardadinho.
1 – Dirty talk
Não precisa falar uns absurdos que vão te deixar constrangida. Qualquer coisa como “me faça gozar”, “mais forte” ou elogios sobre a performance dele já mudam o clima.
Só cuidado com aquela frase muito dita em filmes: “coloca tudo”. Pode ser que ele se ofenda por já estar todinho ali. ;)
2 - Inove
Saia da rotina! É claro que você pode terminar a brincadeira no bom e velho papai e mamãe – ele é um clássico por algum motivo -, mas se dê a chance de tentar algo novo. Faça uma busca na internet, encontre posições que ajudam você a ter orgasmos incríveis e leve para a cama. Ele vai se surpreender.
3 – Toque-se
Sim, homens têm esse fetiche. E, sim, vai ser in-crí-vel para você. Junte o útil ao agradável e divirta-se mais ainda na hora H. Você pode começar com seus próprios seios e quando se sentir mais a vontade, o clitóris a espera.
4 – Tome a iniciativa
As pessoas costumam ficar acomodadas em relacionamentos mais longos e acabam não sendo mais impulsivas como no começo – pelo menos não para o sexo. Mude isso! Mande uma mensagem no celular dizendo que essa noite quer ele todinho. Ou seduza-o assim que se encontrarem. Mas lembre-se: seja direta. Sutileza não funciona nesse momento.
5 – Fique por cima
Você é linda. E a coisa que ele mais quer é poder ver isso enquanto vocês transam. Fique por cima sem medo. Seus seios balançam? Isso é normal! Você tem barriga? Isso é normal! Você tem pouco peito? Isso também é normal. Pode ter certeza que ele vai ver tudo isso quando você estiver nua, não importa a posição. A diferença é a maneira que você lida com seu corpo. Ele é lindo, então exiba-se sem medo de ser feliz!
Fonte: https://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/5-coisas-que-os-homens-e-voc%C3%AA-querem-095229910.html
domingo, 13 de julho de 2014
34 coisas que as mulheres acham sexy nos homens.
Inconscientemente os homens fazem coisas que atraem as mulheres. Fizemos um levantamento com nossas leitoras!
Inconscientemente você faz coisas que agradam as mulheres. Essas respostas são delas. Se sentir que tem algo da lista que ainda não pratica, faça o favor... Pra você mesmo!
Há um tempo, escrevemos uma lista de 21 Coisas que os homens nem imaginam que achamos sexy. Teve gente que disse que os itens estavam muito limitados. Temos que concordar. Realmente 21 coisas é pouco diante das muitas que os homens são capazes de fazer - geralmente inconscientemente - que são capazes de transformá-los em seres apaixonantes. Perguntamos então, para nossas leitoras quais outras características elas acrescentariam nessa lista. E o resultado você vê na lista a seguir:
1. Quando eles ficam concentrados trabalhando em alguma coisa.
2. O jeito que eles nos abraçam quando dizemos que estamos com frio.
3. Sorriso com covinha.
4. Anéis.
5. Quando eles saem do banho só com a toalha enrolada na cintura.
6. As veias saltadas no braço e nas mãos deles.
7. Tatuagem na panturrilha ou no antebraço.
8. Quando eles sabem dançar e conduzem os passos.
9. Quando eles saem da piscina e passam a mão pra arrumar o cabelo, quando se esquecem da toalha.
10. Relógio.
11. Quando ficam sem graça ao receber um elogio.
12. Quando usam aquela calça de moletom e ficam sem camisa quando estão em casa.
13. Quando dirigem só com uma mão (se a outra estiver na nossa coxa, melhor ainda!)
14. A concentração que desenvolvem quando estão arrumando alguma coisa em casa - trocando lâmpada, arrumando o chuveiro, etc.
15. Eles se olhando no espelho quando fazem a barba.
16. A cara deles de perdidos quando choramos e eles não sabem o que fazer.
17. Ombros largos.
18. Aquela primeira olhada feliz depois do sexo.
19. A cara de tesão quando estão recebendo um boquete.
20. Quando se espreguiçam e a camisa dá uma subida enquanto a calça dá aquela descida de leve.
21. Eles tocando algum instrumento.
22. Quando eles nos beijam na testa.
23. Boné virado pra trás.
24. Quando eles ficam um pouco no sol e já pegam aquele bronze que você não consegue nem com uma semana de praia.
25. Roupa social (principalmente quando eles não têm costume de usá-las e colocam para alguma situação especial).
26. Quando eles nos seguram pela cintura.
27. Eles andando de skate.
28. Quando eles atendem o celular e ficam andando de um lado pro outro.
29. Quando eles saem do banho e chacoalham a cabeça para tirar o excesso de água.
30. Eles trocando o pneu do carro como se fosse a coisa mais simples do mundo.
31. Voz rouca.
32. Eles fazendo qualquer tarefa doméstica.
33. Homens cheirosos.
34. Quando eles são os churrasqueiros da vez.
Fonte: http://www.areah.com.br/colunas/geral/coluna/10406/1/pagina_1/34-coisas-que-as-mulheres-acham-sexy-nos-homens.aspx
Inconscientemente você faz coisas que agradam as mulheres. Essas respostas são delas. Se sentir que tem algo da lista que ainda não pratica, faça o favor... Pra você mesmo!
Há um tempo, escrevemos uma lista de 21 Coisas que os homens nem imaginam que achamos sexy. Teve gente que disse que os itens estavam muito limitados. Temos que concordar. Realmente 21 coisas é pouco diante das muitas que os homens são capazes de fazer - geralmente inconscientemente - que são capazes de transformá-los em seres apaixonantes. Perguntamos então, para nossas leitoras quais outras características elas acrescentariam nessa lista. E o resultado você vê na lista a seguir:
1. Quando eles ficam concentrados trabalhando em alguma coisa.
2. O jeito que eles nos abraçam quando dizemos que estamos com frio.
3. Sorriso com covinha.
4. Anéis.
5. Quando eles saem do banho só com a toalha enrolada na cintura.
6. As veias saltadas no braço e nas mãos deles.
7. Tatuagem na panturrilha ou no antebraço.
8. Quando eles sabem dançar e conduzem os passos.
9. Quando eles saem da piscina e passam a mão pra arrumar o cabelo, quando se esquecem da toalha.
10. Relógio.
11. Quando ficam sem graça ao receber um elogio.
12. Quando usam aquela calça de moletom e ficam sem camisa quando estão em casa.
13. Quando dirigem só com uma mão (se a outra estiver na nossa coxa, melhor ainda!)
14. A concentração que desenvolvem quando estão arrumando alguma coisa em casa - trocando lâmpada, arrumando o chuveiro, etc.
15. Eles se olhando no espelho quando fazem a barba.
16. A cara deles de perdidos quando choramos e eles não sabem o que fazer.
17. Ombros largos.
18. Aquela primeira olhada feliz depois do sexo.
19. A cara de tesão quando estão recebendo um boquete.
20. Quando se espreguiçam e a camisa dá uma subida enquanto a calça dá aquela descida de leve.
21. Eles tocando algum instrumento.
22. Quando eles nos beijam na testa.
23. Boné virado pra trás.
24. Quando eles ficam um pouco no sol e já pegam aquele bronze que você não consegue nem com uma semana de praia.
25. Roupa social (principalmente quando eles não têm costume de usá-las e colocam para alguma situação especial).
26. Quando eles nos seguram pela cintura.
27. Eles andando de skate.
28. Quando eles atendem o celular e ficam andando de um lado pro outro.
29. Quando eles saem do banho e chacoalham a cabeça para tirar o excesso de água.
30. Eles trocando o pneu do carro como se fosse a coisa mais simples do mundo.
31. Voz rouca.
32. Eles fazendo qualquer tarefa doméstica.
33. Homens cheirosos.
34. Quando eles são os churrasqueiros da vez.
Fonte: http://www.areah.com.br/colunas/geral/coluna/10406/1/pagina_1/34-coisas-que-as-mulheres-acham-sexy-nos-homens.aspx
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Conheça as 5 fantasias mais vendidas em sex shop.
Por Carol Patrocínio
Todo mundo tem fantasias sexuais. Umas mais malucas, outras bem simples. Mas nem todo mundo tem o fetiche de se fantasiar na hora do sexo. Ou tem, sei lá. A questão é: de que o brasileiro mais gosta de se vestir para apimentar a hora H?
A Loja do Prazer, site que vende artigos eróticos – como isso facilitou a vida de quem morre de verdade de entrar em uma loja física de sex shop, né? – divulgou uma lista com as cinco fantasias mais vendidas para homens e para mulheres. Vale lembrar que as fantasias não são usadas juntas, hein! Olha só!
5 – Noiva e Soldado
As duas fantasias são uma busca por poder, né? O soldado porque é uma autoridade e a noiva, bem, porque assim que ela veste aquele vestido, passa a ser uma autoridade da festa (o casamento).
4 – Comissária de bordo e Marinheiro
Viagens. Tem um quê de exótico, não? As duas fantasias mostram pessoas que viajam o mundo, conhecem o diferente e não se apegam, pois sempre precisam partir.
3 – Empregada e Médico
Mais uma brincadeira com o poder. Mas dessa vez não é em pé de igualdade. Homens querem mandar, mulheres querem obedecer.
2 – Colegial e Bombeiro
A vítima e o herói. Quão maluco é isso? Homens adoram ser heróis e as mulheres podem interpretar o papel de garota em apuros numa boa. Fora que colegial ainda carrega todo o fetiche de virgem...
1 – Enfermeira e Policial
O bom e velho uniforme que deixa as pessoas animadinhas. Nunca entendi isso direito, mas parece que funciona, já que os dois estão no topo da lista. Você já usou uma fantasia assim? Qual?
Fonte: https://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/conhe%C3%A7a-5-fantasias-mais-vendidas-em-sex-shop-094616548.html?page=all
Todo mundo tem fantasias sexuais. Umas mais malucas, outras bem simples. Mas nem todo mundo tem o fetiche de se fantasiar na hora do sexo. Ou tem, sei lá. A questão é: de que o brasileiro mais gosta de se vestir para apimentar a hora H?
A Loja do Prazer, site que vende artigos eróticos – como isso facilitou a vida de quem morre de verdade de entrar em uma loja física de sex shop, né? – divulgou uma lista com as cinco fantasias mais vendidas para homens e para mulheres. Vale lembrar que as fantasias não são usadas juntas, hein! Olha só!
5 – Noiva e Soldado
As duas fantasias são uma busca por poder, né? O soldado porque é uma autoridade e a noiva, bem, porque assim que ela veste aquele vestido, passa a ser uma autoridade da festa (o casamento).
4 – Comissária de bordo e Marinheiro
Viagens. Tem um quê de exótico, não? As duas fantasias mostram pessoas que viajam o mundo, conhecem o diferente e não se apegam, pois sempre precisam partir.
3 – Empregada e Médico
Mais uma brincadeira com o poder. Mas dessa vez não é em pé de igualdade. Homens querem mandar, mulheres querem obedecer.
2 – Colegial e Bombeiro
A vítima e o herói. Quão maluco é isso? Homens adoram ser heróis e as mulheres podem interpretar o papel de garota em apuros numa boa. Fora que colegial ainda carrega todo o fetiche de virgem...
1 – Enfermeira e Policial
O bom e velho uniforme que deixa as pessoas animadinhas. Nunca entendi isso direito, mas parece que funciona, já que os dois estão no topo da lista. Você já usou uma fantasia assim? Qual?
Fonte: https://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/conhe%C3%A7a-5-fantasias-mais-vendidas-em-sex-shop-094616548.html?page=all
quinta-feira, 10 de julho de 2014
A primeira vez que você dorme na casa dele.
Por Danilo Barba
Ele pode ser uma conexão casual ou apenas um paquera que você nunca nem conversou, pouco importa. A primeira noite juntos é (quase) sempre emocionante e estranha ao mesmo tempo. Vocês estão se conhecendo e apesar de tudo soar natural e confortável, ainda assim é inevitável que algumas situações esquisitas aconteçam ou já tenham acontecido com você. Confira a seguir as mais hilárias e boa noitada!
1) Você finge que vai pra casa mesmo sem nenhuma intenção de ir
De repente, já são três da manhã e você ainda não foi pra casa. Como não rolou um convite formal e antecipado para dormir na casa dele, você joga no ar que precisa ir embora, pois vai ficar muito tarde pra voltar (só para sentir se ele quer realmente que você fique). Afinal, tudo o que você não quer é dar uma de “entrona” na casa do cara.
2) Escovar os dentes é uma missão difícil
Se você não é do tipo que carrega escova de dente na bolsa, se contente com a tática da pasta de dente no dedo e torça para não acordar de mau hálito. Se não encontrar nada para melhorar o inconveniente matinal, faça um enxágue bucal com água mesmo e boa sorte!
3) Ele te oferece roupas para dormir — e elas ficam engraçadas em você
A última coisa que você quer é dormir com seu vestido de paetê que pinica e dá coceira. Fora que parece um pouco (bastante) antiquado para dormir. Ele te oferece uma bermuda e uma camiseta que te fazem parecer um jogador de hockey e, apesar de estar bem diferente do que gostaria, essa é a sua única opção no momento. É isso ou vestido de paetê.
4) Você não sabe se deve lavar o rosto
Na verdade, você sabe que deveria, mas sem o seu removedor de maquiagem confiável o seu pretendente vai acabar te confundindo com um guaxinim, certo? Errado! Embora não seja recomendável, muitas garotas dormem de maquiagem. Vamos colocar desta forma: se ele realmente curtir passar a noite com você, se sentirá especial por poder te ver sem artifícios e cosméticos — nem que seja só por alguns instantes.
5) Horas se passaram e a questão permanece: fico na posição de conchinha pro resto da noite ou me separo dele?
Essa é uma parte confusa de dormir com alguém novo. Se você é do tipo carinhosa na hora de dormir, e ele precisa de alguns centímetros de distância para conseguir relaxar, talvez a primeira noite juntos seja meio esquisita.
6) Meu Deus, ele está roncando?
Acha isso normal, broxante ou irritante? Ótima oportunidade de saber como você se sente em situações como essa. Isso se você já não estiver roncando do outro lado também.
7) Você acorda e reza para o seu cabelo estar razoável.
Seu cabelo está uma bagunça, sua cara está cheia de marcas de travesseiro e você consegue sentir o seu hálito forte de manhã. Enquanto isso, ele está exatamente igual à ontem (claro, ele dormiu na casa dele!). Pois é, a vida nem sempre é justa com todos nós.
8) Você vai embora de manhã vestindo a roupa da festa de ontem à noite
Beleza, o seu look estava maravilhoso ontem à noite e você arrasou, mas pode ter certeza que de manhã esse brilho todo não vai cair bem. Há a opção de ir embora disfarçada de jogador de hockey (com as roupas dele) ou fantasiada de Barbie, com seu vestido de paetê e sandália salto agulha em plena manhã de domingo. Difíceis decisões.
Fonte: https://br.mulher.yahoo.com/blogs/sexo-oposto/primeira-vez-que-voc%C3%AA-dorme-na-casa-um-015254610.html
Ele pode ser uma conexão casual ou apenas um paquera que você nunca nem conversou, pouco importa. A primeira noite juntos é (quase) sempre emocionante e estranha ao mesmo tempo. Vocês estão se conhecendo e apesar de tudo soar natural e confortável, ainda assim é inevitável que algumas situações esquisitas aconteçam ou já tenham acontecido com você. Confira a seguir as mais hilárias e boa noitada!
1) Você finge que vai pra casa mesmo sem nenhuma intenção de ir
De repente, já são três da manhã e você ainda não foi pra casa. Como não rolou um convite formal e antecipado para dormir na casa dele, você joga no ar que precisa ir embora, pois vai ficar muito tarde pra voltar (só para sentir se ele quer realmente que você fique). Afinal, tudo o que você não quer é dar uma de “entrona” na casa do cara.
2) Escovar os dentes é uma missão difícil
Se você não é do tipo que carrega escova de dente na bolsa, se contente com a tática da pasta de dente no dedo e torça para não acordar de mau hálito. Se não encontrar nada para melhorar o inconveniente matinal, faça um enxágue bucal com água mesmo e boa sorte!
3) Ele te oferece roupas para dormir — e elas ficam engraçadas em você
A última coisa que você quer é dormir com seu vestido de paetê que pinica e dá coceira. Fora que parece um pouco (bastante) antiquado para dormir. Ele te oferece uma bermuda e uma camiseta que te fazem parecer um jogador de hockey e, apesar de estar bem diferente do que gostaria, essa é a sua única opção no momento. É isso ou vestido de paetê.
4) Você não sabe se deve lavar o rosto
Na verdade, você sabe que deveria, mas sem o seu removedor de maquiagem confiável o seu pretendente vai acabar te confundindo com um guaxinim, certo? Errado! Embora não seja recomendável, muitas garotas dormem de maquiagem. Vamos colocar desta forma: se ele realmente curtir passar a noite com você, se sentirá especial por poder te ver sem artifícios e cosméticos — nem que seja só por alguns instantes.
5) Horas se passaram e a questão permanece: fico na posição de conchinha pro resto da noite ou me separo dele?
Essa é uma parte confusa de dormir com alguém novo. Se você é do tipo carinhosa na hora de dormir, e ele precisa de alguns centímetros de distância para conseguir relaxar, talvez a primeira noite juntos seja meio esquisita.
6) Meu Deus, ele está roncando?
Acha isso normal, broxante ou irritante? Ótima oportunidade de saber como você se sente em situações como essa. Isso se você já não estiver roncando do outro lado também.
7) Você acorda e reza para o seu cabelo estar razoável.
Seu cabelo está uma bagunça, sua cara está cheia de marcas de travesseiro e você consegue sentir o seu hálito forte de manhã. Enquanto isso, ele está exatamente igual à ontem (claro, ele dormiu na casa dele!). Pois é, a vida nem sempre é justa com todos nós.
8) Você vai embora de manhã vestindo a roupa da festa de ontem à noite
Beleza, o seu look estava maravilhoso ontem à noite e você arrasou, mas pode ter certeza que de manhã esse brilho todo não vai cair bem. Há a opção de ir embora disfarçada de jogador de hockey (com as roupas dele) ou fantasiada de Barbie, com seu vestido de paetê e sandália salto agulha em plena manhã de domingo. Difíceis decisões.
Fonte: https://br.mulher.yahoo.com/blogs/sexo-oposto/primeira-vez-que-voc%C3%AA-dorme-na-casa-um-015254610.html
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Mulher que 'dormiu com 10 mil homens' diz não fazer sexo há 3 anos.
Há pelo menos três anos a australiana de 36 anos que afirma já ter dormido com 10 mil homens diz estar sem sexo. Gwyneth Montenegro está lançando o livro “10.000 Men and Counting” ("10 mil homens e ainda contando", na tradução livre) no qual relata sua experiência de 12 anos trabalhando como garota de programa de luxo, sua dependência de drogas e álcool e o abandono. Em entrevista exclusiva ao PAGE NOT FOUND, antes de iniciar um tour pelos Estados Unidos e pela Europa para lançamento do livro, Gwyneth conta como enfrentou o bullying na adolescência e ingressou na carreira da prostituição, superou um estupro coletivo, a morte do pai e como se tornou uma piloto comercial, oradora motivacional, consultora especializada em programação neurolinguística e empresária.
PAGE NOT FOUND: Quando você teve a ideia de escrever um livro sobre sua história?
GWYNETH MONTENEGRO: Decidi escrever esse livro há uns três anos, foi um trabalho muito introspectivo porque resgatei todos os sentimentos e segredos que vinha guardando durante muito tempo. Escrevi todo o livro em oito meses, me dedicando em tempo integral para isso. Foi uma experiência catártica, eu mergulhei nas minhas emoções e deixei as coisas fluírem. Esse processo foi realmente poderoso e me deu mais confiança em mim mesma.
PNF: Como você se tornou uma acompanhante de luxo?
GWYNETH: Eu tinha uma vida normal, trabalha em um shopping, e namorava um cara por quem eu era realmente apaixonada. Mas era um amor juvenil, eu tinha 19 anos. Quando a gente terminou eu fiquei devastada, perdida, depressiva mesmo. Foi quando pensei “por que não usar o meu corpo ao meu favor?”. Eu já tinha trabalhado como modelo por um tempo e comecei então a dançar em boates. Depois de um tempo, percebi que trabalhar como acompanhante de luxo era um bom negócio, que dava para fazer um bom dinheiro com isso. No início eu comecei a dividir meu tempo entre a dança e o trabalho como acompanhante, mas quando vi que isso dava mais dinheiro acabei optando por esse caminho
PNF: Você se lembra do primeiro programa? Foi para se sentir confortável que você começou a beber e usar drogas?
GWYNETH: Eu já tinha a experiência com a dança nas boates e isso me ajudou muito. Depois que você vende o seu corpo uma vez você pode vender outras 500 que vai ser da mesma forma. É claro que beber e usar drogas fazia parte daquele mundo e eu me lembro de me embriagar para fugir da minha realidade. Eu me lembro que um dos clientes mais frequentes sempre usava cocaína e eu acabei indo na mesma onda.
PNF: Você foi vítima de um estupro coletivo. Como foi isso?
GWYNETH: Eu fui estuprada depois de ser abandonada pelos meus amigos em uma boate. Alguém colocou alguma droga na minha bebida e foi quando tudo aconteceu. Eu não tinha muita consciência do que estava acontecendo, mas não conseguia fazer nada para impedir. Foi uma experiência terrível porque eu cresci em uma família cristã, minha primeira relação sexual foi teoricamente tarde para os dias de hoje, eu tinha 17 anos. O estupro coletivo ocorreu quando eu tinha acabado de fazer 18. Foi uma experiência realmente apavorante pra mim. Eu já tinha sofrido muito bullying na escola, era o “patinho feio”, alta demais, inocente e tímida. Daí, quando os meus amigos me deixaram sozinha naquela boate e eu acabei sendo estuprada. Perdi todo a confiança na raça humana. Reviver tudo isso para escrever o livro foi muito doloroso, mas, ao mesmo tempo, foi um resgate do que eu sou e do que eu me tornei.
PNF: Quando você decidiu parar?
GWYNETH: Teve um momento no qual eu trabalhava para a agência de veículos Broco e também para uma agência de acompanhantes de luxo. Eu tinha uns 24 anos e estava realmente viciada em drogas. Um dia estava bem chapada e sofri um acidente de carro horrível. Quase morri. Sério, eu encarei a morte e esse foi o estopim para parar com a vida que eu levava. Foi como uma advertência para me mostrar o quanto a vida é curta. Esse acidente foi uma experiência tão apavorante que eu acabei contando para os meus pais tudo o que eu vinha fazendo, quando eles me visitaram no hospital. Foi muito doloroso pra mim e para eles, porque eles sempre foram muito católicos, mas não me nunca julgaram. Após o acidente criei um medo tremendo para dirigir carros, mas, por outro lado, resolvi estudar para pilotar aviões. Então, seis meses depois do acidente eu tirei a minha carteira de aviação. Eu estava apaixonada por voar, até que tive um sério problema de saúde e tive que retirar o rim. Com isso, perdi o meu certificado para pilotar aviões por uma questão médica e de segurança com os passageiros. Isso me devastou e eu voltei a trabalhar como acompanhante.
PNF: Como foi esse retorno?
GWYNETH: Eu estava com 30 e poucos e pensei: "Se eu for voltar para essa vida vai ser para fazer meu pé de meia". Então eu comecei a trabalhar e guardar e investir meu dinheiro. Hoje eu tenho uma propriedade e há três anos parei de fato com esse trabalho.
PNF: Você namorou alguém nesses 12 anos?
GWYNETH: Não, na verdade era muito difícil ter um relacionamento sério com alguém quando você trabalha como uma acompanhante de luxo.
PNF: Você realmente transou com 10 mil homens ou você só usou o número como um símbolo para o livro?
GWYNETH: Não é um número simbólico. Eu cheguei a esse número baseada nos impostos que eu pagava todas as vezes que me encontrava com um cliente. O valor dos impostos pagos me levou à quantidade. Quando fiz as contas e cheguei a esse número pensei: “Uau, isso é muita coisa. Me doeu, sabe?”.
PNF: E você se lembra de todos eles ou de algum em especial?
GWYNETH: Não me lembro de todos, não mesmo. Claro que os mais frequentes, os mais engraçados ou os mais estranhos não dá para esquecer.
PNF: Em seu livro você descreve sobre as escandalosas atividades e orgias sexuais as quais você se submeteu. Que tipo de coisa você fazia?
GWYNETH: Eu era muito jovem, sabe. Comecei muito tímida e, aos poucos, fui ganhando segurança comigo mesma e passei a entregar serviços além do que os meus clientes estavam esperando. Muitos homens choravam e queriam apenas um pouco de intimidade, não era uma coisa tão mecânica ou só pelo sexo. Eles realmente querem conhecer a mulher que está ali e era assim que aconteciam as coisas. Algumas vezes eles tinham uma fantasia e eu as realizava, afinal aquilo era parte do meu trabalho. Encontros bissexuais eram comuns, eu ia para cama com um outro homem e uma garota. Nas orgias participavam cerca de quatro, cinco homens. Não mais do que seis. Era comum também sempre ter uma outra mulher nesses encontros. Nunca fiz sexo sem camisinha e fazia sempre testes mensais para checar se tinha alguma doença sexualmente transmissível.
PNF: Qual foi o pedido mais estranho que você recebeu?
GWYNETH: Oh, meu Deus! Um dos meus clientes quis se vestir de mulher, ele colocou lingerie e até mesmo maquiagem. Nós estávamos em um quarto de hotel que tinha uma varanda para a área da piscina e depois de um tempo percebemos que todo mundo podia nos ver. Foi muito engraçado e constrangedor ao mesmo tempo. Foi um show de exibicionismo, meu Deus. Foi embaraçoso, mas eu conto coisas muito mais escandalosas no livro.
PNF: Sua vida era cheia de luxo e glamour, certo?
GWYNETH: Sim, muitas viagens, carrões, hotéis. Fiz algumas viagens internacionais a trabalho, fui para Bora Bora (Polinésia Francesa), por exemplo. Eu era uma acompanhante de luxo e fazia o meu trabalho muito bem. O segredo de uma boa acompanhante é a discrição, eu sempre estava bem vestida, mas não era vulgar. Eu era uma companhia, alguém com quem as pessoas conversavam em um jantar e sequer imaginavam que eu estava trabalhando. Eu cheguei a fazer algo como 20 mil dólares australianos (cerca de R$ 41 mil).
PNF: Você sentiu em algum momento que a sua vida estava em perigo?
GWYNETH: As pessoas eram muito legais comigo, acho que eu tive muita sorte na verdade. Não tive clientes violentos ou que se impunham sobre mim. Eu sou uma mulher de presença, sou alta e corpulenta. Sei impor respeito.
PNF: Você fez amigos neste ramo?
GWYNETH: Não, não. Eu sempre fazia amigos fora dessa área. É até fácil ter “amigos” neste ramo, mas não é uma amizade de verdade. As relações são bem falsas e superficiais.
PNF: Como é a sua relação com sua família e amigos agora?
GWYNETH: Meus pais sempre me apoiaram, embora não se orgulhassem do que eu fazia. Meu pai morreu há quatro anos de câncer, e essa perda foi uma das coisas que me impulsionou a encerrar a carreira como acompanhante de luxo. Tenho cinco grandes amigos, que são o máximo pra mim. Claro que no Facebook tenho alguns da época da escola, mas que não fazem ideia do que eu fazia da vida. Acho que agora com a publicação do livro vão saber, né? (risos). Com certeza isso vai me render muitas conversas no Facebook.
PNF: Como era e como é sua relação com o dinheiro hoje?
GWYNETH: Essa é uma boa pergunta! Eu era muito boa em gastar dinheiro, adorava fazer compras, era uma terapia pra mim. Sempre tive vestidos lindos, sapatos caros. Eu dizia para os meus amigos e para os meus parentes que não sabiam do meu trabalho que eu continuava trabalhando como modelo e fazendo comerciais. Eu era uma boa mentirosa. Hoje em dia sou uma pessoa mais centrada, sei guardar e investir meu dinheiro. Quando eu avalio o que eu fazia com o meu dinheiro antes fico observando o quanto eu era dissociada do real valor das coisas.
PNF: Você recebia boas gorjetas?
GWYNETH: Claro! Perfumes, chocolates, jantares luxosos. Eu era muito bem tratada.
PNF: Como é sua vida sexual atualmente? Está namorando alguém?
GWYNETH: Não! Eu estou solteira há cinco anos e não estou pronta para namorar ninguém agora. Tenho focado minhas energias no meu negócio, não tenho tempo para nada além disso. Eu parei de trabalhar como acompanhante há três anos e desde então não fiz mais sexo.
PNF: E você não sente falta?
GWYNETH: Sim (risos), claro. Mas não tenho pensado nisso, eu estou bem concentrada no meu trabalho. Às vezes fico imaginando como vai ser o meu primeiro encontro amoroso depois do livro, sabe? Eu vou me apresentar para alguém como a autora de “10 Mil Homens e Ainda Contando”? Vai ser interessante.
PNF: É provável que as pessoas que se aproximem de você estejam interessadas na sua habilidade e experiência sexual. Não tem medo de se envolver com alguém assim?
GWYNETH: Uma das boas coisas dessa profissão é que você aprende a ler as pessoas porque você precisa aprender a ler as necessidades e as preferências das pessoas. Eu, particularmente, tenho uma intuição muito boa então sei que não vou cair em nenhuma armadilha assim.
PNF: Você está preparando uma sequência para o livro, certo? Sobre o que você vai falar?
GWYNETH: Vou contar mais histórias sobre o meu passado. Tenho muita coisa para contar ainda.
PNF: Sua história é real, mas você se inspirou no estilo de Erika Leonard James, de “50 tons de cinza”?
GWYNETH: Eu li alguns dos livros e a acho fantástica, mas a minha história é completamente diferente porque é real. Eu escrevi para mostrar que a carreira não é glamourosa e luxuosa como as pessoas imaginam. Você realmente vai usar vestidos lindos, ir a lugares incríveis e ter muito dinheiro, mas a gente acaba pagando um preço muito alto do desgaste psicológico e mental que não compensa. Especialmente se você fica muito tempo nesse ramo, como foi o meu caso. Eu definitivamente mostro esse mundo como ele realmente é com todos os problemas.
PNF: Hoje você trabalha encorajando mulheres. De onde você tira tanta confiança e autoestima?
GWYNETH: Eu não diria que sou uma feminista, mas sou uma defensora da igualdade e das minorias. Sou adepta de uma campanha antibullying e sou contra qualquer tipo de preconceito. Eu adoro inspirar as pessoas, ajudá-las a confiar nelas mesmas. Não acho que nada seja impossível para alguém. Se eu pudesse voltar no tempo eu jamais trabalharia como acompanhante. O dinheiro não vale a pena. Eu vejo o quanto eu poderia ter feito, eu consegui tirar a minha certificação para pilotar e agora fiz o curso de programação neurolinguística, criei a Fundação "Fearless" e hoje me sinto muito feliz por inspirar as pessoas. Isso tem me ajudado muito não só a lidar com os meus dilemas e conflitos internos quanto com o das outras pessoas.
Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2014/06/26/mulher-que-dormiu-com-10-mil-homens-diz-nao-fazer-sexo-ha-3-anos-540496.asp
PAGE NOT FOUND: Quando você teve a ideia de escrever um livro sobre sua história?
GWYNETH MONTENEGRO: Decidi escrever esse livro há uns três anos, foi um trabalho muito introspectivo porque resgatei todos os sentimentos e segredos que vinha guardando durante muito tempo. Escrevi todo o livro em oito meses, me dedicando em tempo integral para isso. Foi uma experiência catártica, eu mergulhei nas minhas emoções e deixei as coisas fluírem. Esse processo foi realmente poderoso e me deu mais confiança em mim mesma.
PNF: Como você se tornou uma acompanhante de luxo?
GWYNETH: Eu tinha uma vida normal, trabalha em um shopping, e namorava um cara por quem eu era realmente apaixonada. Mas era um amor juvenil, eu tinha 19 anos. Quando a gente terminou eu fiquei devastada, perdida, depressiva mesmo. Foi quando pensei “por que não usar o meu corpo ao meu favor?”. Eu já tinha trabalhado como modelo por um tempo e comecei então a dançar em boates. Depois de um tempo, percebi que trabalhar como acompanhante de luxo era um bom negócio, que dava para fazer um bom dinheiro com isso. No início eu comecei a dividir meu tempo entre a dança e o trabalho como acompanhante, mas quando vi que isso dava mais dinheiro acabei optando por esse caminho
PNF: Você se lembra do primeiro programa? Foi para se sentir confortável que você começou a beber e usar drogas?
GWYNETH: Eu já tinha a experiência com a dança nas boates e isso me ajudou muito. Depois que você vende o seu corpo uma vez você pode vender outras 500 que vai ser da mesma forma. É claro que beber e usar drogas fazia parte daquele mundo e eu me lembro de me embriagar para fugir da minha realidade. Eu me lembro que um dos clientes mais frequentes sempre usava cocaína e eu acabei indo na mesma onda.
PNF: Você foi vítima de um estupro coletivo. Como foi isso?
GWYNETH: Eu fui estuprada depois de ser abandonada pelos meus amigos em uma boate. Alguém colocou alguma droga na minha bebida e foi quando tudo aconteceu. Eu não tinha muita consciência do que estava acontecendo, mas não conseguia fazer nada para impedir. Foi uma experiência terrível porque eu cresci em uma família cristã, minha primeira relação sexual foi teoricamente tarde para os dias de hoje, eu tinha 17 anos. O estupro coletivo ocorreu quando eu tinha acabado de fazer 18. Foi uma experiência realmente apavorante pra mim. Eu já tinha sofrido muito bullying na escola, era o “patinho feio”, alta demais, inocente e tímida. Daí, quando os meus amigos me deixaram sozinha naquela boate e eu acabei sendo estuprada. Perdi todo a confiança na raça humana. Reviver tudo isso para escrever o livro foi muito doloroso, mas, ao mesmo tempo, foi um resgate do que eu sou e do que eu me tornei.
PNF: Quando você decidiu parar?
GWYNETH: Teve um momento no qual eu trabalhava para a agência de veículos Broco e também para uma agência de acompanhantes de luxo. Eu tinha uns 24 anos e estava realmente viciada em drogas. Um dia estava bem chapada e sofri um acidente de carro horrível. Quase morri. Sério, eu encarei a morte e esse foi o estopim para parar com a vida que eu levava. Foi como uma advertência para me mostrar o quanto a vida é curta. Esse acidente foi uma experiência tão apavorante que eu acabei contando para os meus pais tudo o que eu vinha fazendo, quando eles me visitaram no hospital. Foi muito doloroso pra mim e para eles, porque eles sempre foram muito católicos, mas não me nunca julgaram. Após o acidente criei um medo tremendo para dirigir carros, mas, por outro lado, resolvi estudar para pilotar aviões. Então, seis meses depois do acidente eu tirei a minha carteira de aviação. Eu estava apaixonada por voar, até que tive um sério problema de saúde e tive que retirar o rim. Com isso, perdi o meu certificado para pilotar aviões por uma questão médica e de segurança com os passageiros. Isso me devastou e eu voltei a trabalhar como acompanhante.
PNF: Como foi esse retorno?
GWYNETH: Eu estava com 30 e poucos e pensei: "Se eu for voltar para essa vida vai ser para fazer meu pé de meia". Então eu comecei a trabalhar e guardar e investir meu dinheiro. Hoje eu tenho uma propriedade e há três anos parei de fato com esse trabalho.
PNF: Você namorou alguém nesses 12 anos?
GWYNETH: Não, na verdade era muito difícil ter um relacionamento sério com alguém quando você trabalha como uma acompanhante de luxo.
PNF: Você realmente transou com 10 mil homens ou você só usou o número como um símbolo para o livro?
GWYNETH: Não é um número simbólico. Eu cheguei a esse número baseada nos impostos que eu pagava todas as vezes que me encontrava com um cliente. O valor dos impostos pagos me levou à quantidade. Quando fiz as contas e cheguei a esse número pensei: “Uau, isso é muita coisa. Me doeu, sabe?”.
PNF: E você se lembra de todos eles ou de algum em especial?
GWYNETH: Não me lembro de todos, não mesmo. Claro que os mais frequentes, os mais engraçados ou os mais estranhos não dá para esquecer.
PNF: Em seu livro você descreve sobre as escandalosas atividades e orgias sexuais as quais você se submeteu. Que tipo de coisa você fazia?
GWYNETH: Eu era muito jovem, sabe. Comecei muito tímida e, aos poucos, fui ganhando segurança comigo mesma e passei a entregar serviços além do que os meus clientes estavam esperando. Muitos homens choravam e queriam apenas um pouco de intimidade, não era uma coisa tão mecânica ou só pelo sexo. Eles realmente querem conhecer a mulher que está ali e era assim que aconteciam as coisas. Algumas vezes eles tinham uma fantasia e eu as realizava, afinal aquilo era parte do meu trabalho. Encontros bissexuais eram comuns, eu ia para cama com um outro homem e uma garota. Nas orgias participavam cerca de quatro, cinco homens. Não mais do que seis. Era comum também sempre ter uma outra mulher nesses encontros. Nunca fiz sexo sem camisinha e fazia sempre testes mensais para checar se tinha alguma doença sexualmente transmissível.
PNF: Qual foi o pedido mais estranho que você recebeu?
GWYNETH: Oh, meu Deus! Um dos meus clientes quis se vestir de mulher, ele colocou lingerie e até mesmo maquiagem. Nós estávamos em um quarto de hotel que tinha uma varanda para a área da piscina e depois de um tempo percebemos que todo mundo podia nos ver. Foi muito engraçado e constrangedor ao mesmo tempo. Foi um show de exibicionismo, meu Deus. Foi embaraçoso, mas eu conto coisas muito mais escandalosas no livro.
PNF: Sua vida era cheia de luxo e glamour, certo?
GWYNETH: Sim, muitas viagens, carrões, hotéis. Fiz algumas viagens internacionais a trabalho, fui para Bora Bora (Polinésia Francesa), por exemplo. Eu era uma acompanhante de luxo e fazia o meu trabalho muito bem. O segredo de uma boa acompanhante é a discrição, eu sempre estava bem vestida, mas não era vulgar. Eu era uma companhia, alguém com quem as pessoas conversavam em um jantar e sequer imaginavam que eu estava trabalhando. Eu cheguei a fazer algo como 20 mil dólares australianos (cerca de R$ 41 mil).
PNF: Você sentiu em algum momento que a sua vida estava em perigo?
GWYNETH: As pessoas eram muito legais comigo, acho que eu tive muita sorte na verdade. Não tive clientes violentos ou que se impunham sobre mim. Eu sou uma mulher de presença, sou alta e corpulenta. Sei impor respeito.
PNF: Você fez amigos neste ramo?
GWYNETH: Não, não. Eu sempre fazia amigos fora dessa área. É até fácil ter “amigos” neste ramo, mas não é uma amizade de verdade. As relações são bem falsas e superficiais.
PNF: Como é a sua relação com sua família e amigos agora?
GWYNETH: Meus pais sempre me apoiaram, embora não se orgulhassem do que eu fazia. Meu pai morreu há quatro anos de câncer, e essa perda foi uma das coisas que me impulsionou a encerrar a carreira como acompanhante de luxo. Tenho cinco grandes amigos, que são o máximo pra mim. Claro que no Facebook tenho alguns da época da escola, mas que não fazem ideia do que eu fazia da vida. Acho que agora com a publicação do livro vão saber, né? (risos). Com certeza isso vai me render muitas conversas no Facebook.
PNF: Como era e como é sua relação com o dinheiro hoje?
GWYNETH: Essa é uma boa pergunta! Eu era muito boa em gastar dinheiro, adorava fazer compras, era uma terapia pra mim. Sempre tive vestidos lindos, sapatos caros. Eu dizia para os meus amigos e para os meus parentes que não sabiam do meu trabalho que eu continuava trabalhando como modelo e fazendo comerciais. Eu era uma boa mentirosa. Hoje em dia sou uma pessoa mais centrada, sei guardar e investir meu dinheiro. Quando eu avalio o que eu fazia com o meu dinheiro antes fico observando o quanto eu era dissociada do real valor das coisas.
PNF: Você recebia boas gorjetas?
GWYNETH: Claro! Perfumes, chocolates, jantares luxosos. Eu era muito bem tratada.
PNF: Como é sua vida sexual atualmente? Está namorando alguém?
GWYNETH: Não! Eu estou solteira há cinco anos e não estou pronta para namorar ninguém agora. Tenho focado minhas energias no meu negócio, não tenho tempo para nada além disso. Eu parei de trabalhar como acompanhante há três anos e desde então não fiz mais sexo.
PNF: E você não sente falta?
GWYNETH: Sim (risos), claro. Mas não tenho pensado nisso, eu estou bem concentrada no meu trabalho. Às vezes fico imaginando como vai ser o meu primeiro encontro amoroso depois do livro, sabe? Eu vou me apresentar para alguém como a autora de “10 Mil Homens e Ainda Contando”? Vai ser interessante.
PNF: É provável que as pessoas que se aproximem de você estejam interessadas na sua habilidade e experiência sexual. Não tem medo de se envolver com alguém assim?
GWYNETH: Uma das boas coisas dessa profissão é que você aprende a ler as pessoas porque você precisa aprender a ler as necessidades e as preferências das pessoas. Eu, particularmente, tenho uma intuição muito boa então sei que não vou cair em nenhuma armadilha assim.
PNF: Você está preparando uma sequência para o livro, certo? Sobre o que você vai falar?
GWYNETH: Vou contar mais histórias sobre o meu passado. Tenho muita coisa para contar ainda.
PNF: Sua história é real, mas você se inspirou no estilo de Erika Leonard James, de “50 tons de cinza”?
GWYNETH: Eu li alguns dos livros e a acho fantástica, mas a minha história é completamente diferente porque é real. Eu escrevi para mostrar que a carreira não é glamourosa e luxuosa como as pessoas imaginam. Você realmente vai usar vestidos lindos, ir a lugares incríveis e ter muito dinheiro, mas a gente acaba pagando um preço muito alto do desgaste psicológico e mental que não compensa. Especialmente se você fica muito tempo nesse ramo, como foi o meu caso. Eu definitivamente mostro esse mundo como ele realmente é com todos os problemas.
PNF: Hoje você trabalha encorajando mulheres. De onde você tira tanta confiança e autoestima?
GWYNETH: Eu não diria que sou uma feminista, mas sou uma defensora da igualdade e das minorias. Sou adepta de uma campanha antibullying e sou contra qualquer tipo de preconceito. Eu adoro inspirar as pessoas, ajudá-las a confiar nelas mesmas. Não acho que nada seja impossível para alguém. Se eu pudesse voltar no tempo eu jamais trabalharia como acompanhante. O dinheiro não vale a pena. Eu vejo o quanto eu poderia ter feito, eu consegui tirar a minha certificação para pilotar e agora fiz o curso de programação neurolinguística, criei a Fundação "Fearless" e hoje me sinto muito feliz por inspirar as pessoas. Isso tem me ajudado muito não só a lidar com os meus dilemas e conflitos internos quanto com o das outras pessoas.
Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2014/06/26/mulher-que-dormiu-com-10-mil-homens-diz-nao-fazer-sexo-ha-3-anos-540496.asp
terça-feira, 8 de julho de 2014
CAP. 5 - PAG. 2
Depois desse contato ficamos sem nos falar por dois dias, somente na segunda-feira foi que ela apareceu no e-mail, aparentemente estava tudo bem. O final de semana era sempre marcado pela saudade, pela primeira vez na vida eu achava os finais de semana um saco, ficava ansioso esperando pela segunda-feira, às vezes ela conseguia me mandar uma mensagem no final de semana, nossa, isso me deixava muito feliz, mesmo não podendo responder.
Durante a semana ficávamos na troca de e-mails, nos dias de muitas reuniões a conversa ficava bastante restrita, mas sempre dávamos um jeito de nos falarmos, pelo menos uma vez no dia. Um certo dia ela me perguntou se eu havia me arrependido, estava bem claro sobre o tipo de arrependimento que ela estava se referindo, eu respondi que o único arrependimento que eu tinha era de não ter respondido aquele primeiro e-mail dela, ela riu, eu continuei, dizendo que se tivesse respondido aquele e-mail já poderia estar apaixonado há mais tempo, ai completei dizendo que nosso relacionamento começou como uma exponencial, tem uma fase lenta no começo, mas depois acelerou muito rápido, ai ela respondeu: “e quem disse que tivemos uma fase lenta?”. A resposta foi muito boa, ela tinha razão, não teve fase lenta, desde o começo nos atraímos muito.
Ainda havia muito o que conhecer de nós dois, aos poucos fomos aprendendo mais um do outro, eu já conhecia bastante da sua personalidade, mas sempre há o que conhecer, apenas quando as situações vão acontecendo é que descobrimos as coisas.
Numa sexta-feira estávamos ao celular quando ela então disse que Sábado iria para Boituva, eu nunca tinha ouvido falar dessa cidade (Boituva é famosa pela prática de esportes radicais, a geografia do lugar favorece a prática desse tipo de esporte), quis saber o que ia fazer lá, Sílvia disse que ia saltar de paraquedas, claro que fiquei surpreso, ela nunca tinha me falado nada disso.
- Amor, não sabia que você pulava de paraquedas.
Quando disse isso ela imediatamente me corrigiu.
- Nunca diga a um paraquedista que ele PULA de paraquedas, são saltos, não pulos...rsrs...
- Hummmm... vou procurar prestar atenção nesse detalhe....rs
Ai quis saber mais sobre o assunto.
- Há quanto tempo você pratica?
- Já faz alguns anos.
- Tem escola para isso?
- Sim, lá tem, claro que você não sai dando saltos assim de cara, tem toda uma preparação, e os primeiros saltos você não faz sozinho.
- E como faz?
- Você faz um salto duplo, salta junto com o instrutor.
- Junto como?
- Junto...rs...
- Você diz presa?
- Sim.
- Os dois ficam presos um ao outro... entendi....
- Isso é só no começo, até você estar seguro do que tem que fazer.
- O instrutor vai literalmente encoxando você.... não é assim?
- É sim...rsrss
- Hummmmmmm
- Vai ficar com ciúmes?....rsrsrs
- Sinceramente não gostei muito dessa ideia....
- Sinto muito...rsrs
- Hoje você ainda precisa do instrutor ou já salta sozinha?
- Sozinha....rsrsr... mas mesmo que precisasse dele não iria deixar de saltar por causa dos seus ciúmes...rsrss...
- Ok.
Durante a semana ficávamos na troca de e-mails, nos dias de muitas reuniões a conversa ficava bastante restrita, mas sempre dávamos um jeito de nos falarmos, pelo menos uma vez no dia. Um certo dia ela me perguntou se eu havia me arrependido, estava bem claro sobre o tipo de arrependimento que ela estava se referindo, eu respondi que o único arrependimento que eu tinha era de não ter respondido aquele primeiro e-mail dela, ela riu, eu continuei, dizendo que se tivesse respondido aquele e-mail já poderia estar apaixonado há mais tempo, ai completei dizendo que nosso relacionamento começou como uma exponencial, tem uma fase lenta no começo, mas depois acelerou muito rápido, ai ela respondeu: “e quem disse que tivemos uma fase lenta?”. A resposta foi muito boa, ela tinha razão, não teve fase lenta, desde o começo nos atraímos muito.
Ainda havia muito o que conhecer de nós dois, aos poucos fomos aprendendo mais um do outro, eu já conhecia bastante da sua personalidade, mas sempre há o que conhecer, apenas quando as situações vão acontecendo é que descobrimos as coisas.
Numa sexta-feira estávamos ao celular quando ela então disse que Sábado iria para Boituva, eu nunca tinha ouvido falar dessa cidade (Boituva é famosa pela prática de esportes radicais, a geografia do lugar favorece a prática desse tipo de esporte), quis saber o que ia fazer lá, Sílvia disse que ia saltar de paraquedas, claro que fiquei surpreso, ela nunca tinha me falado nada disso.
- Amor, não sabia que você pulava de paraquedas.
Quando disse isso ela imediatamente me corrigiu.
- Nunca diga a um paraquedista que ele PULA de paraquedas, são saltos, não pulos...rsrs...
- Hummmm... vou procurar prestar atenção nesse detalhe....rs
Ai quis saber mais sobre o assunto.
- Há quanto tempo você pratica?
- Já faz alguns anos.
- Tem escola para isso?
- Sim, lá tem, claro que você não sai dando saltos assim de cara, tem toda uma preparação, e os primeiros saltos você não faz sozinho.
- E como faz?
- Você faz um salto duplo, salta junto com o instrutor.
- Junto como?
- Junto...rs...
- Você diz presa?
- Sim.
- Os dois ficam presos um ao outro... entendi....
- Isso é só no começo, até você estar seguro do que tem que fazer.
- O instrutor vai literalmente encoxando você.... não é assim?
- É sim...rsrss
- Hummmmmmm
- Vai ficar com ciúmes?....rsrsrs
- Sinceramente não gostei muito dessa ideia....
- Sinto muito...rsrs
- Hoje você ainda precisa do instrutor ou já salta sozinha?
- Sozinha....rsrsr... mas mesmo que precisasse dele não iria deixar de saltar por causa dos seus ciúmes...rsrss...
- Ok.
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