segunda-feira, 13 de abril de 2015

Estas pessoas mergulhadas em puro mel vão te hipnotizar (NSFW).

The Huffington Post

Aviso: este artigo contém fotos de corpos nus. É por sua conta e risco.

Quando você pensa "mel", o que vem à sua cabeça? Abelhas? Ursinho Pooh? A música "mel, sua boca tem o céu", do Belo? Algo extremamente doce?

Se você se apegar a algumas destas associações, é melhor parar de ler agora. Depois de ver a nova série fotográfica de Blake Little's, "Preservation", qualquer ligação com a palavra "mel" será completamente destruída. E será desta forma:


Ou desta:


Mas nós não estamos reclamando, não.


Para o ensaio nada convencional, o fotógrafo recrutou atores em uma lista especial onde o trabalho estava descrito apenas como "projeto de arte". Uma vez que eles chegaram ao local indicado, ele convidou cada um deles a se despir e se lambuzarem com uma substância gosmenta, de forma sentimental. O projeto, que foi feito entre 2012 e 2014, se esforça para mostrar que o mel não é apenas um delicioso e saudável adoçante, mas um material capaz de criar imagens capazes de hipnotizar. Veja algumas das fotos do ensaio abaixo:








O "delicioso" experimento do fotógrafo estará exposto na Kopeikin Gallery, em Los Angeles, entre 7 de março e 18 de abril.

(IMPRESSIONANTE... SÓ FICARIA PREOCUPADO EM COMO RESPIRAR COM TANTO MEL...RS... E PRA TIRAR ESSE MEL TODO?...RS)

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2015/03/05/pessoas-mel_n_6810286.html

domingo, 12 de abril de 2015

Tem nojo de sexo oral? Pare de frescura e aproveite.

Sexo oral ainda é um assunto visto com restrição. A prática sexual, que estimula os órgãos genitais com a boca, também é alvo de preconceito pelos mais conservadores e, acredite, muitos casais nunca ouviram falar dela.
(DIFÍCIL DE ACREDITAR NISSO)

Porém, de acordo com a pesquisa Mosaico Brasil sobre a vida sexual do brasileiro, apurada em 2008 –a mais recente sobre o tema– com mais de 8.000 entrevistados, cerca de 60% da população do país pratica a modalidade.
(DESDE 2008 NÃO SE FAZ OUTRA PESQUISA? MUITO TEMPO)

Segundo a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do estudo e do Prosex da USP (Programa de Estudos em Sexualidade da Universidade de São Paulo), os 40% restantes estão longe do sexo oral por diversas razões.

"Por incrível que pareça, desconhecer a prática também é um dos motivos, além do nojo ou desinteresse", afirma.
(DESCONHECER A PRÁTICA NÃO ACREDITO, É INTUITIVO)

Atualmente, mesmo com a evolução da sociedade, a liberação sexual e transformações até nas religiões, práticas sexuais que não tenham relação com a reprodução continuam sendo malvistas por muitas pessoas --ainda mais uma na qual a boca tem contato com o pênis e a vagina, partes do corpo associadas à sujeira.

"Houve um tempo que em transar era visto apenas como a ferramenta para a procriação. Tudo que não tivesse essa finalidade não era aceito. Não é à toa que, para se divertir sexualmente, homens procuravam as prostitutas", afirma a terapeuta sexual e de casal Fátima Protti.

Para o sexólogo Theo Lerner, cada um constrói o repertório sexual de acordo com as variáveis culturais nas quais está inserido. "Muitos acabam de transar e vão para o chuveiro tomar banho, pois veem o sexo como algo sujo e têm logo de se limpar. Por isso, colocar a boca em órgãos sexuais, para alguns, é impensável", explica.

(EU CONHECI UM MÉDICO QUE NÃO FAZIA SEXO ORAL COM A ESPOSA, ACHO QUE AS RAZÕES DELE ESTÃO BEM CLARAS.)

Fonte: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2015/03/27/tem-nojo-de-sexo-oral-pare-de-frescura-e-aproveite.htm

sábado, 11 de abril de 2015

Para Reflexão.

Bronnie Ware, enfermeira que durante anos cuidou de pacientes no leito de morte, escreveu o livro “The Top Five Regrets of the Dying – A Life Transformed by the Dearly Departing”, que, como o título diz, trata dos cinco arrependimentos mais comuns manifestados pelas pessoas antes de morrerem.

Por muitos anos eu trabalhei em cuidados paliativos. Meus pacientes eram aqueles que tinham ido para casa para morrer. Algumas experiências incrivelmente especiais foram compartilhadas. Eu estava com eles nos últimas três a doze semanas de suas vidas. As pessoas crescem muito quando eles são confrontados com a sua própria mortalidade.

Eu aprendi a nunca subestimar a capacidade de alguém para o seu crescimento. Algumas mudanças foram fenomenais. Cada um experimentou uma variedade de emoções, como esperado, negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, finalmente, aceitação. Cada paciente encontrou sua paz antes deles partirem, cada um deles.

Quando questionados sobre algum arrependimento que tiveram ou qualquer coisa que faria diferente, temas comuns vieram à tona. Aqui estão os cinco mais comuns:

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim.

Este foi o arrependimento mais comum de todos. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinha honrado nem metade dos seus sonhos e morreram sabendo que foi devido às escolhas que fizeram, ou não fizeram.

É muito importante tentar e honrar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo do caminho. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade que muitos poucos percebem, até que já não a tem.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tão duro.

Isto veio de cada paciente do sexo masculino que eu acompanhei. Eles perderam a juventude de seus filhos e o companheirismo dos parceiros. As mulheres também falaram sobre esse arrependimento. Mas, como a maioria era de uma geração mais velha, muitas das pacientes do sexo feminino não tinham sido as pessoas que sustentavam a casa. Todos os homens que acompanhei lamentaram profundamente gastar tanto de suas vidas na esteira de uma existência de trabalho.

Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo do caminho, é possível não precisar da renda que você acha que precisa. E criando mais tempo livre em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, aquelas mais adequados ao seu novo estilo de vida.

(O ESTILO DE VIDA QUE A SOCIEDADE PREGA, EXIGE CADA VEZ MAIS RECURSOS FINANCEIROS, ENTÃO, O PAI, NA INTENÇÃO DE DAR AOS FILHOS A QUALIDADE DE VIDA QUE TALVEZ NÃO TENHA TIDO, SE SUPERA, VENDE ATÉ O TEMPO QUE NÃO TEM, PARA PODER ATENDER ESSAS NECESSIDADES. AI NO FINAL ELE DESCOBRE QUE OS FILHOS TERIAM SOBREVIVIDO SEM CERTAS COISAS, E QUE ELE PODERIA TER TIDO MAIS TEMPO COM ELES)

3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.

Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos a fim de manter a paz com os outros. Como resultado, eles se estabeleceram por uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de se tornar. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que carregavam, como resultado disso.

Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, embora as pessoas possam, inicialmente, reagir quando você mudar a maneira que você está falando com honestidade, no final isso erguerá a relação à um nível totalmente novo e saudável. Ou isso ou ele libera o relacionamento doentio de sua vida. De qualquer maneira, você ganha.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos.

Muitas vezes eles não percebem verdadeiramente os benefícios de velhos amigos até estarem em seu leito de morte, e nem sempre foi possível reencontrá-los nestes últimos momentos. Muitos haviam se tornado tão envolvido em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro escapar nos últimos anos. Havia muitos arrependimentos profundos sobre não dar às amizades, o tempo e esforço que mereciam. Todo mundo sente falta de seus amigos quando estão morrendo.

É comum à qualquer um com um estilo de vida agitado, deixar amizades escorregarem, mas quando você se depara com a sua morte se aproximando, os detalhes físicos da vida caem. As pessoas querem colocar suas finanças em ordem, se possível. Mas não é dinheiro ou status que tem a verdadeira importância para eles. Eles querem arrumar as coisas para o benefício daqueles à quem amam. Normalmente, porém, eles estão muito doentes e cansados de gerir esta tarefa. E tudo se resume ao amor e relacionamentos no final. Isso é tudo o que resta nas semanas finais, amor e relacionamentos.

5. Eu gostaria que eu tivesse me deixado ser feliz.

Este é surpreendentemente comum. Muitos não percebem, até o fim, de que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto” da familiaridade transbordou em suas emoções, bem como as suas vidas físicas. O medo da mudança os fazia fingir para os outros e para si mesmos, que estavam satisfeitos. Quando lá no fundo, eles ansiavam em rir e serem bobos em sua vida novamente. Quando você está no seu leito de morte, o que os outros pensam de você é muito diferente do que está em sua mente. Como é maravilhoso ser capaz de relaxar e sorrir novamente, muito antes de você estar morrendo.

A vida é uma escolha. É a sua vida. Escolha conscientemente, escolha sabiamente, escolha honestamente. Escolha a felicidade.

(SE NOSSAS ESCOLHAS RECAÍSSEM APENAS SOBRE NÓS, SERIA MAIS FÁCIL. O DIFÍCIL É QUANDO NOSSAS ESCOLHAS SE REFLETEM EM OUTRAS PESSOAS, AI TUDO SE COMPLICA.

NÃO VIVEMOS ISOLADOS, VIVEMOS EM SOCIEDADE, FORMAMOS FAMÍLIAS, TEMOS LAÇOS DE AMIZADE, ETC. ENTÃO, NÃO TEM COMO EVITAR, EM MUITAS COISAS, NOSSAS ESCOLHAS AFETAM OS OUTROS).

Eu vi no http://worldobserveronline.com/
Tradução por: Blog Dancing With De.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

AS MULHERES DE FRANCESCA.

PUBLICADO EM FOTOGRAFIA POR CRISTINA PARGA

Em 1981, com apenas 22 anos, Francesca Woodman suicidou-se – deixando uma obra fotográfica composta maioritariamente por autorretratos femininos, impenetráveis e, ao mesmo tempo, fantasmagoricamente irresistíveis. Como num jogo de sedução, a modelo se esconde e revela pela lente da câmera, capturando uma infinidade de mulheres que nos observam de algum espaço-tempo a que não temos acesso – que nos encaram quase no milésimo de segundo antes de se dissolverem e escaparem à nossa compreensão.


Quase como um statement do feminino. Nos autorretratos de Francesca Woodman, o corpo escorre em traços contínuos, fluidos – ilusórios – camuflando-se no background como um objeto decorativo, imóvel – porém pulsando em movimento. Desnudando-se para a câmera, as mulheres de Francesca transcendem o real e secretam, ante o observador atônito, a seiva de uma vida interior, hipnótica e turva. Os flashes de luz captam relâmpagos da psiche aflorando à superfície da pele. A psiche difusa, silente, fugidia.


A mulher erva daninha, intensa e inteira, sublunar. Quieta e escura como a pérola, que se desenvolve lenta e anônima no interior ósseo das ostras. A mulher sem nome, que empresta seu corpo ao ethos do ambiente, deixando-se invadir pelas rugas da parede, a poeira do chão, a casa em ruínas. Que, como mariposa noturna, se deixa confundir com a textura rugosa dos troncos de árvores – para preservar de olhares, mãos e prisões, o seu viver subterrâneo.


Francesca Woodman imprime, no filme fotográfico, imagens do feminino inconsciente que encanta, envenena, enlouquece o observador e o modelo. Seus retratos caminham da exploração tátil do corpo e do entorno para a gradual fusão entre os dois. Testemunhando, em imagens simbólicas, toda violência desse "encontro".
Essas femmes nos surpreendem num segundo de deslocamento do vazio à volta, que ocupa, preenche e possui, infalivelmente, todos os sítios da sua alma. Elas nos olham no milésimo de segundo antes da destruição, quando irão cumprir o destino da lenta dissolução e desaparecimento.


(INTERESSANTE... O AUTOR DO TEXTO PARECE UM POETA, CAPTA NO AR COISAS QUE OS OLHOS TALVEZ NÃO VEJAM... NÃO SEI SE TODOS TEM ESSA MESMA COMPREENSÃO)


Fonte: http://obviousmag.org/um_pais_possivel/2015/04/as-mulheres-de-francesca.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+OBVIOUS+%28obvious+magazine%29

quinta-feira, 9 de abril de 2015

5 Coisas que seus dedos dizem sobre você.

Descubra o que o tamanho e as proporções dos dedos representam no seu corpo e na sua personalidade.

Existem homens grotescos cuja principal função do indicador parece ser retirar catotas do próprio nariz. Já o anelar só é lembrado pelo time masculino quando é finalmente usado como porta aliança – e olhe lá. Por outro lado, o comprimento desses dois dedos pode revelar muito mais sobre a sua vida do que você pode imaginar, garante o site LiveScience.

Cara, dá uma olhada na sua mão direita: seu dedo indicador é mais curto do que o anelar? Veja a seguir quais traços anatômicos, intelectuais e de personalidade a ciência mostra que isso pode sinalizar.

1) Tamanho do pênis:

Uma pesquisa publicada pelo Journal of Andrology em 2011 sugere que quanto menor a proporção entre os dedos meio e mindinho, mais longo é o pênis. O trabalho envolveu 144 voluntários acima dos 19 anos. A exposição a doses elevadas de testosterona no útero durante a gravidez é apontada como principal causa do fenômeno.

2) Grau de atração facial:

aras que apresentam indicador mais curto do que o anelar também têm rostos mais bonitos, afirma uma pesquisa divulgada pelo jornal Proceedings of the Royal Society B. A quantidade de hormônio sexual a qual o bebê é exposto antes de nascer também pode afetar o desenvolvimento do rosto – e o quão atraente ele é, garantem os cientistas.  Estudos anteriores já haviam demonstrado que as mulheres pagam mais pau para homens com rosto do tipo ‘homens das cavernas’, ou seja, com a parte superior mais estreita (como os de Johnny Depp e Brad Pitt).

3) Simpatia com as mulheres:

Homens com dedos indicadores curtos e anelares longos tendem a ser mais gentis com mulheres, de acordo com um novo estudo divulgado em março pelo jornal Personality and Individual Differences. Mais uma vez, a descoberta pode ser resultado da exposição a hormônios sexuais no útero, defendem pesquisadores.  Quanto mais testosterona, mais longo fica o dedo anelar.

4) Risco de câncer de próstata:

Apesar de possuir indicador mais curto que o anelar ter suas vantagens, elas podem cobrar um preço alto: maior risco de câncer de próstata, de acordo com um estudo publicado em 2010 pelo British Journal of Cancer. Os pesquisadores examinaram os dedos de 1.500 pacientes de câncer de próstata e 3 mil homens saudáveis pelo período de 15 anos. Aqueles cujos indicadores eram do mesmo tamanho ou mais longos que os anelares apresentaram 33% menos chances de serem diagnosticados com câncer de próstata do que aqueles que tinham indicadores mais curtos.

5) Desempenho em provas e exames:

Um estudo publicado pelo British Journal of Psychology  em 2007 descobriu que em ambos os sexos, a correlação entre o comprimento dos dedos pode estar vinculada ao desempenho em exames de admissão em universidades.  O experimento comprovou que garotos e garotas cujos indicadores eram mais curtos do que os anelares tinham maior tendência a tirar notas mais altas, principalmente em matemática.

(ISSO TUDO É EM TEORIA, NÃO EXISTE COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA...RSRS)

Fonte: http://www.areah.com.br/vibe/maos/materia/118435/1/pagina_1/5-coisas-que-seus-dedos-dizem-sobre-voce.aspx

Honestamente... (uma piada....rs)

A ONU resolveu fazer uma pesquisa em todo o mundo.
Enviou uma carta para o representante de cada país com a seguinte pergunta:

"Por favor, diga honestamente qual a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo".

A pesquisa foi um grande fracasso. Sabe por que?

Todos os países europeus não entenderam o que era "escassez".
Os africanos não sabiam o que era "alimento".
Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre o que era "opinião".
Os argentinos mal sabem o significado de "por favor".
Os norte-americanos nem imaginam o que significa "resto do mundo".
E o congresso brasileiro está até agora debatendo para descobrir o que é "honestamente".

quarta-feira, 8 de abril de 2015

A escola precisa mudar antes que se descubra desnecessária.

Plínio Fraga

Quadro negro e giz são símbolos não de aprendizado, mas de chatice. A escola está fora da realidade dos jovens em instrumentação, temas, abordagem.  Pesquisa já mostrou que 40,44% do 1,7 milhão de jovens entre 15 e 17 anos que deveria estar estudando se mantêm fora da sala de aula porque querem.
Apenas 17,11% apontam a necessidade de trabalho como razão para deixar os estudos. O imperativo econômico é acachapantemente derrotado pela incapacidade institucional da escola de mostrar-se, se não prazerosa, ao menos necessária ao jovem entre 15 e 17 anos.

Não é uma questão de linguagem. Os jovens estão aí escrevendo “kd”, “vc”, “blz” e “naum” em blogs, em e-mails e em mensagens via celular. Será um problema esse uso despojado e limitado da escrita? Se for, é infinitamente menor do que o enfrentado por um professor que está em uma sala de aula -estruturalmente a mesma há centenas de anos- concorrendo na busca da atenção do jovem com tecnologias informativas que se renovam, se moldam e se multiplicam diariamente, em escala mundial.

Uma ideia na cabeça e um giz na mão é uma imagem quixotesca de professor. Não adianta ficar em frente ao quadro explicando aos jovens a existência de moinhos de vento tão-somente. Moinhos não mais há, num mundo em que dom Quixote procuraria a amada Dulcinéia em uma página do Facebook.

“Os professores eram muito chatos. Não sabiam explicar nada e repetiam todo mundo”, afirmou uma jovem que deixou a escola aos 16 anos e em seguida engravidou. O desafio do sistema educacional é apagar essa ideia de chatice. Será preciso algo infinitamente mais complexo do que um simples apagador de giz.

O jornal “The Independent” havia anunciado em reportagem que a Finlândia extinguiria o modelo tradicional de ensino por meio de matérias, substituindo-o por tópicos. Mas o Ministério da Educação da Finlândia esclareceu que continuará ministrando aulas como matemática, história, geografia e ciências. Acrescentará módulos novos como, por exemplo, cidadania, União Europeia, globalização, aquecimento global.

Lá alguém está tentando alguma coisa. E por aqui? O país ainda enfrenta a questão rudimentar de ensinar mal o que já parece ultrapassado.

(COMO DIRIA O EX-VICE PRESIDENTE AMERICANO AL GORE, ESSA É UMA INCÔMODA VERDADE - MAIS UMA DELAS.

SINCERAMENTE NÃO SEI COMO UM PROFESSOR CONSEGUE DAR AULA NUMA TURMA ONDE TODOS ESTÃO OLHANDO O CELULAR.

A SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL NÃO É BOA, PRA NÃO DIZER PÉSSIMA. TALVEZ OS NÚMEROS SEJAM AINDA PIORES. ATÉ MESMO ENTRE OS PAÍSES DA AMÉRICA LATINA (O QUE NÃO É GRANDE COISA) ESTAMOS NA RABEIRA DA ESCOLARIDADE, SE COMPARARMOS AO RESTO DO MUNDO ENTÃO, AI MESMO QUE DESPENCAMOS NO RANKING.

ACHO QUE TODOS SABEM O QUE ESTÁ ACONTECENDO, PROFESSORES SEM AS CONDIÇÕES MÍNIMAS DE TRABALHO, SENDO “ACUADOS” DENTRO DAS SALAS DE AULA, ALUNOS QUE NÃO TEM INTERESSE EM APRENDER POR QUE LÁ FORA CONSEGUEM AS COISAS COM MAIS “FACILIDADE”, E O QUE SE OUVE É: PRA QUE ESTUDAR?

O PODER PÚBLICO NÃO SE INTERESSA, ALUNOS TEM APROVAÇÃO “AUTOMÁTICA” – É PROIBIDO REPROVAR O ALUNO (?!)

E O QUE SE VÊ É UMA MASSA QUE NÃO PENSA (E NÃO QUER PENSAR), UMA MASSA QUE É MAIS FACILMENTE MANIPULÁVEL, E QUE QUER GANHAR BOLSA FAMÍLIA PARA NÃO PRECISAR TRABALHAR – ENTÃO, PARA QUE ESTUDAR?

JÁ NÃO EXISTE MAIS MÉRITO EM ESTUDAR. É COMO ELE DISSE NO TEXTO, OS PROFESSORES SÃO VERDADEIROS DOM QUIXOTES... )

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/blogs/plinio-fraga/a-escola-precisa-mudar-antes-que-se-descubra-113057381.html