sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Tom Hardy: 'Masculinidade não tem nada a ver com ser macho'.

Tom Hardy tem algo a dizer aos homens.

Nesta entrevista ao The Red Bulletin (em inglês), ele afirma ter o maior respeito e admiração por seus amigos que fazem parte do exército. Queria ser um deles, inclusive.

"Essas são as pessoas que lutam pela nossa liberdade. Soldados são um tipo específico de pessoa e eu me sinto um pouco culpado por não ser eu mesmo um deles", conta o ator.

Mas, ao mesmo tempo, ele critica abertamente o pensamento padrão, velho e estranho que colocou nos homens a ideia de vencer na força.

E, então, em dado momento da conversa, o repórter Rudiger Sturm insiste no tema. E daí surge a fala de Hardy:

Um certo grau de violência é uma expressão da masculinidade?

Você precisa aceitar sua própria masculinidade. Mas isso não tem nada a ver com ser macho. Também significa que você pode ser como uma mãe, você tem um papel de cuidar. É sobre consideração, paciência e habilidades cognitivas. E, se você consegue cuidar disso, então, quando morrer, alguém vai se virar e dizer: "Ele era um bom homem".

E o que faz um "bom homem" como um profissional? Tom Hardy responde:

"Você diz para você mesmo: 'Eu vou ajudar esse cara das maneiras que eu posso. Eu vou tentar e fazer o trabalho dele mais fácil'. Mas aí precisa haver reciprocidade. Você ajuda o cara e ele ajuda você".

Resumindo. Hardy espera que os homens sejam masculinos, não machos.

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2016/01/14/tom-hardy-fala-sobre-masculinidade_n_8982942.html?utm_hp_ref=brazil

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Em resposta à campanha nas redes sociais, marca britânica cria linha de bonecas com deficiência.


Ponto para a representatividade!

A empresa britânica Makies criou uma linha de bonecas com aparência customizável. Isso inclui dar ao brinquedo características de deficiências físicas..

Com uso de tecnologia de impressão 3D, a empresa criou objetos como cadeiras de rodas, aparelhos auditivos, andadores, além de marcas de nascença para as bonecas.

A nova linha foi lançada em resposta a uma campanha nas redes sociais em prol da inclusão social no mercado de brinquedos.

Batizada de Toy Like Me (Brinquedo como eu, em tradução livre), a campanha tem como proposta "celebrar a deficiência em brinquedos e chamar a atenção da indústria global para melhor representar as 150 milhões de crianças com deficiências em todo o mundo".

Cada boneca custa US$ 74,99 no site oficial. É possível escolher bonecas com tom de pele branco ou negro, escolher a roupa, o tipo de cabelo e cor dos olhos, além de adicionar outros objetos e detalhes físicos.


Parece que bater na tecla da representatividade também importa, não é mesmo?! ;)

(MUITO BOA A IDEIA, CRESCEMOS NUMA SOCIEDADE DE ESTEREÓTIPOS, ONDE O MENINO TEM QUE SER MOLEQUE, TEM QUE JOGAR BOLA, SUBIR EM ÁRVORE, E MENINA TEM QUE BRINCAR DE BONECA. TUDO NUM MUNDO PERFEITO.
NINGUÉM FALA EM DEFICIENTES, MINORIAS, ETC. COMO SE O MUNDO FOSSE FEITO APENAS DE PESSOAS PERFEITAS (QUE NÃO EXISTEM, POR QUE PERFEITO, SÓ TEVE UM)).

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2016/01/14/campanha-bonecas-deficien_n_8982742.html?utm_hp_ref=brazil

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Nova propaganda de desodorante Axe não quer que homens sejam o Malvino Salvador.

O que comerciais de desodorantes masculinos geralmente vendem, além de um produto que vai te deixar com um odor razoável embaixo do braço? Uma imagem idealizada de comportamento e estética para homens.

Porém, indo na contramão de propagandas que reforçam estereótipos e alimentam uma ideia complicada de “orgulho masculino”, a Axe lançou pelo YouTube, na última terça-feira (12), um vídeo da nova campanha intitulada "Find Your Magic" (em português, "Encontre Sua Magia").

Divulgada nas redes sociais da marca, a campanha para de tratar desodorantes como artifícios para conquistar o maior número de mulheres possível e foca em abordar a diversidade de tipos de homens que existem.

A campanha, inclusive, dá uma alfinetada em outros segmentos de publicidade logo na primeira cena do comercial. No plano de fundo, podemos ver um outdoor com um homem branco musculoso sem camisa exibindo uma calça jeans ao lado do vídeo de outro homem caminhando no meio do fogo, também sem camisa. Quando a câmera abaixa, o comercial mostra que o protagonista na verdade é um rapaz de biotipo comum, dentro de um carro, ao lado da namorada.

Detalhe: é ela quem está dirigindo o carro. Pode até parecer coisa pouca, mas pense: quantas vezes a publicidade relacionou carros com virilidade e masculinidade? Parece um bom presságio, e é. A campanha prossegue e só melhora. O resto do comercial mostra homens distintos em comportamento e aparência. Homens em cadeira de roda, homens tímidos, homens idealistas, homens flertando em lojas de disco, homens de salto alto.

Confere logo o comercial:


(MUITO BOM....RS... VIVEMOS NUMA SOCIEDADE DE ESTEREÓTIPOS, ONDE O HOMEM TEM QUE SER MACHO, TEM QUE PEGAR TODAS, TEM QUE SER "O CARA", DIRIGE BEM, BRIGA BEM, BATE EM TODO MUNDO, ETC... MAS NA PRÁTICA NÃO É BEM ASSIM, HOMEM TAMBÉM CHORA, NEM TODOS SÃO ATLETAS, MUITOS NÃO TEM ESSE PERFIL, SÃO INTELECTUAIS, DEFICIENTES FÍSICOS, ETC.
PRECISAMOS MUDAR ESSES CONCEITOS.)

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2016/01/15/propaganda-liberta-homens_n_8992726.html

domingo, 17 de janeiro de 2016

Que em 2016 o Whatsapp seja bloqueado mais vezes.

No finalzinho de 2015, o Brasil entrou em pânico porque o Whatsapp ficou fora do ar.

O bloqueio foi resultado de uma decisão judicial bastante questionável e não chegou a durar 24 horas, mas causou falta de ar em muita gente.

Será que esses sintomas significam que estamos muito mais dependentes desses aplicativos do que gostaríamos?

Este episódio me fez reavaliar minha presença on-line e decidi que 2016 será diferente. Desgrudei do celular para estar mais presente na vida e mais consciente do que estou fazendo.

Os nossos hábitos online também são produto da sociedade de consumo. Nós não gastamos dinheiro com isso, mas gastamos tempo, que é a mesma coisa - ou até mais valioso.

Para conseguir mudar a rota desta órbita digital em que nos metemos, é preciso refletir sobre dois mitos:

1. O mundo de hoje exige que eu esteja 100% conectado.

Nosso planetinha vive dias ótimos em que a tecnologia proporciona várias facilidades. Eu, particularmente, fico feliz de viver em 2016 e não precisar esperar meses para receber notícias de alguém. Estamos vivendo melhor? Sim. Estamos nos sentindo melhor? Talvez não. Se você se sente obrigado a estar online e disponível 100% do tempo, por causa da sua profissão ou da "vida social", significa que o alerta vermelho está gritando para você. Afinal, você quer mesmo passar o dia inteiro curtindo, compartilhando e trocando mensagens com pessoas fisicamente distantes? É um pouco paradoxal, mas quando ficamos conectados o tempo inteiro temos a ilusão de sermos vistos e lembrados quando, na verdade, estamos nos tornando cada vez mais solitários.

2. Eu quero, mas não consigo desconectar.

Recentemente, passei uma semana em um vilarejo onde não funciona telefone nem internet. As pessoas de lá levam uma vida simples, dormem e acordam cedo e aparentam estar muito felizes. Depois desse período vivendo no paraíso, eu voltei para casa decidida a tentar trazer um pouco desse estilo para a minha vida. Claro que não durou muito. Mas que tal tentar o caminho do meio? Não temos que viver isolados numa ilha paradisíaca, mas não precisamos passar o tempo inteiro reféns dos nossos aparelhinhos. Trocar ideias e informações com amigos distantes é ótimo e podemos destinar algumas horas do dia para isso. No restante, seria bom dar atenção para aqueles que estão perto (quem nunca ficou no Whatsapp falando com alguém de fora quando estava no ladinho de uma pessoa super especial?), para o que está acontecendo ao seu redor naquele momento (situações no metrô, na rua, na vida que você não está vendo porque os olhos estão grudados no smartphone) e dentro de si mesmo (ficar sozinho é tão importante, mas parece que perdemos esse hábito ultimamente, né? Qualquer pensamento fica abafado com os sons de notificação apitando perto de você).

Eu já acreditei nesses dois mitos por um tempo. De que eu era obrigada e de que eu não conseguiria. Mas basta um pouco de tempo tentando para perceber que o esforço diário derruba qualquer hábito ruim. Comecei desativando a notificação de alguns aplicativos para que eu não me distraísse com qualquer coisa. O Whatsapp é, pra mim, o pior serviço online nesse sentido porque ele reforça a ideia de que você precisar estar disponível o tempo todo.

Outras decisões que melhoraram a minha vida: me permiti ficar afastada do celular em alguns momentos do dia. Afinal, não há notícia que não possa esperar (boa ou ruim). Já que durante a semana eu passo muito tempo trabalhando no computador, evito ficar on-line nos finais de semana. E parei completamente durante viagens - aqueles dias preciosos de folga e felicidade.

Descobri que não faz sentido deixar de aproveitar o cenário, cheio de novidades e oportunidades, só para ficar postando fotos. Não me leve a mal, eu adoro fotos, principalmente de viagens, mas não precisa ser naquela hora, certo? Dá pra publicar em outro momento. Nada na vida é tão instantâneo como nossos smartphones querem nos fazer acreditar. Meu desejo para você em 2016 é: faça o seu tempo.

(POIS É, JÁ TO ATÉ MEIO SEM GRAÇA DE FICAR FALANDO NESSE ASSUNTO, MAS NÃO SOU SÓ EU QUE ACHO QUE ESTAMOS EXAGERANDO NA CONVERSA ONLINE.
NÃO SOU CONTRA, MUITO PELO CONTRÁRIO, ACHO MUITO ÚTIL, RECENTEMENTE ME AJUDOU MUITO, MINHA FILHA ESTAVA NOS ESTADOS UNIDOS, E FOI ATRAVÉS DO SKYPE QUE CONVERSAMOS.
O PROBLEMA É JUSTAMENTE O EXCESSO, AQUELA PARANÓIA DE ESTAR ONLINE O TEMPO TODO.
QUANDO ESTAVA NO NAVIO TAMBÉM FOI ÓTIMO, NADA DE CELULAR TOCANDO, FOI UM SOSSEGO.
SE OS TERRORISTAS QUISESSEM MESMO FAZER UM ESTRAGO, ERA SÓ TIRAR A INTERNET DO AR POR 24 HORAS, IAM ASSISTIR SENTADOS A UM VERDADEIRO SUICÍDIO COLETIVO...RS
MAS UMA COISA ME DEIXA ASSIM MEIO SEM ENTENDER, SE CONSEGUEM TIRAR O WHATSAPP DO AR, POR QUE NÃO CONSEGUEM BLOQUEAR OS CELULARES NOS PRESÍDIOS?)

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/daniela-kopsch/bloqueio-whatsapp_b_8982858.html?utm_hp_ref=brazil

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Sexo, namoro ou amizade? Pesquisa detecta o que procuram os solteiros acima dos 40 anos.

O Coroa Metade, site de relacionamentos voltado para pessoas acima dos 40 anos, começou 2016 oferecendo o formato responsivo, ou seja, facilitando o uso em celulares e tablets. Em maio, a equipe planeja lançar um aplicativo.

O endereço funciona como uma espécie de Tinder e acumula 2,5 milhões de visitantes, 94 000 cadastros e 33 casamentos. Na Grande São Paulo, são 20 000 usuários, deste número, são 56% de mulheres e 44% de homens.

Mas o que os “coroas” querem? Airton Gontow, idealizador e diretor da página, encomendou uma pesquisa entre seus clientes. Veja só o resultado:

Homens Procuram



Mulheres Procuram


(OS HOMENS REALMENTE PROCURAM MAIS SEXO, MAS NÃO VI UMA TENDENCIA MUITO GRANDE PARA ISSO, OS % ESTÃO BEM DIVIDIDOS, ACHO QUE TODOS PROCURAM COMPANHIA, UMA PESSOA PRA NAMORAR, TALVEZ CASAR, MAS EM QUALQUER CASO, FAZER SEXO TAMBÉM).

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/blogs/sexo-e-a-cidade/2016/01/09/pesquisa-solteiros-coroas-40-anos/?utm_source=Veja+S%C3%A3o+Paulo&utm_medium=facebook&utm_campaign=Veja+S%C3%A3o+Paulo