Encontrei essa pesquisa num site, e segundo a pesquisa (de 2012), as mulheres estão mais "abertas" quando o assunto é sexo, mas acho que esse comportamento também vale para 2013, 2014...
Muitas mulheres dizem ao parceiro o que gostam (ou não) na relação, elas gostam de "comandar" a relação, gostam de usar acessórios como algemas e chicotes para "temperar" o sexo.
O comportamento sexual das mulheres parece estar mudando, e isso é muito bom....
Isso tem sido chamado de "O efeito 50 tons"
Fonte: http://www.avidasecreta.com.br/o-que-as-mulheres-querem/
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Freud
“Existem momentos na vida da gente, em que as palavras perdem o sentido ou parecem inúteis, e, por mais que a gente pense numa forma de empregá-las elas parecem não servir. Então a gente não diz, apenas sente.”
―Sigmund Freud
“A maioria das pessoas não quer realmente a liberdade, pois liberdade envolve responsabilidade, e a maioria das pessoas tem medo de responsabilidade.”
―Sigmund Freud
“Não somos apenas o que pensamos ser. Somos mais; somos também, o que lembramos e aquilo de que nos esquecemos; somos as palavras que trocamos, os enganos que cometemos, os impulsos a que cedemos..."sem querer"”
―Sigmund Freud
“Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos, bem diferente das pessoas, que são incapazes de sentir amor puro e têm sempre que misturar amor e ódio em suas relações.”
―Sigmund Freud
“Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro.”
―Sigmund Freud
“Nunca fui capaz de responder à grande pergunta: o que uma mulher quer?”
―Sigmund Freud
“Em última análise, precisamos amar para não adoecer.”
―Sigmund Freud
“Estar apaixonado é estar mais próximo da insanidade do que da razão.”
―Sigmund Freud
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Cap3 - Pag3
A sua personalidade forte se mostrou igualmente forte no que dizia respeito a vida sexual, as garras da tigresa foram se mostrando ainda maiores e mais afiadas, capazes de fazer verdadeiros estragos. O gosto pelo prazer era algo que a estimulava muito, e principalmente ver os efeitos que conseguia provocar.
Obviamente para conseguir esses efeitos era fundamental conhecer muito bem a vítima, digo o parceiro..rs, então ela foi procurando saber mais de mim, foi descobrindo onde poderia causar maior impacto. A virtualidade parecia não ser um problema, o simples fato de saber que estava mexendo comigo já a excitava, então foi se aperfeiçoando nisso, em me excitar. Aos poucos foi “mapeando” o meu corpo, conhecendo cada canto, mesmo sem nunca ter me tocado.
Eu de minha parte tentava fazer o mesmo, adorava saber a cor da lingerie que ela estava usando, mas dependendo do seu humor, nem sempre eu conseguia essa informação. Às vezes se mostrava muito temperamental, como uma diva, que tem que ter suas vontades atendidas. Ela começava a deixar claro que as coisas tinham que ser do seu jeito.
Essa inconstância era uma das suas marcas registradas, eu nunca sabia como ela iria estar, não que estivesse de mau humor, seu humor geralmente era ótimo, mas isso não era garantia de que iria revelar o que quer que fosse, ela podia estar sorrindo e quando eu perguntasse a cor da lingerie receberia um “não” como resposta, e se ela dissesse não, nada a faria mudar de ideia, eu podia desistir por que com certeza não iria me dizer o que eu queria saber.
Ela era absolutamente imprevisível, essa era uma das suas características mais fortes, detestava rotina, então eu nunca sabia o que ia acontecer, claro que ela não fazia isso todo dia, não ficava mudando de opinião sobre as coisas a cada cinco minutos, mas nunca dava para apostar, ela não me deixava ter segurança de nada, e isso fazia parte de um plano.
Ela podia estar calma a semana inteira, ai de repente vinha super “agressiva”, claro que eu adorava isso, cada dia ela era uma mulher diferente. Essa mudança de atitude não se limitava ao aspecto psicológico, era no visual também, era literalmente uma “camaleoa”, esse mês estava de cabelos castanhos, e no mês seguinte podia estar loura, e no outro só Deus sabe, mas qualquer que fosse o visual, estava sempre perfeita.
Conviver com ela todos os dias passou a ser um delicioso exercício de interpretação, ela dificilmente deixava claro o que queria, sempre me conduzia de modo a que eu entendesse (e fizesse) a sua vontade. Eu de minha parte tentava agradá-la de todas as formas, procurei descobrir os gostos, as cores, os perfumes, as roupas, as músicas, as comidas que mais gostava, etc., e como quase toda mulher adorava chocolate...rs... Passei a enviar uns pequenos agrados, um perfume da lista dos preferidos dela, chocolates, etc. Quase toda semana tinha um presentinho.
Obviamente para conseguir esses efeitos era fundamental conhecer muito bem a vítima, digo o parceiro..rs, então ela foi procurando saber mais de mim, foi descobrindo onde poderia causar maior impacto. A virtualidade parecia não ser um problema, o simples fato de saber que estava mexendo comigo já a excitava, então foi se aperfeiçoando nisso, em me excitar. Aos poucos foi “mapeando” o meu corpo, conhecendo cada canto, mesmo sem nunca ter me tocado.
Eu de minha parte tentava fazer o mesmo, adorava saber a cor da lingerie que ela estava usando, mas dependendo do seu humor, nem sempre eu conseguia essa informação. Às vezes se mostrava muito temperamental, como uma diva, que tem que ter suas vontades atendidas. Ela começava a deixar claro que as coisas tinham que ser do seu jeito.
Essa inconstância era uma das suas marcas registradas, eu nunca sabia como ela iria estar, não que estivesse de mau humor, seu humor geralmente era ótimo, mas isso não era garantia de que iria revelar o que quer que fosse, ela podia estar sorrindo e quando eu perguntasse a cor da lingerie receberia um “não” como resposta, e se ela dissesse não, nada a faria mudar de ideia, eu podia desistir por que com certeza não iria me dizer o que eu queria saber.
Ela era absolutamente imprevisível, essa era uma das suas características mais fortes, detestava rotina, então eu nunca sabia o que ia acontecer, claro que ela não fazia isso todo dia, não ficava mudando de opinião sobre as coisas a cada cinco minutos, mas nunca dava para apostar, ela não me deixava ter segurança de nada, e isso fazia parte de um plano.
Ela podia estar calma a semana inteira, ai de repente vinha super “agressiva”, claro que eu adorava isso, cada dia ela era uma mulher diferente. Essa mudança de atitude não se limitava ao aspecto psicológico, era no visual também, era literalmente uma “camaleoa”, esse mês estava de cabelos castanhos, e no mês seguinte podia estar loura, e no outro só Deus sabe, mas qualquer que fosse o visual, estava sempre perfeita.
Conviver com ela todos os dias passou a ser um delicioso exercício de interpretação, ela dificilmente deixava claro o que queria, sempre me conduzia de modo a que eu entendesse (e fizesse) a sua vontade. Eu de minha parte tentava agradá-la de todas as formas, procurei descobrir os gostos, as cores, os perfumes, as roupas, as músicas, as comidas que mais gostava, etc., e como quase toda mulher adorava chocolate...rs... Passei a enviar uns pequenos agrados, um perfume da lista dos preferidos dela, chocolates, etc. Quase toda semana tinha um presentinho.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Reich
" A energia sexual é gerada no corpo e necessita liberar-se através da convulsão orgástica que envolve todo o organismo. Se esta liberação natural fica inibida, se produz um represamento dessa energia (estase), que dá origem a todo tipo de mecanismos neuróticos. A liberação dessa energia bloqueada através do restabelecimento da função do orgasmo é a meta terapêutica, já que desta forma se restabeleceria o fluxo natural da bioenergia e conseqüentemente se eliminaria a neurose."
(Do Livro "A função do Orgasmo", de Willem Reich)
Wilhelm Reich (1897-1957) foi um psicanalista austríaco, discípulo de Sigmund Freud que criou, a partir da Psicanálise uma nova abordagem terapêutica a qual, além das intervenções verbais, de fundamentação psicanalítica, também inclui intervenções corporais. Esta abordagem terapêutica foi inicialmente chamada de Vegetoterapia Caractero-Analítica e posteriormente de Orgonoterapia. Atualmente, é comum referirmo-nos a ela simplesmente como Psicoterapia Reichiana.
(Do Livro "A função do Orgasmo", de Willem Reich)
Wilhelm Reich (1897-1957) foi um psicanalista austríaco, discípulo de Sigmund Freud que criou, a partir da Psicanálise uma nova abordagem terapêutica a qual, além das intervenções verbais, de fundamentação psicanalítica, também inclui intervenções corporais. Esta abordagem terapêutica foi inicialmente chamada de Vegetoterapia Caractero-Analítica e posteriormente de Orgonoterapia. Atualmente, é comum referirmo-nos a ela simplesmente como Psicoterapia Reichiana.
domingo, 24 de novembro de 2013
ORGASMO TERAPEUTICO
O orgasmo foi objeto de estudos por parte de Hipócrates e Galeno (400 A.C.) e também por Avicena e Maimonides na Idade Média. Consta na literatura que eles criaram métodos terapêuticos para a estimulação dos tecidos genitais para desencadearem o orgasmo. O tema não é novo e essas práticas tornaram-se comuns, sendo utilizadas até os anos 30, aproximadamente. Naquela época, os médicos prescreviam o orgasmo como um recurso terapêutico para tratar as mulheres com várias enfermidades, sendo a mais comum a histeria, (um conveniente e abrangente “diagnóstico” dado às mulheres que não “conseguiam” se adequar às convenções determinadas pela sociedade). O orgasmo, ou "massagem médica", era prescrita regularmente. Infelizmente, depois de Freud, a medicina aboliu o recurso terapêutico do orgasmo e passou a utilizar-se apenas da psicoterapia.
A maioria das pessoas conhece apenas o orgasmo genital (clitoriano ou peniano), mas é importante que todos saibam que o orgasmo pode adquirir maior intensidade e tempo de duração, e pode ser muito mais amplo do que o normalmente conhecido, que dura alguns poucos segundos. Estou falando aqui do orgasmo de corpo inteiro, denominado Orgasmo Expandido. Um orgasmo expandido é um orgasmo mais intenso e mais extenso do que se descreve habitualmente como um orgasmo comum. Este inclui um espectro de sensações que incluem orgasmos de corpo inteiro, tais quais os descritos por Wilhelm Reich, orgasmos que podem durar de poucos minutos a várias horas. O termo foi criado em 1995 por Patricia Taylor, que o empregou em sua pesquisa sobre experiências sexuais intensas em 44 casais de diversas procedências e num vídeo que produziu em 1998.
As características que definem o orgasmo expandido são as sensações energéticas e as contrações em todo o corpo, especialmente no abdome, músculos internos, mãos e pés, e claro, nos genitais, como descreveu Reich em seu livro de 1942, A Função do Orgasmo.
A Dra. Taylor descreve os relatórios de praticantes entrando em estados alterados de consciência, o que lhes trazia uma profunda liberação e rejuvenescimento emocional, profundas experiências espirituais, uma consciência que geralmente não se percebe durante os orgasmos comuns, e a percepção da energia que se expande muito além dos limites do próprio corpo. Também podemos encontrar relatos de experiências similares em estudos realizados pela Dra. Jenny Wade e por David Deida. A Dra. Taylor afirma que os homens têm as mesmas probabilidades que as mulheres de entrar nestes estados e ter estas mesmas experiências. Adicionalmente, tanto Brauer, como Bodansky, tratam sobre o orgasmo expandido masculino. As teorias sobre os processos biológicos requeridos para entrar nestes estados incluem a estimulação e elevação progressiva e equilibrada dos sistemas simpático e parassimpático.
O orgasmo é um dos melhores e mais eficientes tratamentos reguladores das disfunções hormonais. É um recurso natural e gratuito, disponível para homens e mulheres em qualquer faixa etária, a partir da maturidade dos seus centros sexuais.
Conforme estudo publicado pela Universidade de Michigan, o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio e libera ocitocina, reduzindo o cortisol, o principal hormônio do estresse elevado crônico, quadro muito comum entre as mulheres de todas as épocas, mas principalmente nos dias de hoje, em que a demanda de responsabilidades sobre a mulher tem crescido consideravelmente.
Além da redução dos níveis de cortisol no sangue, os níveis de ocitocina aumentam em 5 vezes após uma forte experiência orgástica. Níveis mais altos de ocitocina fazem a pessoa se sentir feliz, enquanto baixos níveis de ocitocina estão relacionados à depressão e a níveis mais baixos de hormônio tireoidiano. A ocitocina também estreita a vinculação afetiva entre mãe e bebê e entre parceiros.
E ainda tem mais…
O orgasmo reduz a dor pela metade, sem alterar a sensibilidade.
O orgasmo aumenta a fertilidade, aumentando a pressão negativa dentro do útero - quando a ocitocina é liberada após o orgasmo, as contrações uterinas aumentam a sucção do sêmen no colo do útero. A ocitocina pode aumentar a densidade óssea, evitando doenças ósseas como a osteoporose.
Qualquer pessoa que deseje manter-se em perfeito equilíbrio funcional necessita de doses intensas de orgasmos. A falta do orgasmo ou orgasmos insatisfatórios causam desequilíbrios no corpo físico, na mente, nas emoções e na dimensão espiritual do ser.
sábado, 23 de novembro de 2013
SEXSQUARE - DE UM CHECKI-N NELE(A) E CONTE COMO FOI
O assunto não é novo, mas eu só fiquei sabendo agora...rs
Houve um tempo em que as pessoas transavam escondido, em lugares proibidos, e mantinham a discrição. No máximo, confessavam aos melhores amigos que tinham aprontado horrores numa tal escadaria do prédio ou naquele banheiro da balada. Agora, caro leitor, o povo compartilha essas informações numa rede social chamada SexSquare.
O aplicativo é um geolocalizador focado no comportamento sexual dos usuários. A novidade foi inspirada no FourSquare, responsável por aqueles posts do seus amigos no Facebook… Sabe quando Fulano avisa que está no bar X e que a caipirinha de lá é maravilhosa? Ou quando Beltrano conta que fez uma corrida matinal e marca o Parque do Ibirapuera? Então, no SexSquare você pode dar check-in na(o) gata(o), depois contar sobre o rala-e-rola.
Existem ícones para dizer se foi na água, no carro, no trabalho… “com amor” ou uma “rapidinha”. Outros para especificar detalhes como os brinquedos eróticos usados (vibrador, plug anal, estimulador de próstata etc) e as posições sexuais praticadas (“vaqueira asiática”, “canguru perneta”, entre outros). O app também pede para classificar a transa, numa escala que varia de péssimo a épico. É um arraso para gente com fetiche exibicionista.
Quanto mais check-ins o usuário fizer, mais medalhas ganha. Se a frequência for admirável, ele leva o título de “Sex Machine” (ou “máquina de sexo”). Você não precisa se identificar para brincar com o aplicativo. É possível fazer um cadastro simples aqui - apenas com apelido, gênero, idade, orientação sexual. Depois, basta escolher entre 18 avatares disponíveis. O SexSquare, iniciativa da Finger Tips e da Loja do Prazer, funciona só em celulares com sistema Android e pode ser baixado gratuitamente.
Fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com/sexpedia/
Houve um tempo em que as pessoas transavam escondido, em lugares proibidos, e mantinham a discrição. No máximo, confessavam aos melhores amigos que tinham aprontado horrores numa tal escadaria do prédio ou naquele banheiro da balada. Agora, caro leitor, o povo compartilha essas informações numa rede social chamada SexSquare.
O aplicativo é um geolocalizador focado no comportamento sexual dos usuários. A novidade foi inspirada no FourSquare, responsável por aqueles posts do seus amigos no Facebook… Sabe quando Fulano avisa que está no bar X e que a caipirinha de lá é maravilhosa? Ou quando Beltrano conta que fez uma corrida matinal e marca o Parque do Ibirapuera? Então, no SexSquare você pode dar check-in na(o) gata(o), depois contar sobre o rala-e-rola.
Existem ícones para dizer se foi na água, no carro, no trabalho… “com amor” ou uma “rapidinha”. Outros para especificar detalhes como os brinquedos eróticos usados (vibrador, plug anal, estimulador de próstata etc) e as posições sexuais praticadas (“vaqueira asiática”, “canguru perneta”, entre outros). O app também pede para classificar a transa, numa escala que varia de péssimo a épico. É um arraso para gente com fetiche exibicionista.
Quanto mais check-ins o usuário fizer, mais medalhas ganha. Se a frequência for admirável, ele leva o título de “Sex Machine” (ou “máquina de sexo”). Você não precisa se identificar para brincar com o aplicativo. É possível fazer um cadastro simples aqui - apenas com apelido, gênero, idade, orientação sexual. Depois, basta escolher entre 18 avatares disponíveis. O SexSquare, iniciativa da Finger Tips e da Loja do Prazer, funciona só em celulares com sistema Android e pode ser baixado gratuitamente.
Fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com/sexpedia/
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
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