Que 2014 seja um ano de muita alegria, com muita saúde e realizações para todos. Mas que este também seja um ano de muito diálogo.
abs.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
domingo, 29 de dezembro de 2013
A INFIDELIDADE POR PAULO COELHO
Três semanas atrás, em Genebra, Paulo Coelho botou o ponto final em seu novo livro, Adultério, que sairá em abril pela Sextante, menos de um ano e meio depois de ter lançado Manuscrito Encontrado em Accra.
O livro, cujo título é auto-explicativo, se passa em Genebra e tem como principais personagens uma jornalista e um político, ambos casados. Foi escrito a partir de conversas confidenciais entre Coelho e seus leitores, via e-mail.
Coelho considera que a infidelidade é um assunto mal-resolvido para a maior parte das pessoas e que causa “um sofrimento desnecessário na maior parte das vezes”.
Por Lauro Jardim
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/cultura/adulterio-o-novo-livro-de-paulo-coelho/
O livro, cujo título é auto-explicativo, se passa em Genebra e tem como principais personagens uma jornalista e um político, ambos casados. Foi escrito a partir de conversas confidenciais entre Coelho e seus leitores, via e-mail.
Coelho considera que a infidelidade é um assunto mal-resolvido para a maior parte das pessoas e que causa “um sofrimento desnecessário na maior parte das vezes”.
Por Lauro Jardim
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/cultura/adulterio-o-novo-livro-de-paulo-coelho/
sábado, 28 de dezembro de 2013
NELSON RODRIGUES - 3
Os homens mentiriam menos se as mulheres fizessem menos perguntas.
A mulher ideal deve ser dama na mesa e puta na cama.
Amar é dar razão a quem não tem.
Sem paixão não dá nem pra chupar um picolé.
Se os fatos são contra mim, pior para os fatos.
Convém não facilitar com os bons, convém não provocar os puros. Há no ser humano, e ainda nos melhores, uma série de ferocidades adormecidas. O importante é não acordá-las.
Amar é ser fiel a quem nos trai.
Qualquer um de nós já amou errado, já odiou errado.
A mulher ideal deve ser dama na mesa e puta na cama.
Amar é dar razão a quem não tem.
Sem paixão não dá nem pra chupar um picolé.
Se os fatos são contra mim, pior para os fatos.
Convém não facilitar com os bons, convém não provocar os puros. Há no ser humano, e ainda nos melhores, uma série de ferocidades adormecidas. O importante é não acordá-las.
Amar é ser fiel a quem nos trai.
Qualquer um de nós já amou errado, já odiou errado.
LOVEPALZ - O SEXO VIRTUAL FICOU MAIS REAL
Quem já não fez sexo virtual? acho que todo mundo, eu já fiz (e ainda faço...rs).
Para atender esse público que curte um virtual foi criado o Lovepalz, são uns gadgets que são usados para colocar nele e nela.
Até ai nada de novo, a diferença é que esses são conectados via internet...rsrs... Não sei exatamente como funciona, mas você liga para a outra pessoa e vocês se conectam, ai o resto é festa....rsrs
Cada um acopla a sua parte, ela introduz e ele coloca "nele", os dois se conectam e todos os movimentos são transmitidos, online, de um para o outro.
Inclusive, o consolo feminino "lê" as estruturas da vagina e transmite as sensações de pressão (mais apertadinha ou larguinha) para o homem. Então o aparelho se molda e passa a sensação daquela "bonequinha" que até hoje você só podia olhar...rs
Agora sim vai dar para "comer" pelo virutal...rsrs
O preço do aparelho gira em torno de 200 dólares, o masculino se chama Zeus, e o feminino Hera.
Para atender esse público que curte um virtual foi criado o Lovepalz, são uns gadgets que são usados para colocar nele e nela.
Até ai nada de novo, a diferença é que esses são conectados via internet...rsrs... Não sei exatamente como funciona, mas você liga para a outra pessoa e vocês se conectam, ai o resto é festa....rsrs
Cada um acopla a sua parte, ela introduz e ele coloca "nele", os dois se conectam e todos os movimentos são transmitidos, online, de um para o outro.
Inclusive, o consolo feminino "lê" as estruturas da vagina e transmite as sensações de pressão (mais apertadinha ou larguinha) para o homem. Então o aparelho se molda e passa a sensação daquela "bonequinha" que até hoje você só podia olhar...rs
Agora sim vai dar para "comer" pelo virutal...rsrs
O preço do aparelho gira em torno de 200 dólares, o masculino se chama Zeus, e o feminino Hera.
http://blog.sexyhot.com.br/barbara/platb/category/brinquedinhos/
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
DOS LÁBIOS AS COXAS - AS ZONAS QUE VOCÊ DEVE CONHECER NA HORA "H"
Este resumo não está disponível.
Clique aqui para ver a postagem.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Cap4 - Pag2
O jeito então era preparar tudo para não ter problema na hora de ir para o aeroporto, nesse dia nem trabalhei na parte da tarde, sai mais cedo e fui para casa, tomei banho, fiz barba, me preparei para o encontro, escolhi uma camisa nova, o perfume foi um da lista que ela disse que gostava, tentei ser perfeito como eu sabia que ela seria também, tinha que impressiona-la, não podia decepcioná-la. Escolhi um blazer cinza chumbo, a calça acompanhava a cor do blazer, a camisa era preta, meias e cinto pretos também. O sapato já estava engraxado desde o dia anterior, estava brilhando.
Olhei a previsão do tempo para ver se não haveria problemas com o voo, a previsão era de tempo bom, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, não sei por que isso não me surpreendeu, ela já devia saber disso antes de ter escolhido a data, isso era típico dela, pensou em tudo.
Marquei com o taxi para me pegar às dezoito horas, a distancia da minha casa até o aeroporto não costuma levar mais de quinze minutos, mas com o transito do Rio de Janeiro achei melhor antecipar o horário do taxi também, mesmo se levasse quarenta e cinco minutos ainda chegaria no aeroporto uma hora antes do embarque, era tempo suficiente. Não levei os quarenta e cinco minutos, mas levei trinta, tudo bem, ainda estava tudo dentro do cronograma.
Fiz o check-in e fiquei esperando na sala de embarque, fiquei por mais de 30 minutos esperando, nem preciso dizer o quão longo esses trinta minutos foram, pareciam intermináveis, eu estava nervoso, uma pilha, tentava me distrair com algum joguinho do celular, mas isso não adiantava muito, pensei em ligar para ela, mas sabia que ela não iria atender, e talvez ainda ficasse aborrecida, então desisti da ideia, achei melhor me concentrar no voo, finalmente fizeram a chamada do meu voo, fui um dos primeiros da fila, minha impaciência era indisfarçável.
Entrei no avião e fui logo me sentando, não tinha nenhuma bagagem, era só eu mesmo, mas tive que esperar até que todos se acomodassem, não adiantava me estressar, só ia me deixar mais nervoso, e isso não seria de grande ajuda, por fim acabei até ajudando uma senhora a colocar as bagagens dela, assim andava mais rápido.
O voo foi tranquilo, sem muitas turbulências, quem não estava tranquilo era eu, não via a hora daquele avião pousar em Congonhas. Eu ficava olhando no relógio o tempo todo, não podia me atrasar, tanto que comprei uma passagem perto da porta para poder sair mais rápido. Cada vez que o comandante dava algum aviso pelos auto falantes eu dava um pulo da cadeira, com medo de que fosse algum problema e isso fosse causar algum atraso, mas graças à Deus não houve nenhum problema e o voo chegou em São Paulo às vinte horas e quarenta e oito minutos.
Olhei a previsão do tempo para ver se não haveria problemas com o voo, a previsão era de tempo bom, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, não sei por que isso não me surpreendeu, ela já devia saber disso antes de ter escolhido a data, isso era típico dela, pensou em tudo.
Marquei com o taxi para me pegar às dezoito horas, a distancia da minha casa até o aeroporto não costuma levar mais de quinze minutos, mas com o transito do Rio de Janeiro achei melhor antecipar o horário do taxi também, mesmo se levasse quarenta e cinco minutos ainda chegaria no aeroporto uma hora antes do embarque, era tempo suficiente. Não levei os quarenta e cinco minutos, mas levei trinta, tudo bem, ainda estava tudo dentro do cronograma.
Fiz o check-in e fiquei esperando na sala de embarque, fiquei por mais de 30 minutos esperando, nem preciso dizer o quão longo esses trinta minutos foram, pareciam intermináveis, eu estava nervoso, uma pilha, tentava me distrair com algum joguinho do celular, mas isso não adiantava muito, pensei em ligar para ela, mas sabia que ela não iria atender, e talvez ainda ficasse aborrecida, então desisti da ideia, achei melhor me concentrar no voo, finalmente fizeram a chamada do meu voo, fui um dos primeiros da fila, minha impaciência era indisfarçável.
Entrei no avião e fui logo me sentando, não tinha nenhuma bagagem, era só eu mesmo, mas tive que esperar até que todos se acomodassem, não adiantava me estressar, só ia me deixar mais nervoso, e isso não seria de grande ajuda, por fim acabei até ajudando uma senhora a colocar as bagagens dela, assim andava mais rápido.
O voo foi tranquilo, sem muitas turbulências, quem não estava tranquilo era eu, não via a hora daquele avião pousar em Congonhas. Eu ficava olhando no relógio o tempo todo, não podia me atrasar, tanto que comprei uma passagem perto da porta para poder sair mais rápido. Cada vez que o comandante dava algum aviso pelos auto falantes eu dava um pulo da cadeira, com medo de que fosse algum problema e isso fosse causar algum atraso, mas graças à Deus não houve nenhum problema e o voo chegou em São Paulo às vinte horas e quarenta e oito minutos.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
EJACULAÇÃO FEMININA E A POLÊMICA: QUEM CONSEGUE CHEGAR LÁ?
Estudos já comprovam a existência da próstata feminina e a capacidade de ejaculação das mulheres
por Marianna Feiteiro
Ejaculação feminina é um assunto controverso: alguns especialistas dizem que existe, outros teimam em dizer que não (apesar dos estudos e depoimentos que provam o contrário), e há ainda quem diga que pode acontecer, sim, mas nem sempre da maneira como as pessoas imaginam.
As discordâncias não param por aí: parte dos estudiosos defende que a ejaculação é para todas, mas fatores como bloqueio psicológico e estimulação indevida impedem que a maioria chegue lá. Tem também os que acreditam que a “proeza” depende de fatores puramente fisiológicos, e que são poucas as sortudas que têm a capacidade. Sortudas, sim, pois existe também a teoria de que o orgasmo seguido de ejaculação é mais intenso.
Para piorar a situação, os estudos científicos sobre o assunto são escassos e pouco conclusivos. É o que explica a ginecologista Dra. Glene Rodrigues Faria: “Não existe, ainda, um consenso científico sobre o assunto. Os dados que temos são de pesquisas, de entrevistas com mulheres.”
No entanto, a especialista cita um estudo sobre a anatomia feminina que comprovou a existência das glândulas parauretrais, duas estruturas localizadas de cada lado da uretra que seriam as responsáveis pela expulsão do líquido durante o orgasmo. Em 2002, o Comitê Internacional de Nomenclatura Anatômica (FICAT, na sigla em inglês) rebatizou a estrutura de próstata feminina.
“A ejaculação feminina é semelhante à masculina: quando a mulher tem o orgasmo, há uma contração dessa glândula, que vai liberar um líquido semelhante ao sêmen, porém, sem espermatozoides”, esclarece Dra. Glene.
Segundo ela, não são todas que conseguem ejacular, por duas razões: a primeira é que apenas algumas mulheres nascem com as glândulas parauretrais completamente formadas. Quando elas não se desenvolvem, ficam fechadas e não têm capacidade de produzir ou expelir o líquido.
A segunda razão é que a ejaculação estaria diretamente ligada com a estimulação do ponto G, algo que nem toda mulher possui. “Em termos de pesquisa, de cada 100 mulheres que têm orgasmos, 30 tem o vaginal [o mais comum é o clitoriano]. Isso significa que apenas 30% das mulheres teriam o ponto G, e, portanto, a capacidade de ejacular”, esclarece. Segundo descreve Dra. Glene, o ponto G é a área colada à parede superior da vagina, logo na entrada, antes da uretra (veja ilustração abaixo). Somente sua estimulação causaria a contração dos músculos pélvicos, levando à expulsão do líquido prostático feminino.
Para aquelas que possuem a zona erógena, fica mais fácil encontrá-la quando a mulher está bem excitada. Assim como o pênis fica ereto por conta do maior fluxo de sangue que recebe durante a estimulação, o mesmo ocorre com a região pélvica da mulher, e, assim, o ponto G incha, ficando mais fácil de ser encontrado e estimulado, além de mais sensível ao toque.
A especialista chama atenção para um ponto que, segundo ela, causa confusão nas mulheres. “O líquido é expelido em forma de jato pelo canal da uretra e não tem cheiro nem cor. Muitas pacientes vêm ao consultório porque começaram a ter ejaculações e pensam que estão urinando, mas essa é uma forma de diferenciar”, explica, ressaltando que é impossível fazer xixi e gozar ao mesmo tempo.
Ela ainda conta que, de acordo com o que observou em consultas, as mulheres que conseguem ejacular, além do orgasmo vaginal, apresentam também lubrificação excessiva, o que pode ser um indicativo de excitação maior, e orgasmos múltiplos. Ainda de acordo com ela, o orgasmo seguido de ejaculação seria mais intenso e prazeroso.
Dra. Glene ressalta que, apesar dos números restritivos, a ejaculação feminina é uma descoberta da mulher. “Tem paciente minha de 40 anos que nunca tinha tido um orgasmo vaginal e passou a ter com o estímulo adequado, e paciente que começou a ter ejaculação depois de anos. São descobertas que são feitas na medida em que a mulher vai conhecendo sua sexualidade”, explica a especialista, que ainda indica a masturbação, caso seja algo natural para a mulher, como forma de descobrir as zonas mais sensíveis.
Debate
Outros estudos sugerem que, ao contrário do que expõe Dra. Glene, todas as mulheres possuem a próstata desenvolvida e, portanto, são capazes de produzir o fluído prostático feminino e ejacular. A estimulação do clitóris aumentaria a produção deste líquido, mas, assim como defende a ginecologista, somente a estimulação do ponto G causaria a ejaculação. Outros especialistas ainda defendem que o fluído nem sempre é expelido em forma de jato – ele pode simplesmente escorrer para fora da uretra ou ir para a bexiga, onde irá se misturar com outros líquidos e ser descartado em forma de urina.
http://www.bolsademulher.com/sexo/ejaculacao-feminina-e-a-polemica-quem-consegue-chegar-la/
por Marianna Feiteiro
Ejaculação feminina é um assunto controverso: alguns especialistas dizem que existe, outros teimam em dizer que não (apesar dos estudos e depoimentos que provam o contrário), e há ainda quem diga que pode acontecer, sim, mas nem sempre da maneira como as pessoas imaginam.
As discordâncias não param por aí: parte dos estudiosos defende que a ejaculação é para todas, mas fatores como bloqueio psicológico e estimulação indevida impedem que a maioria chegue lá. Tem também os que acreditam que a “proeza” depende de fatores puramente fisiológicos, e que são poucas as sortudas que têm a capacidade. Sortudas, sim, pois existe também a teoria de que o orgasmo seguido de ejaculação é mais intenso.
Para piorar a situação, os estudos científicos sobre o assunto são escassos e pouco conclusivos. É o que explica a ginecologista Dra. Glene Rodrigues Faria: “Não existe, ainda, um consenso científico sobre o assunto. Os dados que temos são de pesquisas, de entrevistas com mulheres.”
No entanto, a especialista cita um estudo sobre a anatomia feminina que comprovou a existência das glândulas parauretrais, duas estruturas localizadas de cada lado da uretra que seriam as responsáveis pela expulsão do líquido durante o orgasmo. Em 2002, o Comitê Internacional de Nomenclatura Anatômica (FICAT, na sigla em inglês) rebatizou a estrutura de próstata feminina.
“A ejaculação feminina é semelhante à masculina: quando a mulher tem o orgasmo, há uma contração dessa glândula, que vai liberar um líquido semelhante ao sêmen, porém, sem espermatozoides”, esclarece Dra. Glene.
Segundo ela, não são todas que conseguem ejacular, por duas razões: a primeira é que apenas algumas mulheres nascem com as glândulas parauretrais completamente formadas. Quando elas não se desenvolvem, ficam fechadas e não têm capacidade de produzir ou expelir o líquido.
A segunda razão é que a ejaculação estaria diretamente ligada com a estimulação do ponto G, algo que nem toda mulher possui. “Em termos de pesquisa, de cada 100 mulheres que têm orgasmos, 30 tem o vaginal [o mais comum é o clitoriano]. Isso significa que apenas 30% das mulheres teriam o ponto G, e, portanto, a capacidade de ejacular”, esclarece. Segundo descreve Dra. Glene, o ponto G é a área colada à parede superior da vagina, logo na entrada, antes da uretra (veja ilustração abaixo). Somente sua estimulação causaria a contração dos músculos pélvicos, levando à expulsão do líquido prostático feminino.
Para aquelas que possuem a zona erógena, fica mais fácil encontrá-la quando a mulher está bem excitada. Assim como o pênis fica ereto por conta do maior fluxo de sangue que recebe durante a estimulação, o mesmo ocorre com a região pélvica da mulher, e, assim, o ponto G incha, ficando mais fácil de ser encontrado e estimulado, além de mais sensível ao toque.
A especialista chama atenção para um ponto que, segundo ela, causa confusão nas mulheres. “O líquido é expelido em forma de jato pelo canal da uretra e não tem cheiro nem cor. Muitas pacientes vêm ao consultório porque começaram a ter ejaculações e pensam que estão urinando, mas essa é uma forma de diferenciar”, explica, ressaltando que é impossível fazer xixi e gozar ao mesmo tempo.
Ela ainda conta que, de acordo com o que observou em consultas, as mulheres que conseguem ejacular, além do orgasmo vaginal, apresentam também lubrificação excessiva, o que pode ser um indicativo de excitação maior, e orgasmos múltiplos. Ainda de acordo com ela, o orgasmo seguido de ejaculação seria mais intenso e prazeroso.
Dra. Glene ressalta que, apesar dos números restritivos, a ejaculação feminina é uma descoberta da mulher. “Tem paciente minha de 40 anos que nunca tinha tido um orgasmo vaginal e passou a ter com o estímulo adequado, e paciente que começou a ter ejaculação depois de anos. São descobertas que são feitas na medida em que a mulher vai conhecendo sua sexualidade”, explica a especialista, que ainda indica a masturbação, caso seja algo natural para a mulher, como forma de descobrir as zonas mais sensíveis.
Debate
Outros estudos sugerem que, ao contrário do que expõe Dra. Glene, todas as mulheres possuem a próstata desenvolvida e, portanto, são capazes de produzir o fluído prostático feminino e ejacular. A estimulação do clitóris aumentaria a produção deste líquido, mas, assim como defende a ginecologista, somente a estimulação do ponto G causaria a ejaculação. Outros especialistas ainda defendem que o fluído nem sempre é expelido em forma de jato – ele pode simplesmente escorrer para fora da uretra ou ir para a bexiga, onde irá se misturar com outros líquidos e ser descartado em forma de urina.
http://www.bolsademulher.com/sexo/ejaculacao-feminina-e-a-polemica-quem-consegue-chegar-la/
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