quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Gina indelicada...rs

Todos homens são idiotas, mas tem uma diferença entre o idiota que faria tudo por você, e o idiota que só fode a sua vida. ‪#‎GinaConselheira‬ ‪#‎GinaSeletiva

"Queria ser essas pessoas que numa briga ignora ou manda um ok, mas eu mando uma tese de doutorado pra pessoa com imagens ilustrativas." ‪#‎GinaDramatica‬ ‪#‎GinaDoutora‬

O mal do homem é errar com a mulher certa, já o mal da mulher é insistir no homem errado. ‪#‎GinaFilosofa‬ ‪#‎GinaLispector‬ ‪#‎GinaReflexiva‬

Meta de 2015: mandar o cupido pra um curso de arco e flecha pra esse filho da puta aprender a acertar no alvo certo. ‪#‎GinaSincera‬

Sorrisos podem encantar, mas nada é mais apaixonante do que gente que responde rápido no Whatsapp. ‪#‎GinaSincera‬ ‪#‎GinaConselheira‬

Qual é o nome da doença desses caras que enchem o carro de macho e saem com o som no último volume? ‪#‎GinaConfusa‬ ‪#‎GinaQuestionadora‬ ‪#‎GinaMá‬

Deveria ter o bolsa ilusão, pra quando você sofrer pq alguém que te iludiu já ter a grana pra comprar bebida e brigadeiro. ‪#‎MinhaIlusãoMinhaVida‬ ‪#‎GinaEsperta‬ ‪#‎GinaInovadora‬

""Gina, como fazer uma mulher feliz? ""-Dando um cartão de crédito sem limites pra ela.""""
Gina Indelicada

""Gina, como sabemos quando estamos apaixonados? ""-Quando você entra mais no perfil da pessoa do que no seu.""""
Gina Indelicada

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Zygmunt Bauman: Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar

Publicado em recortes por Giseli Betsy

Estamos cada vez mais aparelhados com iPhones, tablets, notebooks, tudo para disfarçar o antigo medo da solidão. O contato via rede social tomou o lugar de boa parte das pessoas, cuja marca principal é a ausência de comprometimento. Este texto tem como base a ideia de líquido, característica presente nas relações humanas atuais, inspirado na obra "Amor Líquido" - sobre a fragilidade dos laços humanos, de Zigmunt Bauman. As relações se misturam e condensam com laços momentâneos, frágeis e volúveis. Em um mundo cada vez mais dinâmico, fluido e veloz, seja real ou virtual.

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman é um dos intelectuais mais respeitados da atualidade. Aos 87 anos seus livros publicados venderam mais de 200 mil cópias. Um resultado e tanto para um teórico. Entre eles “Amor liquido” é talvez o livro mais popular de Bauman no Brasil. É neste livro que o autor expõe sua análise de maneira mais simples e próxima do cotidiano, analisando as relações amorosas e algumas particularidades da “modernidade liquida”. Vivemos tempos líquidos, nada é feito para durar, tampouco sólido. Os relacionamentos escorrem das nossas mãos por entre os dedos feito água.

Ele tenta nos mostrar nossa dificuldade de comunicação afetiva. Todos querem relacionar-se, mas chega na hora, não conseguem. Seja por medo ou insegurança. Bauman cita como exemplo um vaso de cristal, na primeira queda, quebra. As relações terminam tão rápido quanto começam, as pessoas pensam terminar com um problema cortando seus vínculos, mas o que fazem mesmo é criar problemas em cima de problemas.

É um mundo de incertezas. E cada um por si. Temos relacionamentos instáveis, pois as relações humanas estão cada vez mais flexíveis. Acostumados com o mundo virtual, e com a facilidade de se “desconectar” as pessoas não conseguem manter um relacionamento de longo prazo. É um amor criado pela sociedade atual (modernidade líquida) para tirar-lhes a responsabilidade de relacionamentos sérios e duradouros. Pessoas estão sendo tratadas como bens de consumo, caso haja defeito, descarta-se ou até mesmo troca-se por versões mais atualizadas.

O romantismo do amor parece estar fora de moda. O amor de verdade foi banalizado, diminuído a vários tipos de experiências vividas pelas pessoas, na qual se referem a estas utilizando a palavra amor. Noites descompromissadas de sexo são chamadas “fazer amor”. Não existem mais responsabilidades de estar amando, a palavra amor é usada mesmo quando as pessoas nem sabem direito seu real significado.

Ainda para tentar explicar a relações amorosas em “Amor Líquido”, Zygmunt Bauman fala da “ Afinidade e Parentesco.” O parentesco seria o laço irredutível e inquebrável é aquilo que não nos dá escolha

A afinidade é, ao contrário do parentesco, voluntária. A afinidade é escolhida. Porém, e isso é importante, o objetivo da afinidade é ser como o parentesco. Entretanto, vivendo em uma sociedade de total “descartabilidade” até as afinidades estão se tornando raras.

Bauman fala também sobre o amor próprio. Afirma que as pessoas precisam se sentir amadas, ouvidas, amparadas ou que sintam sua falta. Segundo ele ser digno de amor é algo que só o outro pode nos classificar, o que fazemos é aceitar essa classificação. Mas com tantas incertezas, relações sem forma, líquidas, na qual o amor nos é negado como teremos amor próprio? Os amores e as relações humanas de hoje são todos muito instáveis. E assim não temos certeza do que esperar. Relacionar-se é caminhar na neblina, sem a certeza de nada. É uma descrição poética da situação.

"Para ser feliz há dois valores essenciais que são absolutamente indispensáveis [...] um é segurança e o outro é liberdade, você não consegue ser feliz e ter uma vida digna na ausência de um deles. Segurança sem liberdade é escravidão. Liberdade sem segurança é um completo caos. Você precisa dos dois. [...] Cada vez que você tem mais segurança você entrega um pouco da sua liberdade. Cada vez que você tem mais liberdade você entrega parte da segurança. Então, você ganha algo e você perde algo". Bauman

(AS RELAÇÕES DE HOJE TEM A MESMA VELOCIDADE DA INTERNET. CONECTADAS COM MAIS DE 100 PESSOAS AO MESMO TEMPO, COMO É POSSÍVEL SE RELACIONAR COM ALGUÉM?)

Fonte: http://lounge.obviousmag.org/de_dentro_da_cartola/2013/11/zygmunt-bauman-vivemos-tempos-liquidos-nada-e-para-durar.html



CAP. 7 - AS UVAS - PAG. 1

       O meu desafio era tentar retribuir aquilo que Sílvia me proporcionava, mas é claro que a situação não me deixava muitas aberturas, então tinha que me contentar em fazer pequenos agrados. Durante nossas conversas percebi que ela gostava de contos eróticos, histórias, isso a excitava, ai Sílvia começou a me induzir a escrever, eu aleguei que não tinha a menor vocação para isso, mas Sílvia insistiu, e como de costume, conseguiu me convencer.
       Então fiz um rascunho, inventei uma história, claro que tomei como base uma coisa que já tinha lido, estava cheio de dúvidas, não sabia de que forma abordar o tema, se devia ser explícito ou não, enfim, fiz o melhor que pude e mandei, eram umas duas ou três páginas. Esperei Sílvia ler, não levou muito tempo, Sílvia então respondeu o e-mail, eu estava ansioso para saber o que tinha achado, e ao mesmo tempo estava com medo, podia não ter gostado, mas para minha surpresa e felicidade, Sílvia gostou.
       Esse pequeno conto erótico abriu uma nova fase na nossa relação, Sílvia passou a querer esse tipo de e-mail com uma certa frequência, e quando eu demorava a enviar, era cobrado. Teve um dia que a coisa estava complicada para o lado dela, muitas coisas para resolver, problemas, ou seja, um dia daqueles, ai eu achei que poderia lhe dar um certo alívio, escrevi alguma coisa, sem avisar mandei o e-mail, e coloquei no assunto do e-mail apenas “UVAS”, no corpo do e-mail escrevi assim: “quando estamos no meio do deserto nada melhor que um oásis cheio de uvas...rsr... espero que essas uvas refresquem o seu dia”, Sílvia leu o e-mail e respondeu: “adorei as uvas...rs”, daquele dia em diante, os e-mails que tinham os contos passaram a ser intitulados como “uvas”.
       Sílvia era muito esperta, e como forma de me estimular, passou a me enviar fotos das lingeries dela quase que diariamente, sabia os efeitos que isso teria sobre mim, eu excitado seria um escritor ainda melhor, e eu fui me aperfeiçoando nisso. Como todo escritor que se preza, eu queria saber se o meu público estava apreciando o meu trabalho, então passei a ligar logo assim que Sílvia lia, e todas as vezes que eu ligava ela estava visivelmente excitada, eu nunca imaginei que aquilo ia causar um efeito tão grande sobre ela.
       Falar comigo naquele estado era o mesmo que pedir para jogar álcool na fogueira, eu perdia a noção, senti-la daquele jeito me dava uma vontade louca de possui-la. A provocação passou a ser explícita, Sílvia me dizia as partes que mais tinha gostado, eu de minha parte retribuía dizendo o que gostaria de fazer, houve dias em que Sílvia perdeu o controle, me dizia o estado em que estava, dizia que estava completamente molhada, isso me deixava louco, a provocação aumentava a cada dia.
       Houve dias em que após degustar as uvas, Sílvia ia para o banheiro se masturbar, aquilo me deixava alucinado, então passei a escrever ainda mais, era tudo que Sílvia queria, isso virou um “ciclo erótico”. Eu sabia o que acontecia cada vez que Sílvia lia as uvas, eu disse que queria ouvir enquanto ela estivesse se masturbando, claro que ela ia negar, algumas vezes tentei ligar, mas ela não atendeu, isso me deixava doido, eu sabia o que ela estava fazendo, ficava louco imaginando, na minha cabeça eu via a cena toda, claro que eu não resistia e acabava fazendo o mesmo que ela.
       O ritual das uvas passou a ser frequente, e todas as vezes Sílvia não me deixava ouvir, mas depois me contava tudo, contava em detalhes, contava da lingerie que estava usando, e me contava também quando não estava usando lingerie, Sílvia sabia exatamente o que estava fazendo, sabia que eu ia ficar louco, era mais uma das suas torturas, não adiantava nada que eu fizesse, Sílvia não deixava, e eu sabia que forçar a barra com ela não ia ser uma boa opção, tinha que encontrar um jeito de convence-la.

Lésbicas chegam mais ao orgasmo.

Pesquisadores de universidades americanas entrevistaram quase 3 mil pessoas solteiras (1350 mulheres e 1500 homens) para saber com que frequência chegavam ao orgasmo durante o sexo com um parceiro conhecido. Todos contaram também qual era a orientação sexual.

Como era previsto, os homens chegam ao orgasmo mais vezes que as mulheres: em média, chegam lá em 85% das vezes, já elas alcançam o prazer máximo em 63% das experiências sexuais. Entre os homens, a orientação sexual não mudava muito a frequência dos orgasmos. Mas o resultado variava entre as mulheres lésbicas e heterossexuais: 75% versus 61,6%, respectivamente.

“Uma possível explicação é que as mulheres lésbicas estão mais confortáveis e familiarizadas com o corpo feminino e, por conta disso, geralmente são mais habilidosas em induzir o orgasmo nas parceiras femininas”, diz a pesquisa.

(PRA MIM FAZ SENTIDO, QUANTO MAIS SE CONHECE O PARCEIRO(A), MAIOR A CHANCE DE SE CONSEGUIR DAR PRAZER).

Fonte: Super Interessante - Blog da Bárbara - http://blog.sexyhot.com.br/barbara/platb/

domingo, 28 de dezembro de 2014

Fotógrafo arrisca a vida para registrar tempestades.

Série de imagens revela a beleza das intempéries da natureza.


Por sorte, o Brasil é um país que não sofre com furacões, nevascas e fenômenos meteorológicos de magnitude destruidora. Mas, mesmo nós, que vivemos “num país tropical, abençoado por deus e bonito por natureza”, devemos admitir que eles têm sua beleza, apesar de perigosos.

Pelo visto, o fotógrafo Mike Hollingshead concorda que as tempestades são capazes de gerar registros de tirar o fôlego. Desde os anos 1990, ele coloca a vida em risco e sai atrás delas com uma câmera na mão. Para isso, ele se tornou um autodidata em meteorologia e fotografia, colocou o equipamento no carro e já percorreu mais de 30 mil km por ano para capturar os piores tornados, nevascas e furacões dos EUA. Todo o trabalho de Hollingshead valeu a pena. Confira nas imagens abaixo!












(TEM QUE TER MUITA CORAGEM...RS)

Fonte: http://casavogue.globo.com/LazerCultura/Fotografia/noticia/2014/01/fotografo-arrisca-vida-para-registrar-tempestades.html

sábado, 27 de dezembro de 2014

Lingerie para homens

Diferente...rsrs

Fonte: http://www.lelingerie.com.br/homem/sunga-sensual-em-renda-preta.html