sexta-feira, 29 de abril de 2016

Cidade alemã instala semáforos no chão para proteger viciados em celular.

Cada vez é mais comum andar pelas ruas e encontrar pessoas que caminham sem tirar os olhos do celular. No entanto, esse hábito dos viciados em smartphones, também chamados de "zumbis digitais", tem causado muitos acidentes de trânsito nos últimos anos.

De acordo com pesquisas recentes, 20% dos pedestres na Europa podem ser considerados "zumbis digitais". Já nos Estados Unidos, uma em cada três pessoas andam distraídas pelas ruas, ao mesmo tempo em que checam as redes sociais.

Pensando nisso, a prefeitura da cidade de Augsburgo, na Alemanha, decidiu instalar um novo semáforo no chão para proteger os pedestres que decidem olhar o celular. As luzes foram colocadas na beirada das pistas e nos cruzamentos, além das sinalizações em postes, que continuam no mesmo lugar.

De acordo com Stephanie Lermen, porta-voz da prefeitura, a administração local percebeu, depois de duas pessoas serem atropeladas por um bonde enquanto usavam seus smartphones, que a sinalização tradicional não estava no campo de visão dos transeuntes.

Assista ao vídeo e veja como o semáforo funciona (o video está em alemão, mas da para entender a ideia):


(A QUE PONTO NÓS CHEGAMOS...)

Fonte: https://catracalivre.com.br/geral/mobilidade/indicacao/cidade-alema-instala-semaforos-no-chao-para-proteger-viciados-em-celular/

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Mulheres brasileiras são as que mais acessam site pornô.

No ranking dos países que mais acessam o maior site de pornografia do mundo, o Pornhub, o Brasil aparece em nono lugar. Porém, quando o recorte é por gênero, o gigante sul-americano está no topo da lista, ao lado de Filipinas, com 35% dos acessos feitos por mulheres (a média mundial é de 24%).

As visitas brasileiras duraram, em média, 7min57seg, mais de um minuto abaixo da média mundial (9min20seg). O visitante típico do site tem 35 anos, mas no Brasil a média é um pouco menor, já que a maioria dos acessos (33%) é feito por quem tem de 18 a 24 anos.

Já o maior interesse dos brasileiros que acessam o site, depois de "Brazil", é pelas palavras "cartoon" e "teen". Considerando apenas as categorias do site pornô, no Brasil a preferida é a "pênis grande" (NINGUÉM LIGA PRA ISSO NÉ?...RS), enquanto a preferência mundial se alterna entre "lésbicas" e "teens".

Fonte: https://aoquadrado.catracalivre.com.br/dia-a-dia/mulheres-brasileiras-sao-as-que-mais-acessam-site-porno/

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Motel da Grande SP tem suíte que permite "interação" com vizinhos de quarto.


O Point Motel, em Guarulhos, na Grande São Paulo, oferece a seus clientes a oportunidade de interagir com outros casais que estejam no estabelecimento. A suíte suingue interativa, como o próprio nome sugere, auxilia aqueles que querem experimentar um programa a quatro, seis ou mais.

Na cabeceira da cama desse quarto, os usuários encontram um painel que permite a comunicação com a suíte vizinha. Por meio do dispositivo, é possível selecionar o modo "quero interagir" ou o "não quero ser incomodado".

Selecionada a primeira opção, o quarto ao lado tem a opção de responder se aceita ou não. Em caso positivo, a persiana da "janela de vidro", que separa os cômodos, sobe e os ocupantes podem se observar.

Além disso, ao lado da "janela de vidro" há um "painel de toque". Por meio dele, as pessoas podem tocar e acariciar umas às outras.

Motel sugere que casais de quartos diferentes consigam participar da transa um do outro

Outros códigos também auxiliam a comunicação. Ao deixar apenas a luz negra acesa e a persiana levantada, por exemplo, quem está ao lado só consegue enxergar silhuetas.

Outra atração da suíte suingue interativa é o mastro para prática de pole dance. Os acessórios dos dois cômodos ficam estrategicamente posicionados para que os frequentadores de ambos se divirtam ao mesmo tempo.

No quarto, ainda há máscaras para os preocupados em se manterem anônimos. Todas as regras são disponibilizadas aos frequentadores por meio de comunicados que ficam no quarto.

Os valores da suíte variam de R$ 70 a R$ 104, de acordo com período e dia da semana, e, segundo o site do local, é possível fazer reserva.

(ACHO UMA BOA PARA QUEM TEM VONTADE DE INICIAR ESSE TIPO DE PRÁTICA E TEM MEDO OU NÃO SABE COMO, A SUITE PERMITE INTERAÇÃO, MAS MANTENDO A SEGURANÇA E PRIVACIDADE.)

Fonte: http://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2016/04/07/motel-da-grande-sp-tem-suite-que-permite-interacao-com-vizinhos-de-quarto.htm

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Dia do Beijo: por que ele é a melhor preliminar?

Beijo de língua é extremamente erótico. As melhores transas surgem dele. Para as mulheres, poucas preliminares são tão poderosas quanto uma boa troca de salivas. Costumo dizer que se a boca de cima está molhada, a debaixo também fica. Aliás, as duas mucosas se parecem. Muitas vezes, enquanto rola aquele beijo cheio de más intenções, nosso cérebro manda as paredes internas da vagina produzirem a lubrificação – um dos sinais de que estamos excitadas e prontas para a penetração, sem que o atrito cause dor. Taí um dos motivos de nos importarmos com esse tipo de ~esquenta~ mesmo nas rapidinhas.

Beijo de língua bom é química, não matemática. Tem gente que curte baba sem miséria, que explora até o esôfago alheio, que prefere ritmo bossa nova, que morde e chupa os lábios, que mal tira a língua da própria boca, que alterna o estilo dependendo da situação e da malícia. Assim como o sexo, há dias e dias, além de preferências pra tudo. Se você só aplicar as fórmulas que funcionaram com outros, em vez de observar as reações de quem beija, nunca vai encaixar. Dente com dente, um desastre. Fora que beijo nem sempre se ajeita de primeira, às vezes melhora com a prática e à medida que ambos se sentem à vontade.

Beijo de língua é entrega. Não à toa casais apaixonados sofrem de câimbras nas bochechas. Tudo novidade, você quer engolir o outro quase literalmente. Dane-se que o restaurante inteiro está hipnotizado, por inveja ou incômodo, com as línguas enroscadas. No início dos relacionamentos, normal que o mundo se resuma ao espaço entre as arcadas dentárias. Beijamos e beijamos e beijamos porque queremos ininterrupto contato físico com o outro. O beijo é “permitido” em público - se o sexo também fosse, quantas gozadas de desconhecidos assistiríamos por dia?

Beijo de língua é intimidade – mas diminui quando ela aumenta. Paradoxo desgraçado. A gente se acostuma, sem perceber, com o selinho estalado de “bom trabalho, amor” e “como foi seu dia?”. Quantos dias correm sem que a nossa língua invada a boca da pessoa com quem escolhemos compartilhar a vida? Não que falte amor, falta “só” atenção em meio à rotina apressada. Faça as contas. Escasseia tanto que, quando acontece, em geral conduz ao sexo. É ou não é? Ouço a mesma história em cada palestra que dou para grupos de mulheres e casais. Antes de ter vergonha de admitir, eles sequer se dão conta de que pouco se beijam de verdade, como “naqueles tempos”.

Feliz Dia do Beijo. Comemore com outra língua.

*Nathalia Ziemkiewicz, autora desta coluna, é jornalista pós-graduada em educação sexual e idealizadora do blog Pimentaria.

(APESAR DE TER UMA DATA ESPECÍFICA, DEVERÍAMOS BEIJAR TODO DIA.
O COTIDIANO FAZ A GENTE TRANSFORMAR COISAS QUE DEVERIAM SER ESPECIAIS, EM COISAS COMUNS.
MUITAS VEZES ESTAMOS BRIGADOS, OU ABORRECIDOS COM OUTRO PROBLEMA QUALQUER, E AI DEIXAMOS DE BEIJAR, DEIXAMOS DE DIZER "EU TE AMO", DEIXAMOS DE BRINCAR COM OS FILHOS, ETC.
EU ME INCLUO NISSO, TAMBÉM COMETI ESSE ERRO, TRANSFORMEI COISAS ESPECIAIS EM COISAS SIMPLES.)

Fonte: https://br.vida-estilo.yahoo.com/post/142708527690/dia-do-beijo-por-que-ele-%C3%A9-a-melhor-preliminar

terça-feira, 12 de abril de 2016

“Os Homens são de Marte”: dar ou não no primeiro encontro?

A atriz Mônica Martelli vive uma solteira em busca do grande amor na peça “Os Homens são de Marte e é pra lá que eu vou”

“Eu não vou dar, não vou dar… DEI!”.

A frase é repetida muitas vezes por Fernanda, personagem interpretada pela atriz Mônica Martelli na peça “Os Homens São De Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou!”. Produtora de eventos bem-sucedida, Fernanda se envolve com vários caras – e se decepciona - em busca do grande amor de sua vida. Tem vergonha da solteirice aos 40 anos: para não parecer socialmente “um fracasso” por nunca ter se casado, em algumas ocasiões inventa que está divorciada. Apaixona-se o tempo todo, não raro sem perceber coisas óbvias como um pretendente gay ou comprometido. Mônica é hilária e domina sozinha o palco por mais de uma hora. Num de seus melhores momentos, reflete sobre a frase clichê de encontros casuais: “A gente se vê”. Existe despedida mais evasiva?

A comédia teatral, baseada em histórias reais vividas pela atriz, estreou onze anos atrás. Sucesso de público, foi adaptada para o cinema e virou série do GNT. Não resisti ao saber que o Teatro Porto Seguro trouxe a nova temporada para São Paulo. Sala lotada de casais e grupos de amigas. Eu poderia analisar o cenário, o sistema de som, a atuação de Mônica… mas não sou crítica de teatro, então faço a Glória (“não sei opinar”) e me atenho a uma questão da sexualidade feminina abordada ali. A personagem, embora adulta e independente, se culpa sempre que transa com alguém na primeira noite. Tá lá na pegação delícia, mas num conflito interno: “Eu não vou dar, eu não vou dar”. Acaba dando. E daí, Fernanda? Ela responderia: “Vão achar que não sou mulher pra casar”.

Não fode, Fernanda. Quer dizer, não me venha com essa. Foder você pode quando e como quiser. Essa história de “mulher que dá logo não se valoriza” não condiz com as nossas conquistas depois da revolução sexual. A lógica é inversa. A gente tem que SE VALORIZAR a ponto de não precisar da opinião alheia para saber quem somos e quanto valemos. Valorizar o que a gente sente, em vez de represar o desejo ou se fingir de puritana para agradar padrões moralistas. Eles não se preocupam do tipo “Não posso comê-la hoje porque… o que vão pensar de mim?”. Não correm o risco de serem chamados de “vagabunda”, “biscate” etc. Percebe que são dois pesos e duas medidas? Homens e mulheres têm desejo sexual, mas apenas uns podem exercê-lo de forma livre?

Você é quem é, Fernanda, transando no primeiro ou no vigésimo encontro. Se é inteligente e profissionalmente bem-sucedida, continua sendo no primeiro ou no vigésimo encontro. Se gosta de bichos e de surfe, se cuida da avó idosa e estuda espiritismo, se coleciona vinis de rock e mata as amigas de rir. A sua sexualidade é APENAS uma das suas muitas facetas. Não pode ser “nota de corte”. Ou seja, nêgo desconsidera TUDO o que você é e a possibilidade de rolar um romance simplesmente porque você deu? Você deixa de ser interessante por isso? Então ELE que não é “homem pra casar”.  Que julga pessoas com tamanha superficialidade. Amor de verdade reúne características incompatíveis a essa visão de mundo. Amor de verdade requer respeito, cumplicidade, igualdade. Cai fora, querida.

Fiquei perplexa ao ver a reação da plateia quando, finalmente, Fernanda disse que se segurou e “não deu”. Palmas e gritos. Como se, por essa atitude, ela tivesse alguma chance de ter um relacionamento bacana e “ser feliz”. Todas as mulheres têm o direito legítimo de fazer sexo sempre que a vontade surgir e essa decisão não pode interferir na forma como serão tratadas no dia seguinte. Não sei se Mônica Martelli, atriz e autora da peça, concorda comigo. Adoraria saber, mas a assessoria de imprensa responsável não conseguiu uma entrevista dela para esta coluna. Fica o convite. Vai que a própria Mônica mudou sua opinião desde que escreveu o texto, mais de onze anos atrás.

*Nathalia Ziemkiewicz, autora desta coluna, é jornalista pós-graduada em educação sexual e idealizadora do blog Pimentaria.

(CONCORDO COM ELA, AS PESSOAS NÃO DEVERIAM SER JULGADAS, NEM POR QUE DEU, NEM POR QUE NÃO DEU, SE GOSTA DE HOMEM OU DE MULHER, ETC. ISSO É PROBLEMA DELA, E NINGUÉM TEM NADA COM ISSO.
MAS INFELIZMENTE A SOCIEDADE É MACHISTA, E AINDA ESTÁ CHEIA DELES POR AI. VAMOS TORCER, E FAZER A NOSSA PARTE, PARA QUE UM DIA ISSO MUDE).

Fonte: https://br.vida-estilo.yahoo.com/post/141255144530/os-homens-s%C3%A3o-de-marte-dar-ou-n%C3%A3o-no-primeiro