O assunto é um pouco fora do tema do blog, mas achei interessante... O tempo é precioso, usem com sabedoria...
Origens do tempo
O dicionário Webster (em inglês) - edição escolar/quarta edição - define tempo como:
II. um período ou intervalo. 1: o período entre dois acontecimentos ou enquanto algo existe, acontece ou age. Intervalo medido ou mensurável
Na essência, o tempo é apenas uma ilusão. Não podemos vê-lo ou senti-lo, ele simplesmente acontece. De um ponto de vista histórico, os seres humanos inventaram uma maneira totalmente arbitrária e interessante de medir o tempo.
O dia é obviamente o ponto de partida para o tempo. Um dia consiste de um período de luz solar seguido de noite. Nosso organismo está ligado a esse ciclo por meio do sono; portanto, um novo dia começa ao acordarmos pela manhã. Não importa qual seja a cultura, o conceito de dia vem de maneira óbvia e natural.
Usamos relógios para dividir o dia em pequenas partes. Usamos calendários para juntar dias em vários grupos. Ambos os sistemas têm origens interessantes, que descobriremos no decorrer deste artigo.
O calendário: meses
O conceito de mês vem da lua. Muitas culturas usaram meses com 29 ou 30 dias (ou alguma alteração) para dividir um ano em partes. O principal problema com esse tipo de sistema é que os ciclos da Lua, com 29,5 dias, não se dividem igualmente nos 365,25 dias do ano.
Ao olharmos para o calendário moderno, os meses parecem extremamente confusos. Um tem 28 ou 29 dias, alguns têm 30 e o restante têm 31. De acordo com a "World Book Encyclopedia", a mais vendida no mundo, foi da maneira descrita abaixo que surgiu o calendário.
Os romanos começaram com um calendário de 10 meses em 738 a.C., copiando a idéia dos gregos. Os meses no calendário romano original eram Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quintilis, Sextilis, September, October, November e December. Os nomes Quintilis até December vêm dos nomes romanos para cinco, seis, sete, oito, nove e dez. Esse calendário deixou mais ou menos 60 dias sem explicação.
Os meses Januarius e Februarius foram mais tarde acrescentados ao final do ano para prestar contas dos 60 dias extras.
Em 46 a.C., Júlio César mudou o calendário. Ignorando a lua, mas deixando os nomes dos 12 meses existentes, o ano foi dividido em 12 meses com 30 ou 31 dias, exceto Februarius com 29 dias. A cada período de quatro anos, Februarius ganhava um dia a mais. Mais tarde, ele decidiu fazer de Januarius o primeiro mês, em vez de Martius, colocando Februarius em segundo lugar, o que explica porque o dia bissexto fica numa época tão estranha.
Após a morte prematura de Júlio César, os romanos renomearam Quintilis em sua homenagem: Julius ou julho.
Da mesma forma, Sextilis foi renomeado para homenagear Augustus: Augustus ou agosto. Augustus também mudou um dia de Februarius para Augustus, para que tivesse o mesmo número de dias que Julius.
Essa pequena história explica porque temos 12 meses, porque os meses têm a quantidade de dias porque o dia bissexto cai numa época tão estranha e porque os meses têm esses nomes.
E as semanas? Dias, meses e anos, todos têm um fundamento natural, mas semanas não. Os nomes vêm direto da Bíblia.
"Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás todo o teu trabalho, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus". (Êxodo 20:8)
Esse quarto mandamento, com certeza, ecoa a história da criação no livro do Gênesis.
Os romanos deram nomes aos dias da semana baseados no sol, na lua e nos nomes dos cinco planetas conhecidos por eles:
Sol
Lua
Marte
Mercúrio
Júpiter
Vênus
Saturno
Esses nomes continuaram bem parecidos nas línguas européias; em inglês, ficaram sendo Sunday, Monday e Saturday. Os outros quatro nomes em inglês foram substituídos por nomes de deuses anglo-saxões. De acordo com a Enciclopédia Britânica (em inglês):
"tuesday vem de Tiu, ou Tiw, o nome anglo-saxão para Tyr, o deus escandinavo da guerra. Tyr era um dos filhos de Odin, ou Woden, a divindade suprema que deu origem ao nome Wednesday. Da mesma forma, Thursday surgiu do dia de Thor, nomeado em homenagem a Thor, o deus do trovão. Friday é derivado do dia de Frigga, a esposa de Odin, representando amor e beleza, na mitologia escandinava".
Fonte: http://pessoas.hsw.uol.com.br/tempo6.htm
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
VOLTAIRE (2)
"É mais claro que o sol, que Deus criou a mulher para domar o homem."
'Uma discussão prolongada significa que ambas as partes estão erradas."
"Como é duro odiar os que se gostaria de amar."
"É melhor correr o risco de salvar um homem culpado do que condenar um inocente."
"Ama a verdade, mas perdoa o erro."
"O maior prazer que alguém pode sentir é o de causar prazer aos seus amigos." (acho que nessa poderia se trocar amigos por esposa ou marido)
"A maior parte dos homens é como a pedra do íman. Tem um lado que atrai e outro que repele."
http://pensador.uol.com.br/frases_de_voltaire
'Uma discussão prolongada significa que ambas as partes estão erradas."
"Como é duro odiar os que se gostaria de amar."
"É melhor correr o risco de salvar um homem culpado do que condenar um inocente."
"Ama a verdade, mas perdoa o erro."
"O maior prazer que alguém pode sentir é o de causar prazer aos seus amigos." (acho que nessa poderia se trocar amigos por esposa ou marido)
"A maior parte dos homens é como a pedra do íman. Tem um lado que atrai e outro que repele."
http://pensador.uol.com.br/frases_de_voltaire
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Cap4 - Pag3
Eu estava uma pilha, dez minutos nos separavam, nunca estivemos tão perto, tentei me controlar, não ficar mais nervoso do que já estava. Saí do avião, entrei naquele túnel que leva até a saída para pegar as malas, mas hoje eu não teria que me preocupar com malas, passei direto pela saída e fui procura-la, mas não a avistei.
Olhei em todas as direções e não a vi, fiquei perdido, não era possível ela ter feito isso comigo, me levado até lá e não aparecer, não dar um sinal de vida ou mandar uma mensagem, então fui olhar o celular, nada, não havia nada dela, minha frustração era enorme, não sabia o que fazer, então fui ligar para ela, e para piorar as coisas estava em caixa postal. Agora estava perdido, não sabia o que fazer.
Foi nesse momento que um homem se aproximou de mim, e perguntou se eu era Rafael, com cara de espanto respondi que sim. O homem não disse mais nada, apenas me entregou uma chave, e foi embora, não entendi absolutamente nada, fui atrás dele e perguntei o que significava aquilo, ele me disse que também não sabia, que tinha sido pago apenas para me entregar essa chave, quis saber quem pagou para me entregar essa chave, ele disse que também não sabia quem era, apenas fez o que foi combinado e foi pago para isso. Perguntei de onde era aquela chave, o que ela abria, ele também não sabia, disse que foi lá apenas me entregar a chave, e foi embora.
Fiquei olhando para aquela chave sem fazer a mínima ideia do que ela abria, nem o que era para eu encontrar, foi ai que chegou uma mensagem no meu celular, era dela, e dizia o seguinte: “em quinze minutos um celular vai tocar, você precisa atender a chamada, senão pode pegar o próximo voo de volta para o Rio”.
Claro que fiquei ainda mais perdido, não sabia o que fazer, então botei a cabeça para pensar, eu só tinha quinze minutos, logo em seguida recebi outra mensagem dela: “não desperdice seu tempo ligando para mim ou me mandando mensagens, eu não vou atender”. Ela leu meus pensamentos, sabia que eu ia tentar acha-la, então não adiantava nem tentar, melhor me focar em descobrir o que aquela chave abria, seja lá o que fosse que essa chave abria não devia estar muito longe, senão não conseguiria achar em quinze minutos. Comecei a perguntar então as pessoas do aeroporto, entrei numa loja, em duas, e ninguém sabia que chave era aquela, perdi uns cinco minutos nisso, eu olhava para o relógio e via o tempo acabando, eu sentia como se ela estivesse escorregando entre meus dedos.
Continuei perguntando, até que um menino que carrega malas me viu perguntando a outra pessoa e me disse: “essa chave parece com aquelas do guarda volumes”, bingo, o garoto havia acertado, provavelmente ela deixou o celular dentro de um guardar volumes, sai correndo para o guarda volumes, chegando lá vi que deveria ter uns duzentos armários, ai entrei em pânico, não haveria como testar a chave em todos eles, como iria achar o armário certo?
Tinha que ter alguma coisa que identificasse, olhei para o relógio e me sobravam apenas dois minutos, eu poderia ficar esperando o celular tocar, ai saberia qual era, mas era arriscado, e se ela desse apenas três toques? Poderia não dar tempo, melhor seria achar o tal armário, tentei adivinhar qual era, mas errei, fiz isso três vezes e errei, era como procurar uma agulha num palheiro.
Olhei em todas as direções e não a vi, fiquei perdido, não era possível ela ter feito isso comigo, me levado até lá e não aparecer, não dar um sinal de vida ou mandar uma mensagem, então fui olhar o celular, nada, não havia nada dela, minha frustração era enorme, não sabia o que fazer, então fui ligar para ela, e para piorar as coisas estava em caixa postal. Agora estava perdido, não sabia o que fazer.
Foi nesse momento que um homem se aproximou de mim, e perguntou se eu era Rafael, com cara de espanto respondi que sim. O homem não disse mais nada, apenas me entregou uma chave, e foi embora, não entendi absolutamente nada, fui atrás dele e perguntei o que significava aquilo, ele me disse que também não sabia, que tinha sido pago apenas para me entregar essa chave, quis saber quem pagou para me entregar essa chave, ele disse que também não sabia quem era, apenas fez o que foi combinado e foi pago para isso. Perguntei de onde era aquela chave, o que ela abria, ele também não sabia, disse que foi lá apenas me entregar a chave, e foi embora.
Fiquei olhando para aquela chave sem fazer a mínima ideia do que ela abria, nem o que era para eu encontrar, foi ai que chegou uma mensagem no meu celular, era dela, e dizia o seguinte: “em quinze minutos um celular vai tocar, você precisa atender a chamada, senão pode pegar o próximo voo de volta para o Rio”.
Claro que fiquei ainda mais perdido, não sabia o que fazer, então botei a cabeça para pensar, eu só tinha quinze minutos, logo em seguida recebi outra mensagem dela: “não desperdice seu tempo ligando para mim ou me mandando mensagens, eu não vou atender”. Ela leu meus pensamentos, sabia que eu ia tentar acha-la, então não adiantava nem tentar, melhor me focar em descobrir o que aquela chave abria, seja lá o que fosse que essa chave abria não devia estar muito longe, senão não conseguiria achar em quinze minutos. Comecei a perguntar então as pessoas do aeroporto, entrei numa loja, em duas, e ninguém sabia que chave era aquela, perdi uns cinco minutos nisso, eu olhava para o relógio e via o tempo acabando, eu sentia como se ela estivesse escorregando entre meus dedos.
Continuei perguntando, até que um menino que carrega malas me viu perguntando a outra pessoa e me disse: “essa chave parece com aquelas do guarda volumes”, bingo, o garoto havia acertado, provavelmente ela deixou o celular dentro de um guardar volumes, sai correndo para o guarda volumes, chegando lá vi que deveria ter uns duzentos armários, ai entrei em pânico, não haveria como testar a chave em todos eles, como iria achar o armário certo?
Tinha que ter alguma coisa que identificasse, olhei para o relógio e me sobravam apenas dois minutos, eu poderia ficar esperando o celular tocar, ai saberia qual era, mas era arriscado, e se ela desse apenas três toques? Poderia não dar tempo, melhor seria achar o tal armário, tentei adivinhar qual era, mas errei, fiz isso três vezes e errei, era como procurar uma agulha num palheiro.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
A INFIDELIDADE (FINAL)
Por que ela não fala com o marido? Na minha opinião a resposta é simples: medo de ser julgada.
Com o desconhecido ela não corre esse risco, e mesmo que ele a julgue (o que seria um erro), existe uma barreira, uma tela de computador entre eles, eles não se conhecem, então não haveria consequências para ela, bastaria deletar.
Já com o marido a situação é bem diferente, como ficaria a relação deles se ele não gostasse do que iria ouvir? Poderia haver uma crise, se o casamento já não está bom, imagine depois de uma conversa desse tipo.
E de que tipo de conversa estamos falando?
Do tipo quando a mulher diz para o marido que tem a fantasia de transar com dois homens.
Para alguns homens a casa cairia nessa hora. Como admitir que minha mulher quer dois? Como aceitar uma coisa dessas?
Do mesmo jeito que aceitamos que queremos duas mulheres na cama. Praticamente todos os homens tem essa fantasia. Só que quando a fantasia é delas, achamos que elas são putas.
É esse o julgamento que elas querem evitar. Serem chamadas de putas só por que querem transar com dois (ou mais...rs). Não tem nada de puta nisso, tem prazer, só isso.
Claro que se fosse com a mulher do amigo o cara não iria achar isso nada de mais, mas com a dele é um absurdo. Como diz uma amiga minha, os homens são suecos com as mulheres dos outros, mas com a dele ele é mineiro.
Isso é que nem ter um filho homossexual, todo mundo aceita, acha super normal, mas desde que não seja o filho dele.
O mesmo vale para a mulher, todo mundo acha normal essas fantasias, mas com a mulher dos outros.
Voltando ao novo amigo que a mulher arrumou na sala de bate papo, provavelmente ele vai dar força para ela, e era exatamente isso que ela queria ouvir. Nem preciso dizer que a conversa entre eles vai evoluir bastante (e rapidamente). Já que ele não a julgou ela vai se sentir ainda mais a vontade para dizer o que pensa e o que sente.
Em pouco tempo ela vai estar se masturbando junto com ele. O resto é consequência, não é preciso ser gênio para adivinhar. Até onde eles vão ai vai depender da coragem dela e da conversa dele.
Provavelmente ela vai arrumar um amante. E ai sua mulher vai estar fazendo com outro o que poderia estar fazendo com você. Ou você poderia estar junto dela realizando as fantasias de vocês.
Você já tentou ter uma conversa franca, honesta, sem julgamentos, com sua mulher? Já abriu a porta para ela falar sem medo? Sem medo de ser considerada uma puta só por que ela queria experimentar isso ou aquilo?
Se tiver coragem, faça, mas quando ela falar (se ela conseguir) não faça cara de espanto se ela falar algo que você não imaginava que ela ia falar, muito menos emita qualquer opinião sem pensar muito bem antes... e por favor, não solte um “NEM FODENDO!!!” se ela for ousada... ok?
O fato dela falar algo que você ache absurdo não significa que o casamento vai acabar, mas é um caminho para melhorar a relação. De repente vocês vão descobrir coisas muito interessantes, coisas que já poderiam estar experimentando há muito tempo. Se você não curte sexo a três (onde um dos três é a sua mulher) busque uma alternativa, fantasie com ela, etc.
Lembre-se, uma necessidade não atendida abre a porta para que outro atenda essa necessidade.
Vocês já se perguntaram por que as casas de swing se multiplicam? Por que estão sempre cheias?
Vocês acham que amor e prazer tem que estar juntos? Os dois tem que existir na mesma pessoa? Não da para amar uma pessoa, e ter prazer com outra também?
Se incluir uma terceira pessoa na relação for complicado, que tal começar com os fetiches?
Vou deixar aqui uma frase de uma amiga minha: "Melhor comer uma verdade ainda quente, engasgar com ela, do que comer uma mentira temperada"
E já que estamos falando de comida, vamos imaginar a seguinte situação: Pense no seu prato favorito, a comida que você mais gosta, você adora essa comida. Agora pense que vai ter que comer apenas esse prato pelo resto da vida...rs... Já sei, você vai dizer que se mudar o tempero todo dia, da para comer... haja tempero...rs
Não esqueça de pensar que ela também vai ter que comer o prato favorito dela...rs
Que tal ir num restaurante de vez em quando?....rsrs
Com o desconhecido ela não corre esse risco, e mesmo que ele a julgue (o que seria um erro), existe uma barreira, uma tela de computador entre eles, eles não se conhecem, então não haveria consequências para ela, bastaria deletar.
Já com o marido a situação é bem diferente, como ficaria a relação deles se ele não gostasse do que iria ouvir? Poderia haver uma crise, se o casamento já não está bom, imagine depois de uma conversa desse tipo.
E de que tipo de conversa estamos falando?
Do tipo quando a mulher diz para o marido que tem a fantasia de transar com dois homens.
Para alguns homens a casa cairia nessa hora. Como admitir que minha mulher quer dois? Como aceitar uma coisa dessas?
Do mesmo jeito que aceitamos que queremos duas mulheres na cama. Praticamente todos os homens tem essa fantasia. Só que quando a fantasia é delas, achamos que elas são putas.
É esse o julgamento que elas querem evitar. Serem chamadas de putas só por que querem transar com dois (ou mais...rs). Não tem nada de puta nisso, tem prazer, só isso.
Claro que se fosse com a mulher do amigo o cara não iria achar isso nada de mais, mas com a dele é um absurdo. Como diz uma amiga minha, os homens são suecos com as mulheres dos outros, mas com a dele ele é mineiro.
Isso é que nem ter um filho homossexual, todo mundo aceita, acha super normal, mas desde que não seja o filho dele.
O mesmo vale para a mulher, todo mundo acha normal essas fantasias, mas com a mulher dos outros.
Voltando ao novo amigo que a mulher arrumou na sala de bate papo, provavelmente ele vai dar força para ela, e era exatamente isso que ela queria ouvir. Nem preciso dizer que a conversa entre eles vai evoluir bastante (e rapidamente). Já que ele não a julgou ela vai se sentir ainda mais a vontade para dizer o que pensa e o que sente.
Em pouco tempo ela vai estar se masturbando junto com ele. O resto é consequência, não é preciso ser gênio para adivinhar. Até onde eles vão ai vai depender da coragem dela e da conversa dele.
Provavelmente ela vai arrumar um amante. E ai sua mulher vai estar fazendo com outro o que poderia estar fazendo com você. Ou você poderia estar junto dela realizando as fantasias de vocês.
Você já tentou ter uma conversa franca, honesta, sem julgamentos, com sua mulher? Já abriu a porta para ela falar sem medo? Sem medo de ser considerada uma puta só por que ela queria experimentar isso ou aquilo?
Se tiver coragem, faça, mas quando ela falar (se ela conseguir) não faça cara de espanto se ela falar algo que você não imaginava que ela ia falar, muito menos emita qualquer opinião sem pensar muito bem antes... e por favor, não solte um “NEM FODENDO!!!” se ela for ousada... ok?
O fato dela falar algo que você ache absurdo não significa que o casamento vai acabar, mas é um caminho para melhorar a relação. De repente vocês vão descobrir coisas muito interessantes, coisas que já poderiam estar experimentando há muito tempo. Se você não curte sexo a três (onde um dos três é a sua mulher) busque uma alternativa, fantasie com ela, etc.
Lembre-se, uma necessidade não atendida abre a porta para que outro atenda essa necessidade.
Vocês já se perguntaram por que as casas de swing se multiplicam? Por que estão sempre cheias?
Vocês acham que amor e prazer tem que estar juntos? Os dois tem que existir na mesma pessoa? Não da para amar uma pessoa, e ter prazer com outra também?
Se incluir uma terceira pessoa na relação for complicado, que tal começar com os fetiches?
Vou deixar aqui uma frase de uma amiga minha: "Melhor comer uma verdade ainda quente, engasgar com ela, do que comer uma mentira temperada"
E já que estamos falando de comida, vamos imaginar a seguinte situação: Pense no seu prato favorito, a comida que você mais gosta, você adora essa comida. Agora pense que vai ter que comer apenas esse prato pelo resto da vida...rs... Já sei, você vai dizer que se mudar o tempero todo dia, da para comer... haja tempero...rs
Não esqueça de pensar que ela também vai ter que comer o prato favorito dela...rs
Que tal ir num restaurante de vez em quando?....rsrs
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
A INFIDELIDADE (PARTE 2)
Respondendo a pergunta de ontem, por que as pessoas traem.
Podem existir muitas explicações, muitas razões, mas acho que a mais comum é a insatisfação. Tem gente que trai pelos motivos mais variados, no homem essa questão é quase cultural, vem da nossa sociedade machista, que prega que para o homem ser homem tem que pegar o maior número possível de mulheres (nem vou discutir o absurdo dessa ideia).
No caso das mulheres as razões parecem outras, e acredito que está mais ligado a insatisfação. A mulher não costuma trair só por trair (claro que existem esses casos também), mas sim quando existe uma necessidade não atendida.
Que tipo de necessidade? Carinho, atenção, se sentir desejada, prazer, etc. E o que causa esse tipo de necessidade? Na maioria das vezes: o casamento.
O que eu mais encontrei foram mulheres na faixa dos dez anos de casamento (o período pode variar). É nessa faixa que a coisa fica mais “morna”.
Vamos ser honestos, depois de dez anos transando com a mesma pessoa a transa já está mais do que conhecida, haja criatividade. Todo mundo sabe o que o outro gosta, já sabe o que vai fazer (inclusive a sequencia), agora isso, depois aquilo, e termina assim. E ai?
Ai que fica monótono, e em alguns casos, até chato. Conheci pessoas que chegavam a ficar felizes quando o parceiro não a procurava, e quando ele procurava, para ela era uma obrigação (quase uma tortura).
Quando chega num ponto desse, o que costuma acontecer é ela procurar fora o que não tem em casa. O caminho natural é ela fantasiar, começa com a masturbação, ai para ajudar pode usar algum objeto ou vídeos da internet.
É muito comum também, nessa fase do casamento, recorrer a sexshops, lingeries mais provocantes, vibradores, etc. Isso costuma dar uma aquecida nas coisas, mas esse efeito geralmente é passageiro. Variar num motel também é comum, mas não da para ir no motel o mês todo.
Dos vídeos ela pode partir para uma sala de bate papo, nessas salas o que se encontra muito são os tarados de plantão, os caras que querem logo abrir cam e ver a mulher nua, mas na grande maioria das vezes não é isso que ela está procurando.
Ela quer um papo interessante, alguém que entenda o momento que ela está vivendo, e que principalmente, não a julgue.
Se ela der a sorte de encontrar esse tipo de homem, a conversa tem grande chance de evoluir. Provavelmente ela vai gostar do que vai ouvir, e então um pequeno vínculo vai se formar. Ai vai depender dela levar essa conversa adiante ou não.
Se ela der os contatos para ele, ele vai passar a ser uma conversa frequente. Com o passar do tempo a intimidade vai aumentar, até ela se abrir com ele e botar para fora tudo que a está incomodando.
Ai talvez esteja o grande “X” da questão. Ela vai falar com um quase desconhecido tudo aquilo que não tem coragem de falar com o marido (que confia e conhece há anos).
A pergunta óbvia é: E por que ela não fala com o marido?
Podem existir muitas explicações, muitas razões, mas acho que a mais comum é a insatisfação. Tem gente que trai pelos motivos mais variados, no homem essa questão é quase cultural, vem da nossa sociedade machista, que prega que para o homem ser homem tem que pegar o maior número possível de mulheres (nem vou discutir o absurdo dessa ideia).
No caso das mulheres as razões parecem outras, e acredito que está mais ligado a insatisfação. A mulher não costuma trair só por trair (claro que existem esses casos também), mas sim quando existe uma necessidade não atendida.
Que tipo de necessidade? Carinho, atenção, se sentir desejada, prazer, etc. E o que causa esse tipo de necessidade? Na maioria das vezes: o casamento.
O que eu mais encontrei foram mulheres na faixa dos dez anos de casamento (o período pode variar). É nessa faixa que a coisa fica mais “morna”.
Vamos ser honestos, depois de dez anos transando com a mesma pessoa a transa já está mais do que conhecida, haja criatividade. Todo mundo sabe o que o outro gosta, já sabe o que vai fazer (inclusive a sequencia), agora isso, depois aquilo, e termina assim. E ai?
Ai que fica monótono, e em alguns casos, até chato. Conheci pessoas que chegavam a ficar felizes quando o parceiro não a procurava, e quando ele procurava, para ela era uma obrigação (quase uma tortura).
Quando chega num ponto desse, o que costuma acontecer é ela procurar fora o que não tem em casa. O caminho natural é ela fantasiar, começa com a masturbação, ai para ajudar pode usar algum objeto ou vídeos da internet.
É muito comum também, nessa fase do casamento, recorrer a sexshops, lingeries mais provocantes, vibradores, etc. Isso costuma dar uma aquecida nas coisas, mas esse efeito geralmente é passageiro. Variar num motel também é comum, mas não da para ir no motel o mês todo.
Dos vídeos ela pode partir para uma sala de bate papo, nessas salas o que se encontra muito são os tarados de plantão, os caras que querem logo abrir cam e ver a mulher nua, mas na grande maioria das vezes não é isso que ela está procurando.
Ela quer um papo interessante, alguém que entenda o momento que ela está vivendo, e que principalmente, não a julgue.
Se ela der a sorte de encontrar esse tipo de homem, a conversa tem grande chance de evoluir. Provavelmente ela vai gostar do que vai ouvir, e então um pequeno vínculo vai se formar. Ai vai depender dela levar essa conversa adiante ou não.
Se ela der os contatos para ele, ele vai passar a ser uma conversa frequente. Com o passar do tempo a intimidade vai aumentar, até ela se abrir com ele e botar para fora tudo que a está incomodando.
Ai talvez esteja o grande “X” da questão. Ela vai falar com um quase desconhecido tudo aquilo que não tem coragem de falar com o marido (que confia e conhece há anos).
A pergunta óbvia é: E por que ela não fala com o marido?
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
A INFIDELIDADE (PARTE 1)
No dia 29 de dezembro publiquei um post sobre o novo livro do Paulo Coelho, que tem como tema central a infidelidade, que por coincidência, é um tema abordado no meu livro.
Nem preciso dizer que o assunto é altamente polêmico, praticamente inflamável. Todo mundo tem alguma história sobre esse assunto, ou no mínimo, conhece alguém que tenha (amigo ou familiar).
O assunto também é igualmente extenso, e duvido que algum dia haja consenso sobre ele. Cada cabeça é uma sentença.
Até mesmo para classificar infidelidade existe polêmica, p.ex: sexo virtual é infidelidade? Se não há contato entre as pessoas, pode-se considerar infidelidade?
Se apenas a virtualidade já se considera infidelidade, então pensar em outra pessoa também é? Se masturbar pensando em outra pessoa é infidelidade?
Paulo Coelho parece que vai jogar tudo no ventilador, provavelmente vai tocar num monte de feridas. Espero que isso ajude a sociedade a refletir.
Desde que o mundo é mundo os homens sempre tiveram uma forte tendência a infidelidade, e a praticavam sem o menor constrangimento. Em outros tempos era comum até o homem ter praticamente uma segunda família.
O fator de dominação exercido pela força bruta sempre deu ao homem todos os privilégios, deixando as mulheres numa posição inferiorizada.
Vocês lembram do cinto de castidade? Era comum na idade média, quando os homens saíam para as cruzadas, colocar cinto de castidade na mulher, e assim garantir a sua fidelidade.
De lá para cá as coisas mudaram, infelizmente não muito, o homem ainda continua exigindo a fidelidade da mulher (mesmo quando ele não é). Mas pelo menos a prática da tortura acabou.
Os casos de assassinato por causa de infidelidade não eram raros. O homem tinha o direito a legítima defesa da honra, e cometia o absurdo de lavar sua honra com sangue (já ouviram falar de Doca Street e Angela Diniz?).
Só para vocês terem uma ideia de como a coisa era séria, não faz muito tempo, adultério era considerado crime no código penal. Mas é claro que só era crime se fosse a mulher a infiel, se fosse o homem alguém dizia: “isso é normal”....Fala sério!!
O homem ainda se engana achando que a mulher dele é 100% fiel. Se alguém ainda pensa assim, tenho uma má notícia, as salas de bate papo estão cheias de mulheres casadas (e uma delas pode ser a sua).
A pergunta que eu deixo no ar é: Por que as pessoas traem?
Alguém já parou para se perguntar por que as pessoas traem?
Nem preciso dizer que o assunto é altamente polêmico, praticamente inflamável. Todo mundo tem alguma história sobre esse assunto, ou no mínimo, conhece alguém que tenha (amigo ou familiar).
O assunto também é igualmente extenso, e duvido que algum dia haja consenso sobre ele. Cada cabeça é uma sentença.
Até mesmo para classificar infidelidade existe polêmica, p.ex: sexo virtual é infidelidade? Se não há contato entre as pessoas, pode-se considerar infidelidade?
Se apenas a virtualidade já se considera infidelidade, então pensar em outra pessoa também é? Se masturbar pensando em outra pessoa é infidelidade?
Paulo Coelho parece que vai jogar tudo no ventilador, provavelmente vai tocar num monte de feridas. Espero que isso ajude a sociedade a refletir.
Desde que o mundo é mundo os homens sempre tiveram uma forte tendência a infidelidade, e a praticavam sem o menor constrangimento. Em outros tempos era comum até o homem ter praticamente uma segunda família.
O fator de dominação exercido pela força bruta sempre deu ao homem todos os privilégios, deixando as mulheres numa posição inferiorizada.
Vocês lembram do cinto de castidade? Era comum na idade média, quando os homens saíam para as cruzadas, colocar cinto de castidade na mulher, e assim garantir a sua fidelidade.
De lá para cá as coisas mudaram, infelizmente não muito, o homem ainda continua exigindo a fidelidade da mulher (mesmo quando ele não é). Mas pelo menos a prática da tortura acabou.
Os casos de assassinato por causa de infidelidade não eram raros. O homem tinha o direito a legítima defesa da honra, e cometia o absurdo de lavar sua honra com sangue (já ouviram falar de Doca Street e Angela Diniz?).
Só para vocês terem uma ideia de como a coisa era séria, não faz muito tempo, adultério era considerado crime no código penal. Mas é claro que só era crime se fosse a mulher a infiel, se fosse o homem alguém dizia: “isso é normal”....Fala sério!!
O homem ainda se engana achando que a mulher dele é 100% fiel. Se alguém ainda pensa assim, tenho uma má notícia, as salas de bate papo estão cheias de mulheres casadas (e uma delas pode ser a sua).
A pergunta que eu deixo no ar é: Por que as pessoas traem?
Alguém já parou para se perguntar por que as pessoas traem?
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