quarta-feira, 9 de julho de 2014

Mulher que 'dormiu com 10 mil homens' diz não fazer sexo há 3 anos.

Há pelo menos três anos a australiana de 36 anos que afirma já ter dormido com 10 mil homens diz estar sem sexo. Gwyneth Montenegro está lançando o livro “10.000 Men and Counting” ("10 mil homens e ainda contando", na tradução livre) no qual relata sua experiência de 12 anos trabalhando como garota de programa de luxo, sua dependência de drogas e álcool e o abandono. Em entrevista exclusiva ao PAGE NOT FOUND, antes de iniciar um tour pelos Estados Unidos e pela Europa para lançamento do livro, Gwyneth conta como enfrentou o bullying na adolescência e ingressou na carreira da prostituição, superou um estupro coletivo, a morte do pai e como se tornou uma piloto comercial, oradora motivacional, consultora especializada em programação neurolinguística e empresária.





PAGE NOT FOUND: Quando você teve a ideia de escrever um livro sobre sua história?

GWYNETH MONTENEGRO: Decidi escrever esse livro há uns três anos, foi um trabalho muito introspectivo porque resgatei todos os sentimentos e segredos que vinha guardando durante muito tempo. Escrevi todo o livro em oito meses, me dedicando em tempo integral para isso. Foi uma experiência catártica, eu mergulhei nas minhas emoções e deixei as coisas fluírem. Esse processo foi realmente poderoso e me deu mais confiança em mim mesma.

PNF: Como você se tornou uma acompanhante de luxo?

GWYNETH: Eu tinha uma vida normal, trabalha em um shopping, e namorava um cara por quem eu era realmente apaixonada. Mas era um amor juvenil, eu tinha 19 anos. Quando a gente terminou eu fiquei devastada, perdida, depressiva mesmo. Foi quando pensei “por que não usar o meu corpo ao meu favor?”. Eu já tinha trabalhado como modelo por um tempo e comecei então a dançar em boates. Depois de um tempo, percebi que trabalhar como acompanhante de luxo era um bom negócio, que dava para fazer um bom dinheiro com isso. No início eu comecei a dividir meu tempo entre a dança e o trabalho como acompanhante, mas quando vi que isso dava mais dinheiro acabei optando por esse caminho

PNF: Você se lembra do primeiro programa? Foi para se sentir confortável que você começou a beber e usar drogas?

GWYNETH: Eu já tinha a experiência com a dança nas boates e isso me ajudou muito. Depois que você vende o seu corpo uma vez você pode vender outras 500 que vai ser da mesma forma. É claro que beber e usar drogas fazia parte daquele mundo e eu me lembro de me embriagar para fugir da minha realidade. Eu me lembro que um dos clientes mais frequentes sempre usava cocaína e eu acabei indo na mesma onda.

PNF: Você foi vítima de um estupro coletivo. Como foi isso?

GWYNETH: Eu fui estuprada depois de ser abandonada pelos meus amigos em uma boate. Alguém colocou alguma droga na minha bebida e foi quando tudo aconteceu. Eu não tinha muita consciência do que estava acontecendo, mas não conseguia fazer nada para impedir. Foi uma experiência terrível porque eu cresci em uma família cristã, minha primeira relação sexual foi teoricamente tarde para os dias de hoje, eu tinha 17 anos. O estupro coletivo ocorreu quando eu tinha acabado de fazer 18. Foi uma experiência realmente apavorante pra mim. Eu já tinha sofrido muito bullying na escola, era o “patinho feio”, alta demais, inocente e tímida. Daí, quando os meus amigos me deixaram sozinha naquela boate e eu acabei sendo estuprada. Perdi todo a confiança na raça humana. Reviver tudo isso para escrever o livro foi muito doloroso, mas, ao mesmo tempo, foi um resgate do que eu sou e do que eu me tornei.

PNF: Quando você decidiu parar?

GWYNETH: Teve um momento no qual eu trabalhava para a agência de veículos Broco e também para uma agência de acompanhantes de luxo. Eu tinha uns 24 anos e estava realmente viciada em drogas. Um dia estava bem chapada e sofri um acidente de carro horrível. Quase morri. Sério, eu encarei a morte e esse foi o estopim para parar com a vida que eu levava. Foi como uma advertência para me mostrar o quanto a vida é curta. Esse acidente foi uma experiência tão apavorante que eu acabei contando para os meus pais tudo o que eu vinha fazendo, quando eles me visitaram no hospital. Foi muito doloroso pra mim e para eles, porque eles sempre foram muito católicos, mas não me nunca julgaram. Após o acidente criei um medo tremendo para dirigir carros, mas, por outro lado, resolvi estudar para pilotar aviões. Então, seis meses depois do acidente eu tirei a minha carteira de aviação. Eu estava apaixonada por voar, até que tive um sério problema de saúde e tive que retirar o rim. Com isso, perdi o meu certificado para pilotar aviões por uma questão médica e de segurança com os passageiros. Isso me devastou e eu voltei a trabalhar como acompanhante.

PNF: Como foi esse retorno?

GWYNETH: Eu estava com 30 e poucos e pensei: "Se eu for voltar para essa vida vai ser para fazer meu pé de meia". Então eu comecei a trabalhar e guardar e investir meu dinheiro. Hoje eu tenho uma propriedade e há três anos parei de fato com esse trabalho.

PNF: Você namorou alguém nesses 12 anos?

GWYNETH: Não, na verdade era muito difícil ter um relacionamento sério com alguém quando você trabalha como uma acompanhante de luxo.

PNF: Você realmente transou com 10 mil homens ou você só usou o número como um símbolo para o livro?

GWYNETH: Não é um número simbólico. Eu cheguei a esse número baseada nos impostos que eu pagava todas as vezes que me encontrava com um cliente. O valor dos impostos pagos me levou à quantidade. Quando fiz as contas e cheguei a esse número pensei: “Uau, isso é muita coisa. Me doeu, sabe?”.

PNF: E você se lembra de todos eles ou de algum em especial?

GWYNETH: Não me lembro de todos, não mesmo. Claro que os mais frequentes, os mais engraçados ou os mais estranhos não dá para esquecer.

PNF: Em seu livro você descreve sobre as escandalosas atividades e orgias sexuais as quais você se submeteu. Que tipo de coisa você fazia?

GWYNETH: Eu era muito jovem, sabe. Comecei muito tímida e, aos poucos, fui ganhando segurança comigo mesma e passei a entregar serviços além do que os meus clientes estavam esperando. Muitos homens choravam e queriam apenas um pouco de intimidade, não era uma coisa tão mecânica ou só pelo sexo. Eles realmente querem conhecer a mulher que está ali e era assim que aconteciam as coisas. Algumas vezes eles tinham uma fantasia e eu as realizava, afinal aquilo era parte do meu trabalho. Encontros bissexuais eram comuns, eu ia para cama com um outro homem e uma garota. Nas orgias participavam cerca de quatro, cinco homens. Não mais do que seis. Era comum também sempre ter uma outra mulher nesses encontros. Nunca fiz sexo sem camisinha e fazia sempre testes mensais para checar se tinha alguma doença sexualmente transmissível.

PNF: Qual foi o pedido mais estranho que você recebeu?

GWYNETH: Oh, meu Deus! Um dos meus clientes quis se vestir de mulher, ele colocou lingerie e até mesmo maquiagem. Nós estávamos em um quarto de hotel que tinha uma varanda para a área da piscina e depois de um tempo percebemos que todo mundo podia nos ver. Foi muito engraçado e constrangedor ao mesmo tempo. Foi um show de exibicionismo, meu Deus. Foi embaraçoso, mas eu conto coisas muito mais escandalosas no livro.

PNF: Sua vida era cheia de luxo e glamour, certo?

GWYNETH: Sim, muitas viagens, carrões, hotéis. Fiz algumas viagens internacionais a trabalho, fui para Bora Bora (Polinésia Francesa), por exemplo. Eu era uma acompanhante de luxo e fazia o meu trabalho muito bem. O segredo de uma boa acompanhante é a discrição, eu sempre estava bem vestida, mas não era vulgar. Eu era uma companhia, alguém com quem as pessoas conversavam em um jantar e sequer imaginavam que eu estava trabalhando. Eu cheguei a fazer algo como 20 mil dólares australianos (cerca de R$ 41 mil).

PNF: Você sentiu em algum momento que a sua vida estava em perigo?

GWYNETH: As pessoas eram muito legais comigo, acho que eu tive muita sorte na verdade. Não tive clientes violentos ou que se impunham sobre mim. Eu sou uma mulher de presença, sou alta e corpulenta. Sei impor respeito.

PNF: Você fez amigos neste ramo?

GWYNETH: Não, não. Eu sempre fazia amigos fora dessa área. É até fácil ter “amigos” neste ramo, mas não é uma amizade de verdade. As relações são bem falsas e superficiais.

PNF: Como é a sua relação com sua família e amigos agora?

GWYNETH: Meus pais sempre me apoiaram, embora não se orgulhassem do que eu fazia. Meu pai morreu há quatro anos de câncer, e essa perda foi uma das coisas que me impulsionou a encerrar a carreira como acompanhante de luxo. Tenho cinco grandes amigos, que são o máximo pra mim. Claro que no Facebook tenho alguns da época da escola, mas que não fazem ideia do que eu fazia da vida. Acho que agora com a publicação do livro vão saber, né? (risos). Com certeza isso vai me render muitas conversas no Facebook.

PNF: Como era e como é sua relação com o dinheiro hoje?

GWYNETH: Essa é uma boa pergunta! Eu era muito boa em gastar dinheiro, adorava fazer compras, era uma terapia pra mim. Sempre tive vestidos lindos, sapatos caros. Eu dizia para os meus amigos e para os meus parentes que não sabiam do meu trabalho que eu continuava trabalhando como modelo e fazendo comerciais. Eu era uma boa mentirosa. Hoje em dia sou uma pessoa mais centrada, sei guardar e investir meu dinheiro. Quando eu avalio o que eu fazia com o meu dinheiro antes fico observando o quanto eu era dissociada do real valor das coisas.

PNF: Você recebia boas gorjetas?

GWYNETH: Claro! Perfumes, chocolates, jantares luxosos. Eu era muito bem tratada.

PNF: Como é sua vida sexual atualmente? Está namorando alguém?

GWYNETH: Não! Eu estou solteira há cinco anos e não estou pronta para namorar ninguém agora. Tenho focado minhas energias no meu negócio, não tenho tempo para nada além disso. Eu parei de trabalhar como acompanhante há três anos e desde então não fiz mais sexo.

PNF: E você não sente falta?

GWYNETH: Sim (risos), claro. Mas não tenho pensado nisso, eu estou bem concentrada no meu trabalho. Às vezes fico imaginando como vai ser o meu primeiro encontro amoroso depois do livro, sabe? Eu vou me apresentar para alguém como a autora de “10 Mil Homens e Ainda Contando”? Vai ser interessante.

PNF: É provável que as pessoas que se aproximem de você estejam interessadas na sua habilidade e experiência sexual. Não tem medo de se envolver com alguém assim?

GWYNETH: Uma das boas coisas dessa profissão é que você aprende a ler as pessoas porque você precisa aprender a ler as necessidades e as preferências das pessoas. Eu, particularmente, tenho uma intuição muito boa então sei que não vou cair em nenhuma armadilha assim.

PNF: Você está preparando uma sequência para o livro, certo? Sobre o que você vai falar?

GWYNETH: Vou contar mais histórias sobre o meu passado. Tenho muita coisa para contar ainda.

PNF: Sua história é real, mas você se inspirou no estilo de Erika Leonard James, de “50 tons de cinza”?

GWYNETH: Eu li alguns dos livros e a acho fantástica, mas a minha história é completamente diferente porque é real. Eu escrevi para mostrar que a carreira não é glamourosa e luxuosa como as pessoas imaginam. Você realmente vai usar vestidos lindos, ir a lugares incríveis e ter muito dinheiro, mas a gente acaba pagando um preço muito alto do desgaste psicológico e mental que não compensa. Especialmente se você fica muito tempo nesse ramo, como foi o meu caso. Eu definitivamente mostro esse mundo como ele realmente é com todos os problemas.

PNF: Hoje você trabalha encorajando mulheres. De onde você tira tanta confiança e autoestima?

GWYNETH: Eu não diria que sou uma feminista, mas sou uma defensora da igualdade e das minorias. Sou adepta de uma campanha antibullying e sou contra qualquer tipo de preconceito. Eu adoro inspirar as pessoas, ajudá-las a confiar nelas mesmas. Não acho que nada seja impossível para alguém. Se eu pudesse voltar no tempo eu jamais trabalharia como acompanhante. O dinheiro não vale a pena. Eu vejo o quanto eu poderia ter feito, eu consegui tirar a minha certificação para pilotar e agora fiz o curso de programação neurolinguística, criei a Fundação "Fearless" e hoje me sinto muito feliz por inspirar as pessoas. Isso tem me ajudado muito não só a lidar com os meus dilemas e conflitos internos quanto com o das outras pessoas.

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2014/06/26/mulher-que-dormiu-com-10-mil-homens-diz-nao-fazer-sexo-ha-3-anos-540496.asp

terça-feira, 8 de julho de 2014

CAP. 5 - PAG. 2

        Depois desse contato ficamos sem nos falar por dois dias, somente na segunda-feira foi que ela apareceu no e-mail, aparentemente estava tudo bem. O final de semana era sempre marcado pela saudade, pela primeira vez na vida eu achava os finais de semana um saco, ficava ansioso esperando pela segunda-feira, às vezes ela conseguia me mandar uma mensagem no final de semana, nossa, isso me deixava muito feliz, mesmo não podendo responder.
        Durante a semana ficávamos na troca de e-mails, nos dias de muitas reuniões a conversa ficava bastante restrita, mas sempre dávamos um jeito de nos falarmos, pelo menos uma vez no dia. Um certo dia ela me perguntou se eu havia me arrependido, estava bem claro sobre o tipo de arrependimento que ela estava se referindo, eu respondi que o único arrependimento que eu tinha era de não ter respondido aquele primeiro e-mail dela, ela riu, eu continuei, dizendo que se tivesse respondido aquele e-mail já poderia estar apaixonado há mais tempo, ai completei dizendo que nosso relacionamento começou como uma exponencial, tem uma fase lenta no começo, mas depois acelerou muito rápido, ai ela respondeu: “e quem disse que tivemos uma fase lenta?”. A resposta foi muito boa, ela tinha razão, não teve fase lenta, desde o começo nos atraímos muito.
Ainda havia muito o que conhecer de nós dois, aos poucos fomos aprendendo mais um do outro, eu já conhecia bastante da sua personalidade, mas sempre há o que conhecer, apenas quando as situações vão acontecendo é que descobrimos as coisas.
        Numa sexta-feira estávamos ao celular quando ela então disse que Sábado iria para Boituva, eu nunca tinha ouvido falar dessa cidade (Boituva é famosa pela prática de esportes radicais, a geografia do lugar favorece a prática desse tipo de esporte), quis saber o que ia fazer lá, Sílvia disse que ia saltar de paraquedas, claro que fiquei surpreso, ela nunca tinha me falado nada disso.
- Amor, não sabia que você pulava de paraquedas.
Quando disse isso ela imediatamente me corrigiu.
- Nunca diga a um paraquedista que ele PULA de paraquedas, são saltos, não pulos...rsrs...
- Hummmm... vou procurar prestar atenção nesse detalhe....rs
Ai quis saber mais sobre o assunto.
- Há quanto tempo você pratica?
- Já faz alguns anos.
- Tem escola para isso?
- Sim, lá tem, claro que você não sai dando saltos assim de cara, tem toda uma preparação, e os primeiros saltos você não faz sozinho.
- E como faz?
- Você faz um salto duplo, salta junto com o instrutor.
- Junto como?
- Junto...rs...
- Você diz presa?
- Sim.
- Os dois ficam presos um ao outro... entendi....
- Isso é só no começo, até você estar seguro do que tem que fazer.
- O instrutor vai literalmente encoxando você.... não é assim?
- É sim...rsrss
- Hummmmmmm
- Vai ficar com ciúmes?....rsrsrs
- Sinceramente não gostei muito dessa ideia....
- Sinto muito...rsrs
- Hoje você ainda precisa do instrutor ou já salta sozinha?
- Sozinha....rsrsr... mas mesmo que precisasse dele não iria deixar de saltar por causa dos seus ciúmes...rsrss...
- Ok.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Por favor, não fale de mim na terapia…

Por Gilberto Amendola

Eu tenho medo de quando ela diz: "falei de você na terapia".

- E?

E não diz mais nada.

Fico no vácuo. Sem saber se sou o Don Juan do pedaço ou o maior mané da paróquia. Quer dizer, claro que sei...

O que foi que eu fiz de errado? Lógico, ninguém é citado na terapia de forma elogiosa. Não faz sentido. Pensem comigo: "Doutora, sou tão feliz com o Gilberto, ele é ótimo, e me faz ter orgasmos toda fez que me diz bom dia".

Nãooo.

Infelizmente, isso não existe.

Se meu nome apareceu na terapia, boa coisa não pode ser.

Se era amor, acabou; se não acabou é porque eu sou muito parecido com o pai dela; se o amor não acabou e eu não sou muito parecido com o pai dela é porque eu ainda sou um sujeito imaturo com medo de assumir responsabilidades; se o amor não acabou e eu não sou muito parecido com o pai dela e, muito menos, um sujeito imaturo com medo de assumir responsabilidades é porque ela está em outro momento de vida, pensando mais na carreira e querendo viajar o mundo; se não acabou, nada a ver com o pai, maturidade, carreira e outros que tais é porque tá rolando um tal de 'Retorno de Saturno' e eu não sirvo mais.

Quer dizer, vai dar merda.

Qual a chance de uma terapeuta olhar pra ela e pedir calma? Zero. A terapeuta vai arrumar os óculos, ajeitar a saia (deixa eu fantasiar um pouquinho aqui) e mandar algo como: "Você precisa se libertar, seguir seu caminho, esse cara, o Gilberto, representa o seu passado, é uma força opressora, você precisa se conectar com aquilo que você realmente é..."

É isso que as terapeutas fazem, não é?

Sei que vou sair dessa terapia com o filme queimado. Tenho muitas manias, defeitos de almanaque e fraquezas infantis. Ela nem precisava consultar uma profissional, com diploma, pós-doutorado e experiência em Viena pra saber que (façam cara de surpresa, por favor) o errado sou eu.

Se ela tivesse me perguntado, não tinha gastado a grana da consulta, eu mesmo teria me avaliado, me explicado e explicitado o nosso engano.

- Sim, sem mágoas. Pode seguir o seu caminho. Fico feliz por você. Podemos ser amigos. Mas... Antes de ir embora, por favor, deixe o cartão da doutora.

Acho que eu vou precisar.

E, na terapia, vou passar 50 minutos falando dela.

Só de raiva.

Ou de saudade.

Fonte: https://br.mulher.yahoo.com/blogs/n%C3%A3o-%C3%A9-voce-sou-eu/por-favor-n%C3%A3o-fale-mim-na-terapia-034732112.html

domingo, 6 de julho de 2014

Pênis, where are you from?

Pesquisa aponta qual é o tamanho médio do documento conforme o país de nascimento

Sabe aquele cara que nunca toma banho no vestiário da pelada com os amigos? Provavelmente ele não gostaria que seus camaradas pudessem observar o tamanho do "documento", que deve ser semelhante ao dos coreanos. Segundo pesquisa, a média do tamanho do pênis desses asiáticos ereto é de 9 cm, é o que afirma o estudo encabeçado pelo professor de psicologia Richard Lynn da Universidade de Ulster, na Irlanda do Norte, que calculou o tamanho médio do pênis dos homens de diferentes países, chegando à conclusão que os homens do Congo têm os maiores documentos do mundo comparados a homens de outras nacionalidades, chegando a 18,03 centímetros quando ereto.

Lynn é uma figura controversa da ciência, bastante conhecido por expressar a visão controversa de que pressões evolutivas levaram a diferenças raciais e nacionais de inteligência, sendo que certas raças têm evoluído para serem mais inteligentes que outras.

O professor também aponta que as diferenças raciais mostram diferenças no comprimento do pênis, mas fique tranquilo se você não chega perto do tamanho dos homens do Congo, pois os brasileiros não foram incluídos na lista que analisou 17 nacionalidades.

Confira o tamanho médio do órgão em estado de excitação nos países abaixo:

1º - República do Congo: 18,03 cm

2º - Equador: 17,78 cm

3º - Gana: 17,27 cm

4º - Colômbia: 17,02 cm

5º - Islândia: 16,51 cm

6º - Itália: 15,75 cm

7º - África do Sul: 15,24 cm

8º - Suécia: 14,99 cm

9º - Grécia: 14,73 cm

10º - Alemanha: 14,48 cm

11º - Nova Zelândia, Reino Unido, Canadá, Espanha: 13,97 cm

12º - França - 13,46 cm

13º - Austrália, Rússia: 13,21 cm

14º - EUA: 12,95 cm

15º - Irlanda, Romênia: 12,7 cm

16º - China, Índia: 10,16 cm

17º - Coréia do Sul, Coréia do Norte: 9,65 cm

AINDA BEM QUE NÃO NASCI NA COREIA.....RSRSRS

Fonte: http://www.areah.com.br/cool/pesquisa/materia/36136/1/pagina_1/penis,-where-are-you-from.aspx


Jogo do 1 erro (Resposta)

Acertou quem disse que não é uma moça que está cantando, é um rapaz vestido de mulher. Assim como Paulo Gustavo, ele manda muito bem de mulher...rsrs
Na primeira vez que eu vi esse video, também não descobri que era um homem...rs

sábado, 5 de julho de 2014

Fotógrafa registra o making of da indústria pornográfica durante 7 anos.

Pornografia. É um assunto que, por razões óbvias, muitos acham fascinante. Atualmente, devido ao livre acesso que a internet oferece, esse assunto está em destaque mais do que nunca. Para muitos, essa questão é cada vez mais alarmante pelo rumo que essa grande exposição pode causar em gerações futuras, para outros, é uma indústria de lucros e negócios promissora.

Com o  livro lançado em 2012 sobre um trabalho fantástico que reúne fotos inusitadas por trás das cenas dos filmes pornográficos a fotógrafa especializada em matérias de relações sexuais britânica Barbara Nitke se consagrou com o seu ensaio fotográfico chamado Barbara Nitke: American Ecstasy. Agora, a artista está expondo todo o seu trabalho em um museu na cidade de Brighton, na costa sul da Inglaterra.


As imagens retratam cenários da indústria pornô americana nos anos 1984-1991. O resultado de sete anos de trabalho da artista permite aos espectadores um trabalho exclusivo sobre o making off dos filmes e das indústrias pornôs, inclusive o tédio, tristeza e decadência do trabalho.

A ideia do livro lançado há dois atrás com todas as fotos na integra (American Ecstasy Book) e da atual exposição na Inglaterra é quebrar o tabu relacionado ao sexo. De acordo com Barbara em entrevista ao Hunger Tv, a censura de conteúdos pornográficos agrava a vergonha sexual e constrangimento que a maioria das pessoas sentem.







Fonte: https://estilo.catracalivre.com.br/2014/07/fotografa-registra-o-making-off-da-industria-pornografica-durante-12-anos/

Só pra rir um pouco....rs