domingo, 23 de novembro de 2014

Leu, não respondeu... Separou! WhatsApp é citado em 40% dos processos de separação.

A Itália já acusou o golpe. De acordo com relatório de uma associação de advogados matrimoniais locais, nada menos do que 40% dos casos de divórcio têm envolvimento com o WhatsApp. Mensagens não lidas e outras de teor duvidoso são causa pra boa parte das separações de casais no país europeu.

"As mídias sociais tem impulsionado a traição na Itália, tornando-a mais fácil, primeiro através de mensagens de texto. Antes o Facebook e agora o WhatsApp está sendo amplamente utilizado e tem incentivado o retorno do amante latino", afirma Gian Ettore Gassani, presidente da associação, ao Times.

Pela facilidade de comunicação e a possibilidade do envio de mídias como fotos e vídeos, o WhatsApp deixou para trás o Facebook como "ferramenta preferida de quem traí". Em 2012, em pesquisa feita no Reino Unido, um terço dos divorciados no ano listava como motivo pela separação problemas em redes sociais.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/leu--n%C3%A3o-respondeu----separou--whatsapp-%C3%A9-citado-em-40--dos-processos-de-separa%C3%A7%C3%A3o-174749736.html

sábado, 22 de novembro de 2014

Luz de serviço.

Por Fernanda Pompeu

Num mundo de abundância de informações, métodos, experimentações, nunca foi tão produtivo e providencial descobrir o caminho a trilhar. Dentro do caminho escolhido, será preciso esquadrinhar os atalhos relevantes para chegar no objetivo. Isso não é papo só de engenheiros, é realidade de poetas também.

Talvez, o mundo esteja pedindo que todos sejamos engenheiros-poetas. Que tenhamos cálculo e emoção na ponta da régua e na crista da curva. Desenvoltura para ler gráficos, mapas, números, mas sem perder a sensibilidade para decifrar versos, territórios, palavras. Um sabor aqui, um saber ali.

Quando entrei na escola - no começo dos anos 1960 - os caminhos de futuro que nos ofereciam eram lineares e limitados. Se você se dava com contas e tabuadas, já carimbavam que você seria contador ou engenheiro. Se tivesse facilidade com substantivos concretos e abstratos, já taxavam a carreira de secretária ou de advogado.

A zona intermediária era desprezada. Vicejava uma tremenda preguiça em ir além da superfície, ousar acima da aparência das pessoas e das coisas. Para nós, as crianças, a sensação era que o mundo já estava pronto e definido. Sem interseções.

O problema é que lados opostos e excludentes detestam caminhos do meio. Mas o que se situa no meio, equidistante das paredes radicais, abre nossa vida para mais possibilidades. Alarga o horizonte e assopra o vento na popa. Se eu soubesse mais matemática seria hoje uma escritora melhor.

Entendo caminho do meio como a junção de antagonismos - ora sinceros, ora aparentes. Por exemplo, prazer com compromisso, trabalho com divertimento, ideia com concretude. No meio está a região do abraço. O encontro entre objetivo e subjetivo, tangível e intangível, mensurável e imensurável.

Do mesmo jeito que somos por dentro. Ora o mundo cabe na palma da mão, ora fica anos-luz de onde estamos. Caminhamos um tanto trôpegos. Isso afinal não é ruim. A paisagem não mora apenas à frente, ela está em toda parte. Quanto maior a visão lateral, maior será a abrangência.

Processos criativos precisam de compreensões multilaterais, colisões de pontos de vista, repertórios de habilidades. É por isso que a diversidade tem sido tão cultuada e cultivada nos dias que correm. Ela é a luz que nos guia no caminho do meio.

(CONHECER OS DIVERSOS PONTOS DE VISTA É IMPORTANTE, POR QUE O QUE NÃO VEMOS DE ONDE ESTAMOS, PODE SER VISTO DE OUTRO LUGAR....RSRSRS)

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/blogs/mente-aberta/luz-de-servico-105539688.html

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Sob estresse, mulheres decidem melhor do que homens.

Por Cynthia_Almeida

Em circunstâncias normais, homens e mulheres tomam decisões no trabalho de forma semelhante: reúnem as informações disponíveis, pesam os custos e benefícios das alternativas possíveis e definem como vão agir. Essa similaridade já contaria a favor das mulheres no trabalho, visto que um dos estereótipos que pesam sobre elas é o de titubearem na hora de decidir, principalmente se há risco envolvido. Mas os estudos de neurociência que permitiram a conclusão acima, foram além e descobriram que, submetidas a uma situação de stress, mulheres se saíram melhor do que homens.

Em um estudo desenvolvido por duas neurocientistas cognitivas, Mara Mather, da Universidade de Southern Califórnia, e Nichole R. Lighthall, da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, as pesquisadoras colocaram lado a lado homens e mulheres para jogar um videogame de apostas. No início, eles e elas tiveram desempenho semelhante, com ligeira predominância de apostas mais agressivas por parte dos homens. Para simular condições estressantes, as cientistas fizeram os participantes mergulhar as mãos em água dolorosamente gelada (2 ou 1 graus centígrados) e prosseguir o jogo. Nesse cenário, os homens se tornaram mais agressivos e inconseqüentes em suas apostas enquanto as mulheres resistiram mais à pressão da dor e optaram por riscos menores e ganhos mais certos. O saldo foi positivo para elas e a explicação sobre a mudança de comportamento, segundo as pesquisadoras, tem a ver com a maior liberação do hormônio Cortisol, mais abundante nos homens, tornando-os menos cuidados e propensos ao risco.

Outro experimento curioso para ajudar a entender a diferença do comportamento entre os gêneros sob stress mediu, em estudo da Universidade de Viena, conduzido por Lívia Tomova e Claus Lamm, o grau de empatia demonstrado por homens e mulheres em situações de alta ansiedade.

O grupo de participantes foi submetido a uma sessão de experimentação tátil : eles deveriam tocar diferentes coisas às cegas e definir a sensação como agradável ou desagradável. Ao manusear texturas macias como um pedaço de algodão, ou viscosas com um cogumelo, os participantes também podiam enxergar por meio de cartazes o que os demais participantes estavam tocando e classificar a experiência alheia como agradável ou desagradável. Pois bem, avisados que depois da sessão eles teriam que falar em público e serem avaliados por sua capacidade de comunicação, os participantes adicionaram ansiedade e nervosismo à experiência. Como resultado, os homens tenderam a replicar as próprias sensações na experiência do outro enquanto as mulheres, mesmo nervosas, ficaram mais atentas a sensação alheia. As respostas delas foram mais pertinentes mostrando que, mesmo sob pressão, não deixaram de sentir empatia.

Tudo isso é fascinante em um estudo acadêmico e pode não se reproduzir da mesma forma em uma sala da presidência de uma companhia. Na verdade, é bem difícil aferir esse comportamento na vida real. Mas, justamente por isso, é importantíssimo investigar cientificamente e, a partir laboratório, derrubar a principal barreira que impede que as mulheres ocupem os seus devidos lugares como líderes: o preconceito.

(NÃO CONHEÇO A FUNDO OS ESTUDOS DE COMPORTAMENTO, MAS PELO QUE JÁ VI, ACHO AS MULHERES (NA MAIORIA DOS CASOS) MAIS CALMAS DO QUE OS HOMENS. OS HOMENS SEMPRE TEM A TENDENCIA DA AFIRMAÇÃO, DE MOSTRAR CORAGEM (MESMO QUANDO NÃO TEM), ENTÃO ACEITAM MAIS RISCOS, AGEM DE FORMA PRECIPITADA.

AS MULHERES JÁ PARECEM SER MAIS CALMAS E CENTRADAS, SEM A NECESSIDADE DE SE AFIRMAR PERANTE AS OUTRAS PESSOAS, ENTÃO SE BASEIAM MAIS NA LÓGICA, AVALIAM MELHOR AS POSSÍVEIS DECISÕES, ENQUANTO OS HOMENS AGEM POR INSTINTO.

UMA COISA QUE ME CHAMA A ATENÇÃO É A QUANTIDADE DE GERENTES DE BANCO MULHERES, NESSE SEGMENTO PARECE QUE ELAS HOJE SÃO A MAIORIA. ACHO QUE OS BANCOS DESCOBRIRAM ALGO QUE OS OUTROS AINDA NÃO DESCOBRIRAM...RS)

Fonte: https://br.mulher.yahoo.com/blogs/mulheres-incriveis/sob-stress-mulheres-decidem-melhor-do-que-homens-111908411.html

CAP. 6 - FINAL

        Fiquei em silêncio, mas ela continuou...
- Quer saber como foi a festa?....rs
- Melhor não saber.
- Tudo bem, mas eu vou te contar mesmo assim...rsrsrsr
- Amor, você não precisa ser tão cruel.
- Sabe amor, você sabe como toda mulher é vaidosa, e adora se sentir o centro das atenções, então eu diria que ontem foi uma noite especial, muito proveitosa, nunca me senti tão cortejada...rrsrs... teve uma hora que tive que me fazer de burra para ignorar certas cantadas de quinta categoria, mas confesso que algumas foram bem tentadoras...rsrsrs... alguns inclusive queriam me dar carona até em casa, mas para sua sorte eu fui com meu carro.
- Que horas você voltou para casa?
- Sai cedo, por volta da uma da manhã, você sabe como é, festa de empresa não pode abusar, mas em compensação recebi muitos convites para o final de semana.... e esse tipo de convite não tem limite de horário... pode terminar a hora que quiser, ou até nem mesmo terminar...rsrsr
- Amor, até onde você vai levar isso?
- Só até aqui, acho que você já aprendeu sua lição, não é?
- OK, aprendi a lição.
- Aprendeu que não é uma boa ideia me provocar? Que isso não faz bem para sua saúde.
(LIÇÃO ENCERRADA)
        No dia seguinte ela agiu como se nada tivesse acontecido, eu de minha parte queria esquecer aquele episódio o mais rápido possível, então procurei fazer as coisas de uma forma bem natural, deixei o tempo ir passando para a poeira baixar, procurei fazer alguns agrados para ela, embora não estivesse parecendo aborrecida. Ela tinha essa característica também, ela não ficava alongando os problemas, nem fazendo tempestade em copo d’agua, resolvia rápido e depois já virava a pagina.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Quatro erros cometidos por casais divorciados, segundo especialistas.

Todo relacionamento tem sua própria dinâmica, mas especialistas dizem que os sinais abaixo sugerem que você ou seu parceiro (isso quando não ambos) parou (ou pararam) de lidar com certas coisas que precisam ser resolvidas. Confira o que experts no assunto têm a dizer em entrevista à revista Red Book e abra os olhos no seu relacionamento.

1) Não aceitar que as expectativas de ambos são diferentes
“Se o seu parceiro desaparece quando você quer que ele esteja ao seu lado, é fácil sentir que ele não se preocupa com suas necessidades e interesses”, afirma Terri Orbuch, PhD e autora do livro: “Finding Love Again”. Mas cuidado, não vá assumindo que o deslize foi intencional. “Os casais geralmente têm expectativas diferentes em relação ao que eles deveriam ou não fazer juntos”, diz ela.

Portanto, se ir à festas em família é importante para você, deixe isso bem claro, e se ainda assim ele não quiser participar, descubra o motivo. Pode ser porque o seu tio faz brincadeiras de mau gosto ou porque ele trabalha até tarde todos os dias e no final de semana só quer ficar em casa e descansar um pouco. Ou seja, o desejo de ficar em casa tem a ver com as pessoas ou a situação — e não com você ou o seu relacionamento, explica a especialista em relacionamento. Feito isso, encontre maneiras de fazer as coisas funcionarem para ambos os lados, como por exemplo falar com o seu tio sobre esse incômodo ou aliviando a barra de seu parceiro durante a semana para que ele fique menos cansado.

(NEM SEMPRE O QUE É IMPORTANTE PARA VOCE É IMPORTANTE PARA ELE... ELE PODE ATÉ SABER DISSO E SE AINDA SE INTERESSAR PELO QUE É IMPORTANTE PARA VOCE... OU NÃO)

2) Evitar brigas e discussões
Ao contrário do que dizem e pensam, brigar não é ruim. Na verdade, o que é ruim é não brigar. Aliás, isso sim causa o divórcio, segundo a Coalition for Marriage, Family and Couples Education. No entanto, é óbvio que desentendimentos constantes não fazem bem. Quebrar o ciclo da negatividade em momentos delicados é crucial.

Para tornar qualquer briga menos fervorosa, respire fundo e dê um tempo para recuperar a sanidade. “Quando estamos nervosos, nosso cérebro perde sua habilidade de resolver problemas. Precisamos de 30 minutos para voltar a pensar racionalmente”, revela a autora do livro: “Marriage Meetings for Lasting Love”, Marcia Naomi Berger. Se você sentir seu coração saltitar no peito e começar a falar palavras que machucam o seu parceiro peça um tempo para se acalmar. Você certamente voltará melhor do que estava para resolver a situação.

(VERDADE, SE A CONVERSA – OU DISCUSSÃO – COMEÇAR A VIRAR UMA BRIGA SÉRIA, ENTÃO É MELHOR PARAR. PEDE UM TEMPO PARA ESFRIAR A CABEÇA, POR QUE SE A BRIGA CONTINUAR, CERTAMENTE VOCE VAI DIZER ALGO QUE DEPOIS VAI SE ARREPENDER).

3) Se envolver com pessoas demais
Aquela mentalidade de que quanto mais gente mais feliz não é um pouco perigosa. “Gastar muito tempo com outras pessoas dilui a conexão entre parceiros amorosos”, informa a PhD e autora do livro: “Kiss Your Fights Goodbye”. Pense nisso: você não se apaixonou por alguém gastando tempo com uma audiência, e fazer atividades prazerosas e engraçadas com seu parceiro só têm a construir. Em vez de culpar o outro, explique por que ficar a sós com ele é importante para você — e como você se sente quando isso não acontece.

4) Brigar por dinheiro
Discutir por causa de dinheiro? Bem-vindo ao clube. Segundo uma pesquisa do American Institute of CPAs, essa é a razão número um por casais discutirem. “Mas, para a maioria dos casais, brigas por causa de dinheiro tem a ver com algo mais profundo”, conta Deborah Price, autora do livro: “The Heart of Money”.

Por exemplo, se o seu marido gastar com ele e não com vocês dois — talvez ambos precisem de um carro novo ou fazer uma viagem — você provavelmente se sentirá machucada e desvalorizada. “Falar abertamente sobre seus problemas, medos e esperanças em relação ao dinheiro é a chave para prevenir desentendimentos”, aconselha a profissional.

(DINHEIRO SEMPRE FOI MOTIVO DE DESAVENÇAS, INFELIZMENTE AS PESSOAS DÃO MAIS VALOR AO DINHEIRO DO QUE DEVERIAM).

Fonte: https://br.mulher.yahoo.com/blogs/sexo-oposto/quatro-erros-cometidos-por-casais-divorciados-segundo-233352505.html?page=all

É muita coisa...rsrs


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Fora da caixinha.

Por Fernanda Pompeu

Laerte Coutinho, cartunista brasileiro top de linha, um dia decidiu se vestir como uma dama. Também pôs colar, salto alto e pintou as unhas. Dos pés e das mãos. Em recente entrevista, declarou: “Sou uma pessoa trans, gosto de me ver como mulher”.

Trans é um prefixo bacana, presente em palavras importantes, transatlântico, transnacional, transcendência, transcurso, transformação, transparência. Todas têm a ver com movimento, com ir além. Transpassar.

Acho que cada um é trans em algum aspecto da vida. Pois nascemos livres e depois a família, a escola, o trabalho, a sociedade vão botando pastilhas de freio. Menino tem que ser assim. Menina tem que se comportar assado. Ora azul, ora rosa. Ou seja, vão nos empurrando para dentro de gavetinhas.

Até que chega uma hora que a gente começa a sufocar. Deixamos de caber no espaço dos quadradinhos. É claro que a maioria não tem a radicalidade - ou a coragem - do Laerte. Ou simplesmente, nenhum desejo de ser homem e se vestir de mulher, ser mulher e se vestir de homem.

Mas - com variações de gosto e intensidade - é sempre produtivo sair da caixinha para ver as coisas por outros pontos de vista. Para trocar de lado no balcão. Mudar de calçada, de praia, de esquina. Usar novas réguas. Isso faz a gente crescer como profissional, pessoa, cidadão.

Quando saímos da caixinha também desejamos que os outros o façam. É tão gratificante que queremos dividir. Ao ver e ouvir o Laerte Coutinho, sinto lufadas de liberdade! Não tenho vontade de usar terno e gravata e também não gosto de me pintar. Mas o Laerte acende em mim ímpetos de outras experimentações.

Além disso, quando a gente percebe que é capaz de pôr a cabeça para fora do quadrado, do estrado, da baia, do escaninho, ficamos mais abertos para conviver com as diferenças. A nossa e a alheia. Tal fato diminui a violência nas relações, nos fazendo mais felizes. Pois se o outro pode ser como quiser, eu também posso.

Hoje, tenho a convicção que mundo bom é aquele em que cabem todos os indivíduos com suas expressões particulares. Mundo em que cabe a prosa e a poesia. O rápido e o devagar. A bicicleta e o ônibus. O evangélico e a travesti. A alegria.

(INFELIZMENTE A SOCIEDADE JULGA, ROTULA, FAZ TUDO POR NÓS, SEM NOS PERGUNTAR SE ISSO OU AQUILO ESTÁ BOM PARA NÓS, SE É ISSO QUE QUEREMOS. ENTÃO APRENDEMOS A VIVER COM O QUE A SOCIEDADE DETERMINA, MAS FELIZMENTE AS PESSOAS ESTÃO SAINDO DA CAIXINHA, ESTÃO FAZENDO AQUILO QUE GOSTAM, E ELAS TEM O DIREITO DE FAZER ISSO, SEM JULGAMENTOS, NINGUÉM TEM O DIREITO DE JULGAR NINGUÉM.

SERIA MUITO BOM SE TODOS APRENDESSEM A ACEITAR OS OUTROS.)

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/blogs/mente-aberta/fora-da-caixinha-095413563.html