quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Estudante denuncia tentativa de estupro coletivo no metrô de São Paulo.

Nesta quinta-feira a estudante de jornalismo Mayra Nakamura usou as redes sociais para fazer uma grave denúncia de abuso sexual no metrô de São Paulo. Apenas neste ano, ao menos três ocorrências semelhantes já foram registradas nos sistemas metroviário e ferroviário da capital paulista.

(ESSES CARAS PARECEM MAIS ESTUPRADORES DO QUE SEGURANÇAS)

O texto revela uma tentativa de estupro coletivo que aconteceu na manhã desta quinta-feira em uma das composições da Linha 3 – Vermelha. A vítima preferiu não ser identificada."O meu relato é público exatamente pra ser divulgado o máximo possível. Libero a divulgação e me responsabilizo", ressaltou Mayra.

A redação do Catraca Livre entrou em contato com a assessoria de imprensa do Metrô, que afirmou estar apurando as imagens por meio de suas câmeras de segurança.

 Confira o relato
"Gente, eu queria reportar e dar um alerta pra todas as moças que conheço e moram aqui em São Paulo.
Hoje, 20/08, na parte da manhã (8h-9h), minha amiga presenciou um acontecimento nojento, traumático, horrível, no metrô Companhia do Metropolitano de São Paulo - Metrô. Ela estava na linha 3 - vermelha, que deu problema e estava operando com velocidade reduzida e maior tempo de parada nas estações, o que consequentemente lotava os vagões além do normal.

Num determinado momento da viagem, uma MENINA de aparentemente 16/17 anos estava sendo encoxada pelo cara que estava atrás dela e reclamou. O babaca quis discutir, dizendo que se ela queria espaço não deveria estar lá, mas a menina continuou a reclamar e pedir pro cara parar. No meio de tudo, um outro homem gritou "Estupra ela pra ela saber o que é encoxada de verdade"! SIM, ELE GRITOU ESSA BARBARIDADE! O pior foi TODO O RESTO DAS PESSOAS começarem a incitar a violência contra a menina gritando "Estupra! Estupra!". A menina que era alvo congelou em estado de pânico.

O trem estava parado entre as estações Tatuapé e Bresser-Mooca, o cara que estava encoxando a moça foi pra cima dela segurá-la e outro cara próximo à eles TAMBÉM TENTOU SEGURÁ-LA. Minha amiga que estava um pouco mais pra trás da situação toda, empurrou as pessoas que estavam bloqueando a passagem dela, ajudou a menina a se soltar dos caras e as duas ficaram na porta pra descerem. MAS VOCÊS ENTENDEM O ABSURDO QUE FOI ISSO? EM PLENO METRÔ, UMA MENINA DE 16 ANOS SOFREU UMA TENTATIVA DE ESTUPRO COLETIVO!

E quando minha amiga levou a menina (que estava em estado de choque, sem conseguir falar, apenas chorando) para a SSO para registrar a ocorrência, OS FUNCIONÁRIOS QUE AS ATENDERAM NÃO FIZERAM O REGISTRO PORQUE A VÍTIMA DEVERIA DEPOR, minha amiga não podia contar o que aconteceu (lembrando que a vítima estiva incapacitada de FALAR) e nada poderia ser feito. Então minha amiga pode apenas aguardar a parente da menina chegar, pra ter certeza que ela ficaria segura e ir embora.

Não sabemos se a menina violentada conseguiu fazer a denúncia, mas a postura dos funcionários foi péssima e absolutamente contraditória ao que a campanha contra o abuso sexual recém-lançada pelo Metrô afirma.

Que esse textão aqui mostre pra todos que vivemos numa sociedade onde a cultura do estupro é uma realidade, que a violência contra a mulher é normalizada, e por isso mesmo não podemos nos manter passivos diante da situação! Essa menina foi mais uma vítima, quantas outras precisarão passar pelo mesmo, ou por situações piores, para que a mudança de pensamento e o combate efetivo das violências aconteçam?

Então, fica não só o alerta pras moças (ajudem umas as outras, de verdade, sempre!), mas também pro Metrô, pra que treine efetivamente seus funcionários."

(SINCERAMENTE NEM SEI O QUE DIZER, A QUE PONTO CHEGAMOS?! ONDE VAMOS PARAR? ESTÁ TUDO SE ACABANDO, NÃO TEMOS MAIS VALORES, NÃO TEMOS MAIS RESPEITO, ACABOU TUDO.

OUTRO DIA VI UM VÍDEO ONDE UM CACHORRO MERGULHAVA NUM RIO PARA RETIRAR GARRAFAS PLÁSTICAS QUE ESTAVAM BOIANDO, ATÉ UM CACHORRO SABIA QUE AQUILO NÃO DEVIA ESTAR DAQUELE JEITO, MAS NÓS, OS INTELIGENTES, NÃO ESTAMOS NEM AI PRA ISSO, FODA-SE O RIO.

ESTOU FALANDO DESSE CACHORRO APENAS PARA DAR UM EXEMPLO DO QUANTO NÓS, ENQUANTO ESPÉCIE, SOMOS PÉSSIMOS. NÃO TEMOS RESPEITO POR NADA, NEM POR NINGUÉM. O QUE IMPORTA SOU EU, OS OUTROS QUE SE FODAM, NÃO É ASSIM QUE AS PESSOAS PENSAM?

ESTAMOS DESTRUINDO O PLANETA, ABANDONANDO CRIANÇAS, NOS MATANDO USANDO DROGAS, ESTUPRANDO, ETC. A RAÇA HUMANA ESTÁ MESMO FADADA A EXTINÇÃO, E SABE O QUE É PIOR? NÓS MERECEMOS.)

Fonte: https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/estudante-denuncia-tentativa-de-estupro-coletivo-no-metro-de-sao-paulo/

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Sim, traí meu namorado. Não, não me arrependo.

Namorei o mesmo menino durante todo o colegial. Digamos que ele se chama Thomas.

Nosso relacionamento era cheio de ótimos momentos e muitas risadas. Ele fazia tudo parecer um conto de fadas. Era praticamente um sonho que virou realidade, até que os homens pararam de me enxergar como mulher, porque eu não estava disponível. Eu era apenas um rosto qualquer no meio de um mar de pessoas, e, para ser totalmente franca, eu odiava isso.

Comecei a me vestir melhor e cuidar do cabelo e da maquiagem para ir à escola, mas não funcionou - eu ainda era a garota que tinha namorado. Não estou dizendo que eu ficasse irritada por não ganhar atenção, porque eu ganhava sim - ganhava a atenção do homem que realmente tinha importância para mim. Só estou dizendo que eu queria que outras pessoas ainda me enxergassem como mulher.

Foi apenas quando cheguei à faculdade que eu finalmente passei a ser vista como uma pessoa individual e não apenas como a namorada do Thomas. Muitas pessoas sabiam que eu tinha namorado (mesmo porque eu usava um colar com o nome dele e porque o nome dele estava em todos meus sites de mídia social), mas eu nunca chegava e já dizia de cara que tinha namorado. Sei que isso não é certo, mas na época me parecia certo, sim.

A faculdade não foi fácil para Thomas e para mim - foi uma época cheia de telefonemas perdidos, discussões e desconfianças. Não demorou muito para Thomas responder meus SMSs só uma vez por dia ou nem sequer responder, então eu não sabia em que pé estávamos. Eu não planejei trair meu namorado.

Ainda estava apaixonada por ele - só não estava feliz com ele. Acho que parte da razão por que eu o traí é porque eu só tinha sido solteira durante fases curtíssimas da vida, então nunca tinha chegado a viver uma época "selvagem", sem precisar me preocupar com as consequências dos meus atos. Ao mesmo tempo, eu não podia me soltar, porque a sociedade leva todo mundo a achar que as pessoas que traem são pessoas horríveis, e eu sabia que não sou uma pessoa horrível. Mas, quanto mais eu ouvia falar em loucuras sexuais, mais minha curiosidade se aguçava.

Traí Thomas com uma pessoa que eu encontrava toda hora na frat house que frequentei no primeiro ano da faculdade. Ele era gentil, inteligente e um tesão.

Era difícil não me interessar por ele - todas as meninas eram loucas por ele. Acho que foi isso que fez a aventura ser mais excitante. Ele sabia que eu tinha namorado, mas, depois de algum tempo, a atração que sentíamos um pelo outro parecia ser mútua. Um dia ele me chamou para ajudá-lo com um trabalho para a faculdade. Passamos uma hora estudando e então ele me falou que eu era linda e que era uma pena eu não estar disponível.

Depois de alguns minutos, acabei dizendo que Thomas e eu estávamos mal e que eu não sabia até quando ia suportar aquela situação. Ele respondeu com uma frase perfeita, dizendo que jamais me trataria como Thomas me tratava, e então chegou perto e me beijou. Fiquei excitada, me senti desejada. Uma coisa foi levando a outra, e então tudo aconteceu muito rápido. Depois eu me vesti, terminei de ajudá-lo com o trabalho, como se nada tivesse acontecido, e fui embora.

Não foi uma coisa emotiva ou amorosa, foi apenas casual. Enquanto estávamos transando, senti um turbilhão de emoções: fiquei com nojo de mim mesma, furiosa, excitada, me senti desejada, e então, no final, fiquei contente com o que estava acontecendo. Aquilo me deu a chance de viver uma tonelada de emoções que eu vinha contendo havia muito tempo. Me fez entender, finalmente, que Thomas não era mais a pessoa que eu queria para mim.

Depois que aconteceu comecei a me sentir realmente culpada. Resolvi contar a Thomas, porque eu não podia deixá-lo pensar que estava tudo bem, sendo que eu já sabia que ele não era mais a pessoa certa para mim. Quando lhe contei, fiquei sabendo que ele já estava me traindo havia meses. Foi horrível de ouvir, fiquei com o coração partido, mas de repente deixei de me sentir tão mal comigo mesma. É claro que depois disso, terminamos. Senti raiva dele durante algum tempo, mas então entendi que ele é uma parte importante de minha vida e que não fazia sentido eu odiá-lo.

Quando voltamos para casa de férias, pedi para encontrá-lo para que pudéssemos conversar. Percebi que eu tinha deixado de amá-lo como namorado havia muito tempo, só que ainda queria que ele fizesse parte de minha vida de alguma maneira. Somos ótimos amigos até hoje. Muitos de meus amigos estranham a amizade atual entre Thomas e eu. Mas eles sabiam que gostávamos um do outro como pessoas, então por que não sermos amigos?

Não estou dizendo que minha traição dele se justifica porque ele também me traiu. Só estou dizendo que penso nisso com frequência e questiono o porquê de eu não ter ficado com sentimento de culpa por ter traído Thomas. A resposta é sempre a mesma: foi algo que eu quis fazer por mim mesma. Isso não me torna uma vagabunda, não faz de mim uma pessoa má, sem moral. Eu não fui criada por pais que confundiram minha cabeça. E não sou uma pessoa fria, sem emoções.

Depois de trair, descobri que eu preferia ser casual que ficar presa a um relacionamento infeliz. E descobri também que trair não é meu estilo - isso é algo que eu nunca vou voltar a fazer. Trair Thomas também abriu meus olhos para enxergar que existem pessoas neste mundo que são melhores para mim que Thomas. Estou em paz com a escolha que fiz, e, quando retrocedo um passo e olho para minha vida, vejo que eu não mudaria nadinha.

Publicado originalmente no Unwritten por Jenna Beykirch.

(A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS, CADA UM FAZ AS SUAS. TODO MUNDO GOSTA DE DIZER QUE NÃO SE ARREPENDE DO QUE FEZ. EU TAMBÉM GOSTO, MAS SE PUDESSE VOLTAR NO TEMPO, FARIA ESCOLHAS DIFERENTES.

EU TENHO UM AMIGO QUE COSTUMA DIZER: "DEPOIS QUE O AVIÃO CAI, TODO MUNDO SABIA COMO EVITAR O ACIDENTE". MAS O INTERESSANTE É QUE, NA HORA, TODO MUNDO DEIXA O AVIÃO CAIR.

DEPOIS QUE A GENTE SABE AS RESPOSTAS, FICA FÁCIL DECIDIR.)

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/unwritten/mulher-traicao_b_7966892.html?utm_hp_ref=brazil

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Desconstruindo o nu artístico: fotógrafo explora relação das pessoas com seu sexo em ensaio lúdico (FOTOS)

Sem tabus.
Mas também sem genitálias.

A experiência de nu artístico, compartilhada por modelos, artistas plásticos e fotógrafos, geralmente contempla o corpo em total liberdade.

Corpo desnudo, sem nada a esconder, tudo para fora.
As intimidades são desveladas para o público consumidor da arte.

O que o fotógrafo cearense Daniel Fama, 39 anos, quis fazer foi dar um passo além.
Se a nudez é a liberdade, então não só corpo tem que estar livre, mas a alma, o espírito, a mente.

Daniel quis clicar como as pessoas veem o próprio sexo. No lugar de vagina ou pênis, seios ou bunda, o modelo escolhia um objeto para representá-lo.

“A questão é: como as pessoas se veem simbolicamente? Como elas se reconhecem? O ensaio mostra uma relação simbólica com o corpo”, explica o fotógrafo, radicado há 20 anos em Brasília.

Daniel recorreu ao produtor Josuel Júnior, da Fábrica de Teatro do Distrito Federal, para selecionar os modelos do projeto [Nu] Objeto.

No total, foram 50 pessoas clicadas, entre atores, pintores, dançarinos, alguns habitués da cena cultural da capital federal e brasilienses anônimos.

“[Josuel e eu] tivemos a preocupação de conseguir uma diversidade de corpos, idades e estéticas”, conta o fotógrafo. “Quando se fala de nu, de fotografias de pessoa sem roupa, pensamos no estereótipo da pessoa perfeita, sem nenhuma marquinha de pele; nós quisemos mostrar a pessoa como ela é, sem tratamento de imagem para mudá-la”, revela.

Posaram para as lentes de Daniel Fama homens e mulheres, altos, baixos, gordos, magros, brancos, negros, peludos, sem pelos, jovens e idosos.

O resultado: um ensaio lúdico repleto de objetos inusitados. “Cada objeto não foi escolhido de forma aleatória, mas sim porque fazia referência ao modelo, era como ele se representava”, descreve o fotógrafo.

A seguir, algumas das imagens do ensaio e mais declarações de Daniel ao Brasil Post:










(INTERESSANTE A RELAÇÃO DAS PESSOAS COM O PRÓPRIO CORPO, COMO VEMOS A NÓS MESMOS, COM CERTEZA ENXERGAMOS MAIS OS DEFEITOS DO QUE ALGO QUE GOSTAMOS.

O SER HUMANO É UM ETERNO INSATISFEITO, LEMBRO DA CANTORA ANITA, MUDOU TANTA COISA QUE NÃO CONSEGUI RECONHECE-LA.

EU MUDARIA MEU PESCOÇO....RSRSRS)

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2014/07/10/nu-sexo_n_5576405.html

domingo, 16 de agosto de 2015

Blog apresenta guia de como estuprar mulher na USP.

Um Blog divulgou um guia de como estuprar uma mulher na FFLCH, a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Vários estudantes e professores da universidade ficaram revoltados com as informações publicadas, o que levou a direção da FFLCH a entrar em contato com a polícia.

No texto, "Como estuprar uma mulher na USP FFCLH: O Guia definitivo", o autor direciona as dicas aos estudantes da Poli, Escola Politécnica da USP, referindo-se às alunas e possíveis vítimas como "vadias".

Ainda na manhã deste sábado, 15, o blog do “Tio Astolfo”, que se define “em prol da Filosofia do Estupro”, continua acessível aos internautas.

O site já é investiga pela Polícia Federal e Ministério Público Estadual, MPE, pelo seu conteúdo de caráter criminoso.

O “Tio Astolfo” incita a violência contra as mulheres, ensinando formas de como estuprar meninas na escola, mulheres na balada, defende que todo o pai deveria ter o direito de estuprar sua própria filha, entre outras publicações.

Veja como denunciar a violência

No Brasil há um número específico para receber esse tipo de denúncia,180, a Central de Atendimento à Mulher. O serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias do ano e a ligação é gratuita. Há atendentes capacitados em questões de gênero, políticas públicas para as mulheres, nas orientações sobre o enfrentamento à violência e, principalmente, na forma de receber a denúncia e acolher as mulheres.

O Conselho Nacional de Justiça do Brasil recomenda ainda que as mulheres que sofram algum tipo de violência procurem uma delegacia, de preferência as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM), também chamadas de Delegacias da Mulher. Há também os serviços que funcionam em hospitais e universidades e que oferecem atendimento médico, assistência psicossocial e orientação jurídica.

A mulher que sofreu violência pode ainda procurar ajuda nas Defensorias Públicas e Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, nos Conselhos Estaduais dos Direitos das Mulheres e nos centros de referência de atendimento a mulheres.

Se for registrar a ocorrência na delegacia, é importante contar tudo em detalhes e levar testemunhas, se houver, ou indicar o nome e endereço delas. Se a mulher achar que a sua vida ou a de seus familiares (filhos, pais etc.) está em risco, ela pode também procurar ajuda em serviços que mantêm casas-abrigo, que são moradias em local secreto onde a mulher e os filhos podem ficar afastados do agressor.

(É O ABSURDO DOS ABSURDOS, UM BLOG QUE DA DICAS SOBRE ESTUPRO, E CONTINUA NO AR. NINGUÉM FAZ NADA, AOS AUTORIDADES NÃO FAZEM NADA, E CONTINUA TUDO DO MESMO JEITO.

CONTINUO BATENDO NA TECLA DA IMPUNIDADE, NUM PAÍS ONDE NINGUÉM VAI PRESO, AS PESSOAS SE SENTEM A VONTADE PRA FAZER O QUE QUISEREM.

A IMPUNIDADE ESTIMULA ESSE TIPO DE COMPORTAMENTO, JÁ DISSE ISSO ANTES, POR QUE NINGUÉM ULTRAPASSA UM CARRO NUMA CURVA? POR QUE PODE VIR OUTRO CARRO EM SENTIDO CONTRÁRIO E BATER, OU SEJA, TEM UMA CONSEQUENCIA, A PESSOA PODE MORRER, ENTÃO ELE NÃO ULTRAPASSA, TEM PUNIÇÃO.

NUM PAÍS ONDE OS CORRUPTOS ESTÃO SOLTOS, APESAR DE SEREM TODOS CONHECIDOS, APESAR DE TODOS SABEREM O QUE ELES FIZERAM, O ENVOLVIMENTO QUE TIVERAM, QUANTO DESVIARAM E PRA ONDE FOI O DINHEIRO MAS NÃO SÃO PRESOS, O QUE TEM DE ESPECIAL ESTUPRAR UMA MULHER? NADA! ISSO É CAFÉ PEQUENO.

NESSE PAÍS, É MAIS FÁCIL EU SER PRESO POR QUE CHAMEI UM HOMOSSEXUAL DE VIADO, DO QUE POR TER DESVIADO BILHÕES DA PETROBRAS, OU TER ESTUPRADO UMA ESTUDANDO DE MEDICINA NA USP.

POR FAVOR, NÃO LEIAM O BLOG DESSE CARA, NEM POR CURIOSIDADE, NÃO VAMOS DAR MORAL PAR ESSE BABACA.)

Fonte: https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/blog-apresenta-guia-de-como-estuprar-mulher-na-usp/

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

A ciência confirma que a aparência não é tudo.

Você conhece o ditado: “A beleza está nos olhos de quem a vê”? Bem, esse ditado nunca foi tão verdadeiro como agora.

Lembra quando você esteve caidinha por algum bonitão e quando finalmente conseguiu conquistá-lo teve uma enorme decepção? Você deve até ter se perguntado o que viu nele, certo?

Bem, agora a ciência tem a resposta para sua pergunta.

Depois de avaliar 167 casais que haviam estado juntos por períodos entre 3 meses e 58 anos, os pesquisadores avaliaram cientificamente o grau de atratividade de cada participante e compararam os resultados entre si.

O que eles descobriram?

Os casais que se uniam logo depois de se conhecerem tinham em comum uma aparência atraente, enquanto que aqueles que levavam mais tempo (ficavam amigos, saíam em encontros casuais), apresentavam diferenças em termos de aparência.

Para resumir, o estudo constatou que a atratividade muda quando conhecemos alguém mais profundamente. Afinal de contas, a raça humana não é tão superficial como pensávamos.

“Dedicar mais tempo para conhecer bem alguém, pode favorecer fatores como a compatibilidade dessa pessoa com o parceiro em um relacionamento mais profundo. Além de evidenciar outros fatores que desviam a atenção de suas características mais visíveis como seu grau de atração física, por exemplo,” afirmou Lucy Hunt, uma pesquisadora da Universidade do Texas.

“Ou, talvez a outra pessoa realmente se torne mais atraente aos olhos de quem a vê justamente devido a esses outros fatores.”

E quanto ao bonitão? Pode até ser que ele tivesse um rostinho bonito e bíceps fortes, mas sua personalidade com certeza NÃO tinha nada a ver com você.

(ACHO QUE TODO MUNDO JÁ SABIA DISSO, QUANDO NOS ENVOLVEMOS APENAS PELO IMPULSO DA BELEZA FÍSICA, MUITAS VEZES, DEPOIS DE UM TEMPO, DESCOBRIMOS QUE AQUELA PESSOA NÃO TEM MUITO A VER CONOSCO.

A BELEZA FÍSICA UM DIA ACABA, AI VOCE VAI FICAR FELIZ POR VIVER COM ALGUÉM COM QUEM GOSTE DE CONVERSAR)

Fonte: https://br.vida-estilo.yahoo.com/post/126659130845/a-ci%C3%AAncia-confirma-que-a-apar%C3%AAncia-n%C3%A3o-%C3%A9-tudo