sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Vozes mais parecidas com a nossa são mais atraentes, aponta estudo.

Nós somos naturalmente atraídos por amigos e colegas com vozes que soam mais parecidas com a nossa, pelo menos é o que cientistas garantem aqui no Canadá. Segundo eles, as pessoas preferem indivíduos com sotaque, entonação e tom de voz similares aos delas mesmas.

Publicado por especialistas em linguagem da Universidade de British Columbia, o novo estudo vai ainda mais longe: sugere que o som emitido pelas cordas vocais é uma ferramenta incrivelmente flexível que usamos para construir nossa identidade.

Ao que parece, há um mecanismo mais complexo em jogo. Dr. Molly Babel, que chefiou a pesquisa, disse que os voluntários tiveram que avaliar a voz de cada um deles entre si numa escala de atração de 0 a 9. Todos dividiam o mesmo sotaque do oeste norte-americano neste experimento. Os resultados apontaram que o que nos torna atraentes para o sexo oposto é o quanto soamos como uma mulher ou homem típico de sua comunidade.

Dr. Babel também descobriu que mulheres com vozes sussurradas - como aquela tipificada por Marilyn Monroe - são consideradas mais atraentes. O tom soproso, gerado por cordas vocais mais finas e jovens, supostamente daria a entender que a pessoa é saudável e cheia de juventude, afirma a especialista.

Já uma voz chiada, que remete a gripe, cansaço ou tabagismo, foi considerada pouco encantadora. As voluntárias preferiram homens com vozes mais profundas e que falam pouco, ou menos que a média. Uma pesquisa anterior realizada pela Universidade McCaster já havia observado que uma profundidade vocal no estilo Barry White atrai mesmo as mulheres.

Outros trabalhos acadêmicos que focaram mais em quão masculina ou feminina a voz pode soar também confirmam a hipótese: homens com vozes mais profundas e mulheres com timbres mais altos foram considerados mais atraentes. A explicação estaria na variedade de sinais acústicos, capazes de sugerir uma constituição física maior ou menor -- fator decisivo para muitos.

Mas nem tudo é romance nesta vida. Dr. Babel, por outro lado, assegura que nossa preferência por vozes não se limita apenas às proporções do corpo ou atração amorosa -- ela também tem a ver com se encaixar em grupos sociais. A linguista, que publicou seu trabalho no jornal PLOS One, teoriza que até certo ponto a extravagância é bem-vinda: “Se você não apresenta certa familiaridade curiosa, vozes exóticas se tornam mais atraentes. Não podemos esquecer que alguns sotaques também são preferidos por causa dos estereótipos sociais associados a eles.”

Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/blogs/sexo-oposto/vozes-mais-parecidas-com-nossa-s%C3%A3o-mais-atraentes-184113538.html

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Sexo em lugares públicos: exibicionismo com boa dose de adrenalina

Imagine a cena: você e sua garota passeiam em uma praia pouco movimentada, quando se deparam com um casal transando na areia, tomados de tesão. Completamente alheios ao que ocorre ao seu redor, eles continuam o que estão fazendo, sem se importarem com a presença de vocês.

Apesar de vocês se sentirem encabulados com a situação, a visão instiga seu desejo. Voltam para casa falando a respeito, as risadinhas rolam soltas. É fácil imaginar qual a primeira coisa que irão fazer entre quatro paredes.

Se assistir aos outros fazendo sexo é excitante, tem gente que morre de tesão em ser observado durante a transa, ou mesmo em ter sua nudez apreciada de longe por estranhos – ser visto sozinho performando momentos íntimos, sem que o voyeur o possa tocar.

A fantasia nesse caso é apenas provocar o desejo de outro, à distância, sem a concretização do ato em si. Povoar o imaginário do observador e deixá-lo louco de vontade.

Há quem goste tão somente de transar ou mesmo se masturbar em locais públicos, do medo de ser pego, da adrenalina. Nesse caso, a brincadeira está em não deixar que os outros vejam ou reparem no que você está fazendo. É preciso ser discreto, sagaz, prestar atenção ao redor e fazer o máximo de silêncio enquanto curte o momento.

Se a fantasia envolve deixar estranhos assistirem à brincadeira e se arriscar por aí numa aventura de dogging, o ideal é fazer isso madrugada adentro, quando quem está na rua dificilmente vai se importar de se deparar com a cena. Mesmo assim, vale sempre evitar lugares família, como áreas residenciais.

E não esquecer que nudez pública é crime e uma curtição dessas pode acabar na delegacia. Além do que, você se coloca em posição vulnerável, por isso é preciso se defender de possíveis tarados ou aproveitadores que possam aparecer. Nessas horas, todo cuidado é pouco.

Alguns lugares são tão eróticos que provocam ainda mais fetiche. Parques, castelos, cinemas e, ah, a praia! O sol, o balanço das ondas, a paisagem, o corpo à mostra. Tudo na praia desperta desejo. Tá bom, a areia pode incomodar (e muito) a fricção dos genitais. Mas basta levar uma boa canga, ou ir para as pedras, se sua intenção é curtir com sua parceira a fantasia de uma praia deserta. Experimente tomarem juntos um banho pelados. Mesmo de noite, a água costuma permanecer aquecida – é uma delícia!

Ficou afim de se aventurar na experiência de sexo em lugares públicos? Então se liga nessas dicas:

#1 Nunca apronte em locais frequentados por crianças
Se quer se deixar levar pelos instintos e curtir uma experiência hardcore ao ar livre, pelo menos tenha respeito com os outros. Escolha bem a hora e o ambiente para fazer essas coisas.

#2 Fique atento ao redor
Expor-se na rua, de madrugada, em lugares desertos, é muito perigoso. Tenha uma rota de fuga para caso algum mal-encarado se aproxime. E tente não tirar totalmente suas roupas para dar tempo de se recompor se um policial aparecer.

#3 Deixe o carro travado por dentro
Quem nunca transou dentro do carro? Dependendo de onde ele estiver estacionado, é super válido dar umazinha quando não dá para se aguentar de vontade ao lado da gata. E com o calor do momento, as janelas embaçam – quem está de fora quase não consegue ver. Mas, por precaução, melhor travar as portas e não dar bobeira.

#4 Estenda algum pano no chão antes de se deitar
A grama do parque roça, o barro suja tudo, o granito pode ralar, a areia irrita a pele. Caso não tenha uma toalha, estenda sua camisa no chão, onde a garota possa se reclinar, sem incômodos.

#5 Esqueça qualquer frescura
É bom variar os ambientes, sair de casa, transar diante de paisagens lindas. Ou mesmo se jogar no meio do mato para aproveitar a oportunidade e esquentar o momento. Então não ligue de sujar sua roupa ou sua mão ao se segurar, não fique pensando nos micróbios do banheiro da balada. Se não tiverem onde se apoiar, fiquem de pé. E aproveitem!

Fonte: http://lasciva.blog.br/sexo/sexo-em-lugares-publicos-exibicionismo-com-boa-dose-de-adrenalina/

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

OITO SENSAÇÕES TÃO BOAS QUANTO UM ORGASMO.

O orgasmo é, basicamente, uma sensação gostosa que percorre todo o corpo. Como é sexo é algo extremamente valorizado na nossa sociedade, tratamos essa sensação como se fosse única e nada pudesse se comparar a ela. Mas as coisas não são bem assim.
A sexóloga Yvonne K. Fullbright, colunista do site The Huffington Post, acredita que toda essa glamourização do orgasmo se transforma em pressão e torna mais difícil atingir o clímax. Uma ideia para desmistificar as sensações conseguidas por meio do sexo é buscar prazer em outros momentos. Essas experiências trarão prazeres diferentes, mas vão ajudar seu cérebro a entender que não adianta se esforçar, o prazer deve ser sentido naturalmente e pode ser sentido de diversas maneiras.

1 - Ser reconhecido por algo importante.
Colher os frutos do seu trabalho e notar que seu talento realmente existe é uma das coisas mais prazerosas da vida. Ser promovido no trabalho não dá até frio na barriga?

2 - A recompensa de fazer exercício físico.
A endorfina pode ser viciante. Ela é liberada depois do exercício e faz com que você se sinta feliz e com disposição. A parte mais difícil do exercício é vencer a preguiça e começar, depois é só prazer.

3 - Receber dinheiro inesperado.
De uma bonificação no trabalho a encontrar uma nota no bolso de um casaco, passando por achar dinheiro na rua. Tudo isso deixa a gente eufórico e acreditando que é sortudo.

 4 - Tomar banho quente no frio.
E tomar banho frio no calor. Sentir o corpo voltando para a temperatura que a gente gostaria que ele estivesse é uma delícia.

 5 - Ficar de preguiça na cama.
Com a vida corrida que a gente leva, ficar de preguiça na cama faz com que a gente se sinta milionários. Esse tempo de qualidade para nós mesmos pode ser extremamente prazeroso.

 6 - Rir sem parar.
Quando esse riso está acompanhado de uma pessoa especial, então, é incrível. Passar uma noite se divertindo com quem você ama pode até dispensar o sexo.

 7 - Sentir seu parceiro.
Sabe aquele abraço de corpo inteiro? Aquele que você sente cada parte do outro e faz parecer que vocês estão se fundindo? Junte a ele a expectativa dos próximos passos e pronto: prazer instantâneo.

8 - Descobrir que a pessoa que você ama também está apaixonada.
Quando todo o medo de ser a única pessoa que mergulhou de cabeça no sentimento é substituído pela certeza de ter encontrado alguém especial que sente o mesmo que você. Orgasmo sentimental.

Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/8-sensa%C3%A7%C3%B5es-t%C3%A3o-boas-quanto-um-orgasmo-094812296.html

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Cap4 - Pag8

        Perguntei como todas aquelas pessoas sabiam quem eu era, claro que ela não respondeu, jamais me contaria como conseguiu fazer aquilo tudo, só disse que não foi uma coisa simples de fazer, mas que faria tudo novamente.
        Fiquei curioso sobre o celular no aeroporto, perguntei o que teria acontecido se eu não tivesse conseguido atender o celular, ela respondeu que dali mesmo eu teria voltado para o Rio, não acreditei quando ela disse isso, perguntei se estava falando sério, a resposta foi um sim, ai perguntei se ela iria jogar tudo fora por causa disso, e novamente respondeu que sim, por que nós teríamos outras oportunidades caso não tivesse acontecido hoje, e me respondeu com outra pergunta: “você teria sentido a mesma coisa que sentiu hoje se eu simplesmente estivesse te esperando no saguão do aeroporto?”, nem foi preciso responder.
Aos poucos ela foi começando a se mexer no meu colo, começou a subir, foi se encostando no meu peito, beijando, até ficar de frente comigo, beijou minha boca, acariciou meu rosto, beijou novamente, só que agora um beijo bem mais quente, senti a língua dela me procurando, invadindo minha boca, querendo mais de mim, abracei-a e comecei a aperta-la também.
       Ela foi se esfregando em mim, a mão na minha nuca, apertando, arranhando, ela beijava meu pescoço, minha orelha, a mão se enfiando dentro da minha camisa, eu baixei uma das alças do vestido dela, o clima foi esquentando, estávamos a ponto de nos pegarmos ali mesmo no sofá, foi ai que novamente ela parou tudo, se levantou, sem dizer uma palavra me puxou pela mão e fomos para o quarto.
No quarto havia uma cama enorme, king size, forrada com lençóis de seda em tom de bege, a iluminação discreta, deixando o quarto na penumbra. Paramos ao lado da cama, ficamos olhando um para o outro, não era preciso dizer nada, o momento era chegado, e confesso que estava com um pouco de medo, minha cabeça cheia de dúvidas, “e se ela não gostar?”, “se eu não for o homem que ela imagina?”, tudo poderia se perder ali, no lugar onde tudo deveria ser maravilhoso.
Sílvia voltou a me beijar, mas dessa vez um beijo carinhoso, sem tanta volúpia, ao mesmo tempo começou a abrir os botões da minha camisa, foi abrindo um por um, sem pressa, fazendo isso enquanto me beijava. Quando Sílvia abriu o botão mais baixo eu passei a fazer o mesmo com ela, comecei abrindo o cinto largo que estava na cintura, deixei ele cair, ela puxou minha camisa para fora da calça e terminou de abrir os botões, depois tirou minha camisa.
        Eu beijei o seu pescoço, fui beijando os ombros, até chegar na alça do vestido, empurrei a alça para o lado, agora as duas alças estavam caídas, o vestido só se prendia pela lingerie. Sílvia abriu meu cinto, depois abriu o botão da minha calça, estávamos nos beijando, mas nesse momento eu parei, parei e fiquei olhando para ela, então fiz o vestido cair aos seus pés, foi ai então que tive outra visão deslumbrante, ela apenas de lingerie.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

ESCLARECENDO

Eu já esperava que o post de ontem fosse gerar algumas reações, e gerou. Então gostaria de esclarecer algumas coisas.

Antes de mais nada, o texto não é meu, fiz questão de deixar isso bem claro logo de cara. Aliás, foi escrito por uma mulher (Laura Rezende), eu gosto do blog dela, semana passada li esse texto em seu blog.

O fato de eu ter publicado, não significa que sou machista, muito pelo contrário, acho que quem acompanha o blog (e os trechos do livro), já deve ter percebido que não sou.

O post sobre infidelidade acho que não tem nada de machista, muito pelo contrário (e foi o post mais lido desse blog – mas ninguém comentou).

A ideia sempre foi incentivar o diálogo, dar voz as mulheres. Para que elas possam falar, possam ser ouvidas sem o medo do julgamento.

Acho que todos tem o direito de falar, mesmo que seja para dizer que não concorda. Eu não sou o dono da verdade, cada um pensa de uma forma (graças a Deus). Por esse motivo, postei o texto dela, é a opinião dela, e ela tem todo o direito de dizer o que pensa.

Acho interessante abordar todas as possibilidades, ouvir (ler) o que as pessoas pensam.

Eu fiquei alguns dias pensando se postava ou não esse texto, já imaginava que poderia causar reações fortes. Mas talvez tenha sido bom, pelo menos algumas pessoas comentaram. Já perceberam que quase ninguém comenta? Eu gostaria que as pessoas comentassem mais, que dissessem o que pensam, mas isso dificilmente acontece.

Não sou contra os comentários sobre esse texto, muito pelo contrário, acho que as pessoas tem o direito de comentar, mas isso não quer dizer que eu concorde.

Vou repetir, o texto não é meu, o fato de ter postado não significa que eu pense que todas as mulheres são putas. Espero que as mulheres não tenham se sentido ofendidas, a intenção não era ofender ninguém.

P.s. Ana Luiza, espero que você não delete o blog da sua lista, e espero que comente mais vezes, não apenas quando se sentir ofendida.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Seja o que quiser... até uma puta.

         O TEXTO NÃO É MEU.....

Toda mulher é puta. Toda puta tem desejo. Todo homem quer uma puta, fazer da puta uma verdadeira mulher, transformar a esposa ou namorada em uma puta de verdade. Puta é o desabafo da língua portuguesa, contradição entre a raiva e a vontade. Puta domina e é submissa. A alma feminina é puta. Puta que pariu a volúpia e a beleza de ser mulher. E puta.
Puta é a sinceridade do sexo, reflexo da ausência de pudor. Puta não pensa, puta desafia. Puta chora, ri e goza. Puta reclama, puta elogia, puta faz carinho. Puta também ama.
Puta é o deleite dos lábios masculinos. Puta. Puta. Puta. Todo homem quer uma mulher para chamar de puta e uma puta para chamar de fêmea. Puta destrói qualquer candura, rompe a inocência, desatina a razão do macho. Puta nasceu para encantar. Puta é culpada e sempre será perdoada.
Puta tem hora e lugar para ser puta. Puta sabe se portar na mesa, mas nunca deixa de ser puta. Puta não escolhe hora para dar e sentir prazer. Puta é a contravenção da cama, desejo pelo proibido. Puta é sinal verde e vermelho ao mesmo tempo. Puta pode, mas não deve. Puta é a combinação explosiva entre pele e saliva. Puta morde o lábio, acende um cigarro e reza. Puta é normal. Puta é uma puta.
Puta tem sonhos. Puta trabalha. Puta vê a vida de uma forma transparente. Puta é gostosa. E quente. Puta mulher que atrai e que gosta de dormir de conchinha. Puta que adora viajar, um bom perfume e é viciada em sapatos.
Puta é uma mulher livre. Livre pra viver. Livre para ser o que toda mulher gosta de ser, pelo menos por algumas horas, ou em algum momento da vida: puta.

Fonte: http://laurarezende.com.br/seja-o-que-quiser-ate-uma-puta/    


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Quantas pessoas você consegue amar ao mesmo tempo?

Por Carol Patrocínio | Preliminares – seg, 2 de jan de 2012 20:57 BRST

Quantas pessoas você consegue amar ao mesmo tempo? Essa é a pergunta respondida pelo documentário "Poliamor", de Zé Agripino. O diretor conversa com pessoas reais, que falam sobre relacionamentos que não param em duas pessoas. São casais que viraram trios, quadriláteros e polígonos sem perder a intenção inicial de um relacionamento: ser e fazer feliz.

Não é um ponto de vista comum, uma prática que se vê todo dia e alguns de nós nunca vão conviver com pessoas assim, que acreditam que o amor não é uma conta matemática.

Como é início de ano, nada melhor do que pensar o amor, repensar as relações e tentar entender o que estamos buscando nos relacionamentos. É prazer? É amor? É companheirismo? Alguém para pagar as contas? Sentir-se desejada?

Pode ser bem difícil entender os relacionamentos expostos no documentário, mas a resposta de uma das entrevistadas sobre como é possível amar mais de uma pessoa nos faz pensar: "Como você se dividiu entre seu pai e sua mãe durante a infância?".

Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/quantas-pessoas-voc%C3%AA-consegue-amar-ao-mesmo-tempo--.html